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O Setor Censitário do IBGE é uma área contínua, situada em um único quadro urbano ou rural a ser levantada por um único recenseador. A cidade de Imperatriz - MA, p.ex., que em 2010 tinha 247.505 habitantes e 246 setores censitários (vide mapa abaixo), foi dividida em quadras, seguindo o eixo das ruas, que permitisse a cada funcionário do IBGE entrevistar cerca de 1006 habitantes (247.505 ÷ 246).

A interpretação do mapa é intuitiva: os polígonos menores têm maior densidade demográfica e os maiores (em geral na periferia) têm menos habitantes. O grande retângulo mostrado no centro geométrico do mapa, é a área ocupada pelas pistas do aeroporto. Se usarmos a escala gráfica, podemos constatar que ele tem 3 km de extensão. 

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 29 setembro 2015 às 19:11

Voltando ao tema inicial deste post (os RSU de Imperatriz-MA), eu soube hoje por uma resenha da Revista DAE (sobre água, de São Paulo), que o país mais entendido no assunto (principalmente Aterros Sanitários), a Alemanha, está querendo passar um pouco da sua tecnologia ao Brasil.

Veja aqui: http://www.revistadae.com.br/site/noticia/11479-

Boa leitura.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 25 setembro 2015 às 20:05

A foto foi tirada da tese de Doutorado do Geógrafo Luiz Santos, de 2012, sobre a sub-bacia do Rio Cacau - MA. Infelizmente não foi indicado o trecho, mas imagino que seja próximo à foz. Observe a ausência de mata ciliar e a erosão laminar.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 24 setembro 2015 às 19:24

UMA FOTO DO RIO

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 setembro 2015 às 16:32

SISTEMATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DA SUB-BACIA DO RIO CACAU

(Com vistas á criação do Consórcio Intermunicipal de Bacia Hidrográfica)

Embora o Plano Estadual de Recursos Hídricos do Maranhão ainda esteja na estaca zero (o Rio Mearim parece que é o mais estudado) e o Rio Cacau não tenha a importância hidrológica do Rio Tocantins, que banha Imperatriz - MA, aquele, como vimos, já foi bastante estudado. Falta apenas reunir e sistematizar os estudos que já foram feitos e propor medidas para concluí-los. Poderíamos resumir este pensamento sob o título: Diagnóstico do estado atual das águas e cenários de usos futuros dos recursos hídricos da sub-bacia do Rio Cacau. Que, aliás, é uma das proposições do colega Geógrafo que estudou esta sub-bacia em sua tese de Doutorado.

Entre os objetivos secundários deste estudo, podemos relacionar os seguintes:

1 - Fornecer subsídios à Política Estadual (do Maranhão) de Recursos Hídricos; ao Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos, previsto na Lei das Águas (No. 9.433/97); e ao Comitê de Bacia Hidrográfica da Sub-bacia do Rio Cacau que possa ser criado.

2 - Colaborar com a Prefeitura Municipal de Imperatriz - MA, na consolidação das zonas prioritárias de ocupação antrópica (previstas no Plano Diretor Urbano); na elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico e no Plano Municipal de Gestão das Águas.

3 - Incentivar a criação do Consórcio Intermunicipal de Bacia Hidrográfica (dos 6 municípios), bem como do Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos. Mapear as principais agressões de cada município e sugerir campanhas de Educação ambiental para minorá-las.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 setembro 2015 às 15:33

A DEGRADAÇÃO DA BACIA

Nos detivemos até o momento em relacionar os estudos hidrológicos da bacia (do Rio Cacau) que deságua no extremo Sul da cidade de Imperatriz - MA. Agora, ainda reproduzindo dados do trabalho de Doutorado do Geógrafo Luiz Carlos dos Santos, vamos resumir os fatores físico-químicos, ambientais e antrópicos que a levaram (a sub-bacia) ao estado de degradação em que se encontra.

1 - Agricultura, Pecuária, Pesca e Silvicultura. Embora não seja inteiramente verdade, a Agricultura é a maior vilã do meio ambiente, por ser a responsável por cerca de 70% da água bruta retirada dos mananciais (*), principalmente para a irrigação. Embora essa atividade não tenha muito significado na bacia, uma das culturas mais cultivadas é o arroz, a mais exigente no consumo de água. A Pecuária, ao contrário, é a maior atividade econômica, e os fazendeiros costumam construir açudes (com a água do rio) em suas propriedades para a dessedentação dos animais. Contudo, o pisoteio é a maior agressão, por compactar o solo próximo às nascentes e na margem dos córregos. A Pesca em tanques escavados no terreno, contribuem significativamente para a retirada de água do rio. A Silvicultura é feita em pequena escala (com o plantio de eucalipto), mas nas áreas mais declivosas da bacia, acelerando a erosão laminar.

2 - Poluição direta das águas. Feita através do lançamento dos esgotos domésticos, industriais (sem qualquer tratamento) e do lixo doméstico nos cursos d´água. Nenhum dos 6 Municípios cortados pelo Rio Cacau trata os seus esgotos. A manipueira é um líquido amarelado que sai da mandioca brava usada na fabricação de farinha, sendo muito poluente (contem ácido cianídrico) e lançado totalmente nos rios. Embora o município de Imperatriz tenha apenas 5,6% da sua área inserida na sub-bacia do Rio Cacau, ela fica justamente na foz, onde se situa o cemitério da cidade. Vale citar que a maior parte dos moradores locais, por não contarem com água encanada, se utilizam de poços rasos, alguns dos quais possivelmente contaminados com necrochorume.

3 - Extrativismo mineral. Pelo menos dois produtos minerais são explorados na sub-bacia: a argila para a construção civil e o cascalho para a manutenção das estradas, este pelas Prefeituras. Mesmo não se encaixando no ramo do extrativismo mineral, o lançamento indevido dos resíduos de construção e demolição pelas empresas de construção civil, prestam um grande desserviço ao meio ambiente, interrompendo os córregos e propiciando a ocorrência de alagamentos, como é frequente acontecer em Imperatriz.

4 - Fatores naturais. Por estar localizada numa região de transição dos biomas Amazônia e Cerrado, a cobertura vegetal da sub-bacia contribui em parte, se não para a degradação mas, pelo menos, para a menor vazão superficial do Rio Cacau. Ao comparar, p.ex., a precipitação que varia entre 1.200 e 1.800 mm/ano (com média de 1.500 mm); a extensão da bacia (A = 944 km²) e a baixa densidade (Dd = 0,82 km/km²), conclui-se que a maior parte da água se infiltra.

(*) Os usos consuntivos da água na sub-bacia em 2005 foram: irrigação = 47%, criação de animais = 28%, consumo urbano = 17%, industrial = 4% e rural = 4%.

OBS.: O relevo da sub-bacia é mostrado na Figura abaixo. Ela foi elaborada por mim, no ArcGIS 10.3.1

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 setembro 2015 às 9:01

Segundo o autor, o rio Cacau, que corta Imperatriz - MA, tem 264 segmentos de canais e a escala usada para achar a Hierarquia (ou a Ordem) da sub-bacia foi a de 1:100.000

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 22 setembro 2015 às 16:01

ORDEM DA BACIA

Na Tabela 4 abaixo, parece contraditório a Hierarquia da sub-bacia apresentar a 5a. Ordem, quando é tão baixa a Densidade de drenagem. A explicação deve estar na escala do mapa, ou na 9a. etapa da rotina da delimitação automática de bacias com o ArcGIS, quando se utiliza a função CON (Condicional) na Álgebra de mapas, para definir a partir de quantas células o software utiliza para delimitar os trechos de nascente ou de Ordem 1. Eu conferi com o mapa que o autor apresenta da bacia e a Ordem (Hierarquia) é mesmo 5. Veja.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 21 setembro 2015 às 19:17

CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS DA BACIA DO RIO CACAU

São aspectos físicos, geográficos e topográficos da bacia, que contribuem para o conhecimento do seu comportamento hidrológico. Levantados, via de regra, por meios analógicos (sobre um mapa, em papel, na escala 1:50.000), através de planímetro, curvímetro e traçado; e mais recentemente, em meio digital, como na ferramenta Hydrology do ArcGIS.

1 - Hierarquia ou Ordem da bacia. É o índice de ramificação do rio principal que, segundo Strahler (1952), deve ser feito de fora para dentro, a partir das nascentes, que recebem o No. 1 ou primeira ordem. Na junção de dois canais de 1a. ordem, é formado um de 2a. ordem, que recebe o No. 2; e assim sucessivamente, até se chegar à foz do rio principal. No encontro de trechos com ordens diferentes, prevalece o de maior valor. Hierarquia 5, significa que o rio é bem ramificado.

2 - Densidade de drenagem. É a relação entre a extensão total dos cursos d´água da bacia (Lt) e a área da bacia (A). Esse índice varia de 0,5 km/km² para bacias com drenagem pobre, até 3,5 km/km² ou mais, para bacias muito bem drenadas. Dd = 779,53 km/944 km² = 0,82 km/km²  considerado baixo, por estar próximo do limite inferior.

3 - Densidade hidrográfica. Índice parecido ao anterior, mas cujo objetivo é contabilizar o número de canais (ou trechos de rio entre bifurcações) por unidade de área. Dh = 0,27 canal/km² é considerado baixo ou pobre.

4 - Coeficiente de manutenção. É a área da bacia que drena para cada unidade linear de canal, ou seja, o coeficiente estima a área mínima necessária para manter a vazão constante em um metro linear de rio. Cm = (1/Dd).1000 = (1/0,82) x 1000 = 1.219, 51 m²/m.

5 - Índice de sinuosidade. É a relação entre o comprimento do rio principal (L), e o comprimento do seu talvegue medido em linha reta, da nascente à foz (Lt), que vem a ser o eixo da bacia. Num rio sem sinuosidade, como num trecho reto de um canal artificial, esse valor seria igual à unidade; valores superior a 2, indicam rios tortuosos. Ele é maior em rios de áreas planas, que são mais sinuosos. Is = 74.220 m/44.178 m = 1,68 significa que é pouco sinuoso.

6 - Coeficiente de compacidade. É a relação entre o perímetro da bacia (P) e a circunferência de um círculo de área (A) igual à da bacia, ou seja, Kc = 0,282.P/√A = (0,282 x 174.690) /√944.000.000 = 1,59. Quanto mais próximo da unidade for Kc, maior será a tendência da bacia às enchentes, logo, a bacia não possui a forma arredondada, não sendo sujeita a cheias.

7 - Fator de forma. É a relação entre a área da bacia e o quadrado do seu eixo, que vem a ser a linha reta da nascente à foz. Quanto mais próximo da unidade, mais arredondada é a bacia e, portanto, mais sujeita e enchentes. F = A/L² = 944 km²/(44,18 km)² = 0,48. Pouco sujeita.

8 - Índice de circularidade. É a relação entre a área da bacia e a área do círculo de perímetro igual ao da área total da bacia. Ic = 12,57.A/P² = (12,57 x 944.000.000)/174.690² = 0,38. Quando Ic = 0,5 ela apresenta um nível moderado de escoamento. Se maior do que isso, tende para a forma circular e se menor, para a forma mais alongada, o que é o caso.

9 - Gradiente do canal principal. É a diferença de cota da nascente à foz (pontos extremos) dividida pelo comprimento do rio principal. S1 = (H-h)/L = 500 m/74.220 m = 0,0067 m/m = 6,7m/km = 6,7%. A declividade do rio principal influi na vazão ou descarga e pode ter efeito erosivo.

10 - Gradiente total dos canais. G = 0,64 m.

11 - Índice de rugosidade. É o produto da amplitude altimétrica pela densidade de drenagem. Ir = Hm.Dd = 400 m x 0,82 km/km² = 328.

12 - Altitude mínima. É a cota da foz do rio. Mede 100 m.

13 - Altitude média. É a cota média tomando por base o perfil longitudinal. Mede 300 m.

14 - Altitude máxima. É a cota do ponto mais elevado da bacia, em geral próximo à nascente do rio principal. Mede 500 m

15 - Amplitude altimétrica. É a diferença de cotas entre a nascente e a foz do rio principal. Hm = H - h = 500 m - 100 m = 400 m.

16 - Relação de relevo. É a relação entre a amplitude altimétrica e o comprimento do rio principal. Rr = Hm/Lp = 400 m/74,22 km = 5,39 m/km. Valor considerado baixo.

17 - Comprimento do rio principal. Extensão do rio principal, da nascente à foz, medido em quilômetros. Lp = 74,22 km.

18 - Comprimento total da rede de drenagem. É a soma de todos os rios da bacia. Lt = 779,53 km.

19 - Área total da bacia. Superfície total da bacia, medida em mapa com o planímetro ou, em meio digital, com um software qualquer. A = 944 km².

20 - Perímetro total da bacia. Retificação da linha de cumeada da bacia, medido em meio analógico com o curvímetro e em meio digital, com um software usado em GIS.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 20 setembro 2015 às 11:06

A BACIA DO RIO CACAU

Como pode ser visto no mapa da Hidrografia da Cidade de Imperatriz - MA, ela se localiza entre 2 afluentes do Rio Tocantins pelo lado direito: o Rio Barra Grande, ao Norte e o Rio Cacau, ao Sul. Este último, de fato, corta a periferia da cidade e foi tema da tese de Doutorado em Geografia de Luiz Carlos Araujo dos Santos, UNESP, 2012, intitulada Gestão das Águas da Sub-bacia Hidrográfica do Rio Cacau - Maranhão e de onde reproduzimos o texto abaixo.

Para Yassuda (1993), a bacia hidrográfica é o palco unitário de interação das águas com o meio físico, o meio biótico, o meio social, econômico e cultural. Pode receber os nomes de bacia (área drenada pelo rio principal), sub-bacia (se a área for de um afluente) ou microbacia (área dos córregos da sub-bacia). Entre as funções da água da bacia, destacam-se as hidrológicas, biológicas e químicas.

O gerenciamento das águas pode ser feito através de Programas que envolvem: 1 - Água e saneamento; 2 - Revitalização da bacia; e 3 - Educação ambiental. As diretrizes constam da Lei das Águas, No. 9.433/97, da Resolução Conama 357/05, do novo Código Florestal e outras. A atuação pode se dar através do Modelo Sistêmico Participativo, cujos instrumentos principais são: a) Planejamento estratégico; b) Tomada de decisão (Comitê de Bacia); e d) Instrumentos legais e financeiros. As etapas do estudo são: Diagnóstico, Metas e Medidas.

A gestão deve ser feita com a participação do poder público, dos usuários e da sociedade, com os objetivos de preservar e recuperar os recursos hídricos. O estudo da bacia deve atentar para a escala (geográfica), visto que o planejamento exige as etapas de implantação dos projetos e seu monitoramento ou fiscalização dos resultados e implicações. O Planejamento ambiental também é um planejamento territorial estratégico, econômico, sociocultural, agrícola e paisagístico.  O homem no contexto: percepções emocionais e sentimentos, com base nos recursos disponíveis, conforto e atividade produtiva e ação do poder público.

Os tipos de planejamento segundo Santos (2004) podem ser: 1 - Tradicional: voltado para a solução do problema; e 2 - Ambiental: abordagem preditiva, de orientação sistêmica, priorizando os fins. O Planejamento exige a elaboração de inventários e diagnósticos, tanto dos aspectos físicos como sócio-econômicos e institucionais da bacia. Leal (1995) enfatiza a necessidade do planejamento das cidades, considerando a inclusão das microbacias na elaboração de projetos urbanísticos, de parcelamento do solo, de deposição final de resíduos e também, nos planos de combate às enchentes e inundações. O estudo de microbacia urbanizada envolve: inventário, diagnóstico ambiental, prognóstico, proposta coletiva e gestão do plano coletivo.

Alguns dados sobre a Sub-bacia do Rio Cacau: área = 944 km², vazão = 15 m³/s, população = 330.128 hab (16 hab/km²), municípios abrangidos: Buritirana, Davinópolis, Governador Edson Lobão, Imperatriz, João Lisboa e Senador La Rocque. Atividades principais: agricultura (arroz, milho, mandioca, etc.), pecuária (gado bovino de corte, suinos e aves) e mineração (argila).

Embora bastante estudado, o Rio Cacau aguarda pelo seu Plano Diretor de Bacia Hidrográfica e a sistematização dos trabalhos anteriores, para o Sistema Estadual de Informações sobre Recursos Hídricos. O Núcleo Geoambiental da UEMA tem interesse no assunto.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 setembro 2015 às 17:58

COMO FAZER ?

Sem querer reinventar a roda, se a Prefeitura está realmente disposta a resolver os problemas dos resíduos sólidos urbanos - RSU de Imperatriz - MA, pode adotar o Método do PDCA. Nessa tecnologia de gestão, a sigla quer dizer Plan, Do, Check, Act ou Planejar as mudanças, Executar o plano, Checar os resultados e Agir sobre eles para ajustá-los. Sempre norteado por indicadores numéricos. O lema é: quem não mede, não gerencia.

No Planejamento, logo após a seleção da equipe, a prioridade seria reunir, reler e sistematizar os estudos anteriores já realizados como, p.ex., o do pesquisador José de Alencar. Adequar metas de desempenho aos recursos materiais e humanos, seria a 2a. etapa do Plano. A Execução, seguindo o Cronograma e as Metas estabelecidas, viria em sequência. A Checagem dos resultados é fundamental e as metas não alcançadas devem merecer atenção especial. Finalmente, a Ação sobre os resultados.

Ao equacionar o problema, não perder de vista o objetivo principal, que é dirigir ao aterro sanitário, o mínimo possível de material sólido. A coleta seletiva (separação do lixo seco do úmido) e a reciclagem, contribuem muito para isso. Se a Prefeitura desse incentivos à fixação na cidade de recicladoras, seria uma tacada certa, pois garantiria emprego e renda à população. Lembro de uma moradora da periferia de Imperatriz, que me disse ter deixado de fazer e comercializar doce de caju do seu quintal, porque não encontrou no comércio as embalagens --- os vidros.

Mas, como infelizmente as boas ideias não são suficientes para tornar realidade os planos e projetos, no caso em pauta, caso a Prefeitura e suas Secretarias não tenham condições de fazer o que foi aqui aventado, poder-se-ia contar com a colaboração da Cáritas, das Associações de Moradores, ONGs ambientalistas e outros indivíduos de bem, para botar a mão na massa e tornar realidade o PDCA. Como eu.

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