Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Uma das reclamações mais comuns que muitos Engenheiros Agrônomos fazem é que eles não se sentem valorizados.

Nesta rede que reúne, próximo de 8.000 profissionais e estudantes de Ciências Agronômicas vemos que a participação é sempre muito pequena, os debatedores das postagens em geral são sempre os mesmos.

Vamos discutir o dia a dia de nossa profissão, que é uma das mais fundamentais para o sustento da vida e da saúde no país e no planeta.

Precisamos discutir, trocar idéias de como nós profissionais de Ciências Agronômicas, Engenheiros Agrônomos podemos colocar nossa profissão no patamar que ela merece... Recebendo o reconhecimento que ela merece... Não somente do produtor rural... Mas de toda a sociedade brasileira!!!!

Vamos participar e trocar idéias...

E para encerrar, convido principalmente os mais jovens e os estudantes a dar ideias... Pois vcs são a geração criada em um novo mundo de informação!!!!

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Comentário de Manoel José Sant´Anna em 20 fevereiro 2018 às 17:19

Boa tarde colegas!. Pois é alguns cidadãos brasileiros, talvez até alguns ligados a profissão, nos qualificam de "pardais"!. ( Talvez por que não tem canto interessante, talvez por que é encontrado em qualquer lugar "urbano", na maioria do planeta, Talvez por que só incomoda, e não tem finalidade específica.) Mas vejam que é invejável sua resistência, sua reprodução, sua pouca seletividade alimentar, sua versatilidade de adaptações, e fortaleza a muitas maledicências!. Predicados que poucos Engenheiros Agrônomos assimilariam!.

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 19 fevereiro 2018 às 21:34

Veja só... a CNA não quer Agrônomos: http://senlink.senar.org.br/ev/PCq-l/utG/45ba/D6h0lbS1a4N/BKIS/

Porque há falta de Mercado para Agrônomos?

Comentário de Gilberto Fugimoto em 18 fevereiro 2018 às 17:53

Paulo,

Tudo é muito difícil antes de começar. 

Que tal combinarmos assim? Se todos que estão lendo este blog mandarem um email para a Associação de E.A. mais próxima com duas perguntas:

1) No que eu posso ajudar?

2) Preciso de ajuda, no que vcs podem me ajudar?

Quem sabe, abrem-se novos caminhos e possibilidades?

abração

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 9 fevereiro 2018 às 8:56

Correção... desculpe-me - Projetos e Produção, não servidão.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 9 fevereiro 2018 às 8:54

Bom dia colegas!. Todos animados para este grande espetáculo teatral brasileiro, o Carnaval!. Muitas prefeituras, mesmo os Estados, até o País ( razão do esvaziamento do congresso), não medem esforços e gastos para o que chamam de cultura brasileira!. Dai!.... prá isto tem dinheiro!. Para melhorar nosso ensino, nossa comida, nossa saúde, nosso meio ambiente, nosso meio de transporte, etc... vejam que tudo precisaria de um E.A. como diz o Gilberto!. Mas prá eles não tem verba!. Quanto ao produtor rural pequeno e médio, bem... eles não vão contra a cultura brasileira!. Dai do pouco que arrecadam, ( e não estimam melhorar), não dá pra pagar o E.A. Agora colega Godoy, conservação de estradas e prevenção de desastres como as voçorocas é responsabilidade de quem tem a servidão!. Projetos e servidão, ( podemos chamar de custeio ), são oferecidos pelos Bancos e Recursos financeiros (Cooperativas), a quem tem outros bens em garantia, além da produção!. Financeiras no Brasil não querem correr qualquer risco!. Mesmo não trabalhando com seu capital!.

Comentário de Paulo Ramon em 9 fevereiro 2018 às 7:59

Gilberto,

Entendo que a falta de interesse de fazer parte de Associações deve-se ao fato de as mesmas não oferecerem vantagens a quem ter o interesse de se associar.

Deveriam celebrar mais convênios para oferecer os benefícios aos associados, talvez isto pudesse trazer mais colegas para fazer parte daquelas e assim ter uma estrutura representativa forte. 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 9 fevereiro 2018 às 6:55

Prezados,

Muito interessante as propostas aqui debatidas em especial o campo de trabalho a ser ocupado pelos nos estados e municípios. Há tempos vejo que há uma demanda de divulgação e propaganda sobre a importância do E.A. junto aos potenciais empregadores - públicos e privados. Isso demanda uma estrutura de representação robusta com intensa participação dos profissionais. 

E aí vai a pergunta: quantos de nós participamos das Associações de E.A.?

Se não participamos, como queremos ter uma estrutura representativa forte que busque a valorização profissional?

Comentário de Paulo Ramon em 9 fevereiro 2018 às 6:51

Por que as nossas Associações não trabalham junto com a Polícia Civil para que façam mais concursos públicos para os Agrônomos? 

Vou dar um exemplo: quando vai ter um concurso para o cargo de perito e querem contratar eles colocam vagas genéricas para Engenheiros. Eu te pergunto a proposito um engenheiro civil saberia fazer uma pericia em uma plantação ou ele aprendeu na faculdade alguma coisa de ciências agrárias para atuar como perito?

Colegas, devemos brigar junto com as Associações para ter mais vagas para Agrônomos na Polícia Civil de todos os estados.

Comentário de Paulo Ramon em 9 fevereiro 2018 às 6:45

Mário S. A, Godoy, 

Entendo que estas áreas citadas por você deveriam ficam por conta do setor privado ou mesmo dos serviços autônomos.

Mas concordo com você que os mais de 5 mil municípios do Brasil deveriam ter mais Eng. Agrônomos e também outros profissionais de ciências agrárias para cuidar de atividades que só o Estado e somente ele deve exercer como, por exemplo:

a fiscalização dos limites interestaduais para o controle do trânsito de vegetais;

a fiscalização das agroindústrias  que podem colocar algum produto nocivo à saúde;

a fiscalização das industrias de bebidas, fertilizantes;

o combate a pragas de importância econômica;

a fiscalização nos pontos de ingresso (portos, aeroportos, fronteiras);

atuar no registro de agrotóxicos;

atuar em laboratórios de quarentena;

atuar em laboratórios de controle de qualidade dos alimentos;

auditoria em procedimentos e rotinas de fabricação de produtos em agroindústrias; etc. 

Comentário de Paulo Ramon em 9 fevereiro 2018 às 6:34

Colegas, duas breves reflexões:

1)

Para restringir e limitar o número de profissionais que saem das faculdades (em Unaí tem um curso de Agronomia, noturno, Alguém de nós aqui faria?) será que nós não deveríamos pensar em ter, assim como os advogados, um exame anual para poder atuar como Agrônomo ao estilo Exame da Ordem que se submetem os Bacharéis em Direito para se tornarem advogados?

2)

Acho que o Estado está falido e não dá valor devido a profissão de Agrônomo. As esferas Federal, Estadual e Municipal estão falidas mas mesmo assim eu entendo que eles deveriam contratar mais colegas das áreas de ciências agrárias afinal do agronegócio é e vai ser no futuro o motor da nossa economia. As Associações trabalhar mais incisivamente e pressionar mais estes governantes que não se preocupam com isso e façam mais concursos públicos para as ciências agrárias. 

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