Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Uma das reclamações mais comuns que muitos Engenheiros Agrônomos fazem é que eles não se sentem valorizados.

Nesta rede que reúne, próximo de 8.000 profissionais e estudantes de Ciências Agronômicas vemos que a participação é sempre muito pequena, os debatedores das postagens em geral são sempre os mesmos.

Vamos discutir o dia a dia de nossa profissão, que é uma das mais fundamentais para o sustento da vida e da saúde no país e no planeta.

Precisamos discutir, trocar idéias de como nós profissionais de Ciências Agronômicas, Engenheiros Agrônomos podemos colocar nossa profissão no patamar que ela merece... Recebendo o reconhecimento que ela merece... Não somente do produtor rural... Mas de toda a sociedade brasileira!!!!

Vamos participar e trocar idéias...

E para encerrar, convido principalmente os mais jovens e os estudantes a dar ideias... Pois vcs são a geração criada em um novo mundo de informação!!!!

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Comentário de Manoel José Sant´Anna em 30 janeiro 2018 às 14:59

Boa tarde colegas!. Ai... abaixo alguém citou reflexão!!??. Ora... um grande filósofo, que não era eu!. Já escreveu...O MAIOR PECADO DE UM SER HUMANO, É NÃO PENSAR!. Medeiros boa e inovadora posição!. Mas não precisão do Eng. Agr. nem para elaborar o CAR, nem o PRA(s), nem o GEO. Mas precisão do Receituário para ter alguém, (algum incauto que estava acreditando que diploma gera dinheiro), para culpar de algum desastre!. 

Comentário de ERIVALDO VIRGOLINO DE MEDEIROS em 30 janeiro 2018 às 12:32

Boa tarde;

Os representante da categoria deveriam levantar a bandeira de defender a profissão de engenheiros junto aos órgãos judiciários: comarcas, cartórios, tribunais, etc exigindo a participação dos profissionais na elaboração de plantas topográficas e memoriais para homogar inventários, usucapião de terras rurais, etc. não seria muita coisa! bastaria oficios circulares!!!

Comentário de Francisco Cezar Dias em 30 janeiro 2018 às 11:43

Vote, não conseguimos evoluir no tema. Sempre as mesmas colocações. Ridículo. Olha as colocações e entenderá porque não acontecem milagres neste universo. Perder tempo com nada não dá.

Mário, o CREA funciona assim: trata-se de uma entidade arrecadadora que supostamente fiscaliza o exercício profissional. Nada mais. Não pertence aos Agrônomos, muito menos fará politica profissional e nem defenderá nossos intereses. Fui.

Comentário de Justino José Dias Neto em 30 janeiro 2018 às 9:16
Precisamos reestruturar nosso CREA e associações. Hoje não estou mais associado, estou na carreira academica mas pretendo voltar!
Comentário de João Victor Ribeiro Pereira em 30 janeiro 2018 às 8:26

A nossa profissão é uma das que mais cresce no Brasil, porém a valorização é muito baixa, requer muito pensamento, abrange varias áreas da agrária, e mesmo assim não tem o a devida 'importância'' dentro do âmbito do mercado de trabalho.

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 29 janeiro 2018 às 21:41

Recentemente nós tivemos diversos "cursos" de como funciona o Executivo, depois o Legislativo e mais recentemente o Judiciário... acho que NÓS MAIS JOVENS precisamos de um curso (nivelamento) de como funciona o CREA do Presidente pra baixo...

Como estamos (os 8.000) divididos por Estados? Será que o "distritão da agronomia" não conseguiria articular a eleição de um candidato da agronomia (talvez um nome da Rede) para o Legislativo federal? R$100,00 em média cada um são 800mil.

Podemos fazer uma enquete entre os 8.000 (somos representativos dos que não fazem parte da Rede também?) para estimarmos quantos de nós hoje sobrevive de agronomia (não desempregado ou empregado/trabalhando em outra função não relacionada) ou nos aposentamos como agrônomos? - objetivo: para o atual Mercado, somos super-oferta de profissionais?

Comentário de Gilberto Fugimoto em 29 janeiro 2018 às 20:49

Proponho aos colegas refletir mudando a conjugação verbal da 3ª pessoa do plural - ELES - para a 1ª pessoa, plural ou singular - NÓS, EU!

Assim, deixamos de pensar: por que eles não fazem?

e passamos a refletir: o que eu posso fazer?

Comentário de ERIVALDO VIRGOLINO DE MEDEIROS em 29 janeiro 2018 às 20:41

Boa noite;

Está faltando uma atuação mais firme dos ´órgãos representes de classe (CREAs, Associações, ...) na busca da obrigatoriedade dos profissionais na atuação de diversos campos da sociedade, quais sejam: bancos fomentadores de credito agricola, empresas comercias de agrotoxicos; usuacapião de terras agrícolas liberadas por cartorios e juizes sem a devida planta topográfica; etc

Comentário de Willams José de Oliveira em 29 janeiro 2018 às 20:40
Muitas vezes agimos como se não fossemos parte de um corpo, falta um espírito de unidade. Com o avanço das mídias sociais, veio a reboque uma troca de informação mais rápida entre os colegas de todo o país e vejo respostas mais rápidas como campanhas em defesa da Agronomia, seja aqui na rede, nos grupos de facebook e Wats App.
Comentário de Gilberto Fugimoto em 29 janeiro 2018 às 20:30

Eduardo e colegas,

A reflexão que precisamos fazer inicialmente é: essa tal desvalorização profissional é "problema dos outros" ou nós estamos contribuindo para a (des)valorização profissional?

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