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Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Legalização da Profissão de Paisagista no Brasil (PL 2043/2011)

Legalization of the Profession of Landscape Architect in Brazil Curta: A PAISAGEM

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Comentário de Guilherme Sobrinho em 5 julho 2013 às 1:03

Concordo, em parte, com Luís Guilherme. Se pensarmos no nível de profissionalismo e complexidade que os projetos paisagísticos atingem, é razoável afirmar que nem arquitetos, nem agrônomos têm o preparo necessário para lidar com as peculiaridades dessa atividade. Neste caso, o profissional paisagista substituiria uma equipe multidisciplinar para tratar de sua matéria específica, embora inserido numa hierarquia (ex.: engenheiro>arquiteto>paisagista). Porém, para nós agrônomos as deficiências não bem menores que as encontradas por outros profissionais e, certamente, o esforço para atingirmos a proficiência em paisagismo é bem menor. Além dessa querela entre profissionais, há ainda aqueles que nem graduação têm, mas que por sua posição social e acesso a recursos podem se articular e autodenominar-se paisagistas. Aqui cabe uma questão política... Estaríamos prontos para abrir mão deste nicho de mercado para bacharéis em paisagismo, posto que seja muito fácil para nós agrônomos "correr atrás" da diferença?

Comentário de Luis Guilherme Dalmácio Roma em 27 dezembro 2012 às 7:42

A velha briga por títulos para garantir mercado de trabalho, que não garantem à  população um trabalho de qualidade. O ideal é uma equipe multi disciplinar, pois apesar do Agrônomo com todo conhecimento de fisiologia, solos, etc não poderem estar fora, não devem achar que farão um trabalho perfeito quanto a ocupação dos espaços, seus volumes , cores, etc.

O Glamour do título leva muito interesse nesse ramo. No dia-dia o que mais se vê são projetos realizados com equívocos quanto a eco-fisiologia de plantas, depreciação de obras lindas com materiais mal escolhidos e mal locados.

Claro que existem trabalhos muito bem implantados, muitas vezes executados por leigos com prática que usam o CREA de outro como relatou o frances na matéria. Não é porque trabalhou no escritório do falecido Roberto ou com o tb falecido Fernando que o cara sabe fazer, pelo contrario a possibilidade de erro em projetos elaborados no escritório com pouco pé na terra apresentam falhas graves na hora da execução.

O arquiteto detinha essa atribuição no CREA, agora com a cisão no conselho é a hora da Agronomia assumir essa atribuição em nosso Conselho.

Comentário de Neves Terriani Laera em 9 junho 2012 às 10:40

A realidade é que, aqui no Brasil e, sobretudo no Rio de Janeiro, tanto os arquitetos quanto demais profissionais sem noção alguma dos conceitos agronômicos envolvidos no processo de criação e implantação de Projetos Paisagísticos, possuem maior capacidade de articulação social, fato que lhes permite ter acesso à demanda por esse tipo de serviços. Isto porque, tanto o Licenciamento de Obras quanto as demais fases do processo de desenvolvimento urbano, requisitam esses profissionais que acabam abrangendo o segmento de paisagismo.

Os órgãos que deveriam fiscalizar tais atividades, como o SISTEMA CREA, por exemplo, se omitem na medida em que não tornam obrigatória a participação do Engenheiro Agrônomo em todo o processo. Isto faz com que, de forma irreversível, esses outros profissionais acabam ocupando um espaço que, na realidade, é dos Engenheiros Agrônomos.

Em última instância, tanto a ineficácia dos Engenheiros Agrônomos quanto a omissão do poder Público, fizeram com que esses ditos "especialistas" se infiltrassem em nossa profissão. Isto é, no mínimo, lamentável.

A solução é que seja exigida a participação efetiva dos Engenheiros Agrônomos dentro de todo o processo. Isto somente será atingido através da criação de uma Legislação específica sobre o tema. 

Comentário de José Leonel Rocha Lima em 20 maio 2012 às 23:14

Valeu Gilberto. Vi e gostei do vídeo. Bastante esclarecedor...

 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 13 maio 2012 às 10:31

Uma entrevista com paisagistas feita pela UFRJ.
Assista para ter uma visão e formar opinião sobre o tema e avaliar o mercado de trabalho que o agrônomo vem perdendo. 

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