PL 2804/2008 - ZOOTECNISTAS

Colegas, dia 9/12 deverá entrar em pauta na Comissão de Agricultura da Câmara Federal o PL 2804 que regulamenta a profissão de zootecnista. Este PL retira atribuições dos engenheiros agrônomos da área da zootecnia e deve ser repudiado por todos nós. Em Gramado foi aprovada uma moção referente ao tema. É hora de todos se manifestarem aos deputados federais de seus estados para que eles REJEITEM o projeto. Nada contra a regulamentação dos zootecnistas mas, isso não deve implicar na retirada de nossas atribuições.

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Respostas

  • caro Marco, penso que só a atenção e mobilização da categoria pode ajudar a evitar decisões que venham nos prejudicar. A mobilização tem que ser liderada por uma entidade que, no caso penso que possa ser a CONFAEAB, restaurada e fortalecida. Essa bandeira deve ser assumida pela entidade com respaldo das nossas associações e federações. Acho que o foco deve ser a importância da nossa atividade para a sociedade. Não devemos entrar na discussão de reserva de mercado para essa ou aquela profissão. É importante demonstrar que as atribuições devem ser lastreadas no conhecimento e nossa formação é completa, nos permitindo atuar em várias áreas da produção. Mobilização, atuação política de defesa dos nossos interesses (não política partidária) junto aos deputados e senadores. Temos que estar presentes falando, argumentando, fazendo entender o que está em risco nestas propostas.

    Azambuja

  • Realmente não existe maturidade desse "profissional" neste espaço democrático nas discurssões a cerca das atribuições do engenheiro agrônomo na área de produção animal, lastimável.



    Esmeraldo Ribeiro disse:

    Realmente ser zootecnista é ser um "NEM". Nem agrônomo, nem veterinário, nem médico, nem dentista. Então, não tenha medo de nós, se preocupe com a sua vida e deixe que nos responsabilizamos pelo sucesso da PRODUÇÃO ANIMAL.

    Marco Antonio Jacomazzi disse:

     - Caros Colegas..

     - Tendo um minuto de reflexão...me passou o seguinte pensamento...

     - Caso tal PL seja aprovada, bem como a atribuição para biólogos, será precedente para demais projetos de lei que limitam a atividade do engenheiro agronomo. Cujo interesse maior são as reservas de mercado, bem como interesse das universidades que precisam justificar cada vez aberturas de vagas de cursos em "qualquer modalidade" a fim de atender número de vagas / carreiras e, assim, registrar números MEC.

     - O que devemos fazer para derrubar estas iniciativas...O momento urge...pois caso não nos mobilizemos....Será o fim da nossa categoria...

     - Aguardo retorno

    Atenciosamente

  • Acredito que o teor da resposta encaminhada não condiz com o assunto da discussão em pauta.

     - Não estamos discutindo ou rateando atribuições...estamos discutindo para fortalecimento da atividade agrícola. Não ao desmembramento das carreiras.

     - Sua resposta me pareceu muito emocional e nada profissional..Sinto muito

    Esmeraldo Ribeiro disse:

    Realmente ser zootecnista é ser um "NEM". Nem agrônomo, nem veterinário, nem médico, nem dentista. Então, não tenha medo de nós, se preocupe com a sua vida e deixe que nos responsabilizamos pelo sucesso da PRODUÇÃO ANIMAL.

    Marco Antonio Jacomazzi disse:

     - Caros Colegas..

     - Tendo um minuto de reflexão...me passou o seguinte pensamento...

     - Caso tal PL seja aprovada, bem como a atribuição para biólogos, será precedente para demais projetos de lei que limitam a atividade do engenheiro agronomo. Cujo interesse maior são as reservas de mercado, bem como interesse das universidades que precisam justificar cada vez aberturas de vagas de cursos em "qualquer modalidade" a fim de atender número de vagas / carreiras e, assim, registrar números MEC.

     - O que devemos fazer para derrubar estas iniciativas...O momento urge...pois caso não nos mobilizemos....Será o fim da nossa categoria...

     - Aguardo retorno

    Atenciosamente

  • Realmente ser zootecnista é ser um "NEM". Nem agrônomo, nem veterinário, nem médico, nem dentista. Então, não tenha medo de nós, se preocupe com a sua vida e deixe que nos responsabilizamos pelo sucesso da PRODUÇÃO ANIMAL.

    Marco Antonio Jacomazzi disse:

     - Caros Colegas..

     - Tendo um minuto de reflexão...me passou o seguinte pensamento...

     - Caso tal PL seja aprovada, bem como a atribuição para biólogos, será precedente para demais projetos de lei que limitam a atividade do engenheiro agronomo. Cujo interesse maior são as reservas de mercado, bem como interesse das universidades que precisam justificar cada vez aberturas de vagas de cursos em "qualquer modalidade" a fim de atender número de vagas / carreiras e, assim, registrar números MEC.

     - O que devemos fazer para derrubar estas iniciativas...O momento urge...pois caso não nos mobilizemos....Será o fim da nossa categoria...

     - Aguardo retorno

    Atenciosamente

  • Senhores,

    O número correto do PL é 2824/2008.

    Att,

    Ana Meire Natividade

  •  - Caros Colegas..

     - Tendo um minuto de reflexão...me passou o seguinte pensamento...

     - Caso tal PL seja aprovada, bem como a atribuição para biólogos, será precedente para demais projetos de lei que limitam a atividade do engenheiro agronomo. Cujo interesse maior são as reservas de mercado, bem como interesse das universidades que precisam justificar cada vez aberturas de vagas de cursos em "qualquer modalidade" a fim de atender número de vagas / carreiras e, assim, registrar números MEC.

     - O que devemos fazer para derrubar estas iniciativas...O momento urge...pois caso não nos mobilizemos....Será o fim da nossa categoria...

     - Aguardo retorno

    Atenciosamente

  • O que precisamos fazer é não perder o foco e evitar as cortinas de fumaça.  Está explícito que o objetivo dessa proposta é dar exclusividade aos zootecnistas na atividade em questão.  Com todo respeito cabível aos colegas de outras modalidades profissionais, é preciso que sigamos o exemplo de médicos e advogados e nos esforcemos para reverter esse processo de pulverização da classe profissional que favorece apenas a alguns políticos e às escolas-empresas que se multiplicam pelo Brasil. Aos nossos estudantes devemos incentivá-los a buscar uma formação mais completa.

  • EXCELENTE COLOCAÇÃO.

    Marco Antonio Jacomazzi disse:

     Prezado José L. Bortoli.

     - Lendo as postagens abaixo da discussão suscitada por você, venho em apoio a vossa opinião! 

     - É inquestionável a atribuição do engenheiro agrônomo em atuar na área de zootecnia, bem como nas demais especialidades há muito regulamentadas. Entretanto vejo que esta discussão vem se esvaziando uma vez que nossos colegas, por comodidade ou "descuido", se interessam cada vez menos pela categoria, pelos conselhos regionais, deixando a nossa PROFISSÃO, na mão de burocratas, muitas vezes, sem o mínimo de noção técnica.

     - Trabalho na área de engenharia há 13 anos, minha atuação está em projetos e consultoria em irrigação e hidrologia. Temos convivência com colegas profissionais de engenharia agrícola e sempre houve e haverá "rixas" entre nossas modalidades. Entretanto, isto não nos impede de trabalharmos juntos, competirmos / concorrermos e, finalmente, trocar, experiências e culturas de formação distintas...Isso além de saudável é bom para o mercado.

     - Entretanto, quando uma lei dessas "unilateral", restringe a atuação de uma carreira sólida, antiga e com número maior de profissionais, acaba causando ENORMES distorções no mercado da própria zootecnia. 

     - Ela não somente cria reserva de mercado ao Zootecnista, como também, diminui o número de profissionais que defendem, atuam, ou pelo menos se interessam pela pecuária nacional....deixando este importante segmento do PIB nacional para um grupo muito reduzido de profissionais.

     - A tentativa de reduzir as atribuições do engenheiro agrônomo é antiga. Em 2011 assistimos ao MEC tentando "sequestrar" nosso título de engenheiro...numa visão ridícula e mínima da profissão do engenheiro agrônomo.

     - Temos que trabalhar para fortalecermos nossa carreira e as demais da classe de agrárias!!!! Esse projeto de lei apenas enfraquece a todos nós!!!

     - temos que buscar mais espaço na sociedade contemporânea, juntos com nossos primos de carreira...Espero ter contribuído...no que precisar de nós...TE APOIAMOS!

  •  Prezado José L. Bortoli.

     - Lendo as postagens abaixo da discussão suscitada por você, venho em apoio a vossa opinião! 

     - É inquestionável a atribuição do engenheiro agrônomo em atuar na área de zootecnia, bem como nas demais especialidades há muito regulamentadas. Entretanto vejo que esta discussão vem se esvaziando uma vez que nossos colegas, por comodidade ou "descuido", se interessam cada vez menos pela categoria, pelos conselhos regionais, deixando a nossa PROFISSÃO, na mão de burocratas, muitas vezes, sem o mínimo de noção técnica.

     - Trabalho na área de engenharia há 13 anos, minha atuação está em projetos e consultoria em irrigação e hidrologia. Temos convivência com colegas profissionais de engenharia agrícola e sempre houve e haverá "rixas" entre nossas modalidades. Entretanto, isto não nos impede de trabalharmos juntos, competirmos / concorrermos e, finalmente, trocar, experiências e culturas de formação distintas...Isso além de saudável é bom para o mercado.

     - Entretanto, quando uma lei dessas "unilateral", restringe a atuação de uma carreira sólida, antiga e com número maior de profissionais, acaba causando ENORMES distorções no mercado da própria zootecnia. 

     - Ela não somente cria reserva de mercado ao Zootecnista, como também, diminui o número de profissionais que defendem, atuam, ou pelo menos se interessam pela pecuária nacional....deixando este importante segmento do PIB nacional para um grupo muito reduzido de profissionais.

     - A tentativa de reduzir as atribuições do engenheiro agrônomo é antiga. Em 2011 assistimos ao MEC tentando "sequestrar" nosso título de engenheiro...numa visão ridícula e mínima da profissão do engenheiro agrônomo.

     - Temos que trabalhar para fortalecermos nossa carreira e as demais da classe de agrárias!!!! Esse projeto de lei apenas enfraquece a todos nós!!!

     - temos que buscar mais espaço na sociedade contemporânea, juntos com nossos primos de carreira...Espero ter contribuído...no que precisar de nós...TE APOIAMOS!

  • Ontem deparei-me com um "colega" defendendo a liberação da produção de sementes aos biólogos, depois outro  numa plenária concordando em liberar ao técnico em agropecuária a elaboração de projetos  topográficos, e agora deparo-me com um colegas que não entende e não vive a luta de uma categoria pela preservação de sua própria existência. Talvez isso explique o porquê que médicos e advogados tenham tão forte presenças nas instituições governamentais e sociedade pela sua luta em favor de seus interesses e no momento em que tantos colegas falam em desvalorização devo refletir a seca de seus comentários. Fica aqui a minha indagação se um dia os engenheiros agrícolas solicitarem as mesmas prerrogativas dos zootécnistas o que seria de você. O mau de muitos dos nossos colegas é que estão  preocupados  apenas com seus próprios interesses essa é que é a verdade.

    Agronomia é uma ciência complexa, ela engloba  a zootecnia, agrícola, florestal,e alimentos e não como você coloca como se fossem  aparte. Todos esses segmentos juntos formam a AGRONOMIA, portanto não podemos aceitar a diminuição de nossa profissão que tanto contribuiu  e contribuirá para um Brasil melhor



    Mario Sergio Alves de Godoy disse:

    Não é por ser agrônomo que entro na discussão a favor da Rede Agronomia e de José Luiz Bortoli de Azambuja. É porque médicos e advogados têm inúmeras especializações e não se permitem dividir... como igrejas evangélicas (!). Azambuja, de fato, enfatizou esse aspecto em um de seus textos, é melhor buscá-lo acima. Já tive a oportunidade de colocar esse modo de pensar "contra a corrente" em outra oportunidade dentro deste espaço Rede Agronomia. A filosofia que, acho, deveria ser adotada para o início de um processo de reunião é a seguinte: melhor que especializar a priori é recolher experiências acumuladas por um generalista ao longo do tempo e das oportunidades que a carreira lhe for oferecendo. Os que estamos mais próximos deste processo "ecumênico" seriam a agrícola, a floresta, a zootecnia e a agronomia (mais tarde a ambiental, a alimentos e até mesmo parte da agrimensura). Os cursos de pós-graduação (strictus sensus) continuariam com a missão de oferecer a especialização aos que seguem as carreiras de pesquisa e docência. Os concursos públicos, principalmente dos órgãos/empresas que não oferecem plano de carreira interno, portanto não precisam de um júnior para ser moldado, lembrado por um zootecnista em seu texto, deveriam deixar de favorecer os recém-formados e estar orientado ao cargo e ao perfil desejado. É preciso se reunir, não continuar esse processo de divisão e intrigas... Não é menosprezo nenhum, pelo contrário, é uma proposta (a retomada de um modelo anterior) de melhor servir a sociedade (setor rural) com a valorização do profissional que atua neste setor e não com o seu esfacelamento (crises existenciais infindáveis).

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