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AGRONOMIA NO SISTEMA CONFEA CREAs

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Comentário de Fernando Cezar Juliatti em 18 dezembro 2009 às 13:21
VALEU JORGE.ESTE BLOG ESTA ÓTIMO.UM ABRAÇO.JULIATTI.
Comentário de Larysse Oliveira Guimarães em 17 dezembro 2009 às 1:39
Impactos da 10.10: e agora?
Comentário de Gilson Cassiano de Góes Filho em 20 outubro 2009 às 13:43
Minha opinião é simples, no passado o curso de Engenharia Agronômica foi sendo fracionado ao longo do tempo e criou-se outras profissões, para citar Zootecnia, Eng. Florestal, Eng. Alimentos, Eng. Agrícola, entre outros; e o que restou? Perdemos nossa força! Estão discutindo inclusive nosso título de Engenheiro.
O que foi uma atitude reponsável no passado, já que apartir da pesquisa científica, foram criados especializações na Eng. Agronomica que culminaram em novos cursos superiores mas, hoje sofremos com isso
Vejam que outros carreiras não sofreram tal fracionamento, apenas foram criados pós-graduações para o execício naqueles ramos de atividade.
Precisamos refletir e criar uma alternativa para que a sociedade valorize nossa formação, quem sabe partindo das questões paisagísticas, do controle de pragas, topografia, conservação de alimentos, zootecnia,...
Comentário de Artur Melo em 28 maio 2009 às 17:30
Interessante e louvável o trabalho do SINAENCO, que vistoriou 27 Estádios no Brasil, apontando seus principais problemas e desconformidades com os padrões da Fifa.
Porém, o trabalho, por ter sido realizado por Arquitetos e Engs Civis, focou-se principalmente, no "teatro" (Estádio em si - arquibancadas/cadeiras, vestiários, acessos, conservação/manutenção, segurança, etc) e deixou de parte o estado dos "palcos" (gramados). Faltou a ótica agronômica no estudo em epígrafe. Faltou o diagnóstico de como está o nivelamento, a drenagem, a irrigação, a textura, o topsoil, enfim, como estão os palcos verdes onde os artistas da bola dão o show do melhor futebol do mundo. Essas equipes, de cunho multidisciplinar, deveriam sempre contar com o Eng Agrônomo, que é o profissional gabaritado, para avaliar os gramados. O CREA deveria incentivar e incrementar a fiscalização dos Estádios (se há Engs Agrônomos registrando a respectiva ART de execução/manutenção dos gramados)
Comentário de Artur Melo em 27 maio 2009 às 15:11
Os CREAs aceitam verdadeiras aberrações. Enquanto nós, Engs Agrônomos, não podemos fazer ART de Paisagísmo (só Arquitetos), tem CREA aceitando ART de construção de Campo de Golf, feita em nome de Eng. Civil. . .
Comentário de Artur Melo em 18 maio 2009 às 20:03
Outro gd problema é a situação dos agrotóxicos.
Para quem atua na área de gramados esportivos no Brasil, há sempre um gd dilema, pois a maior parte dos agrotóxicos não estão registrados para gramados, uma vez que é inexpressivo esse mercado para as grandes Indústrias que produzem os Agroquímicos.
Assim, não justifica para eles passar pelo oneroso processo de registro dos Ingredientes Ativos e Produtos Comerciais para gramados.
Nós, Engs Agrônomos que trabalhamos nesse segmento, ficamos impedidos de usar determinados produtos em gramados, quando é sabida - pela literatura internacional (pricipalmente dos USA) - a sua eficácia no controle de pragas, fungos e invasoras em gramados esportivos !
Comentário de Jorge Antonio RJ em 12 maio 2009 às 21:10
Confea participa de audiência pública na Câmara sobre atribuição da Zootecnia
Brasília, 7 de maio de 2009

Atribuições da ciência chamada zootecnia são motivos de intenso debate na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Na última terça-feira (5), a Comissão realizou uma audiência pública sobre o assunto, para que os deputados se subsidiassem de informações antes de votar o Projeto de Lei nº 2.824/2008, que veda o exercício da zootecnia a agrônomos e veterinários. De acordo com o projeto, os veterinários e agrônomos que demonstrarem exercer atribuições da zootecnia até a publicação da lei terão suas atividades asseguradas.
Apesar de, em entrevista ao Confea, o deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB/PA) dizer que o texto do projeto de lei é inconstitucional, a Chefe do Departamento de Ciências Básicas da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo, Célia Carrer, afirmou, durante a audiência, que o texto recebeu parecer de constitucionalidade quando passou pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Wandenkolk argumentou que o projeto fere o princípio constitucional de que a lei não pode retroagir para prejudicar.
O coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Agronomia do Sistema Confea/Crea, Fernando Juliatti, participou da mesa de debates como representante do Conselho Federal. Segundo ele, nas últimas décadas, foi marcante a atuação conjunta de agrônomos, veterinários e zootecnistas no desenvolvimento da tecnologia tropical em manejo de pastagens, melhoramento animal, estabelecimento de índices zootécnicos, produção de carnes e ovos, entre outros produtos da atividade zootécnica. “A argumentação de que existe um número expressivo de zootecnistas no Brasil não procede”, afirmou.
“Por conta dessa lei, caso aprovada, um profissional pleno por formação e competência, que poderá se especializar na área da zootecnia, terá os seus direitos cassados e cerceados”, argumentou Juliatti. Ele citou, ainda, o inciso XIII do artigo 5º da Constituição Brasileira, segundo o qual “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a Lei estabelecer”. Segundo ele, a reivindicação dos zootecnistas é, no fundo, uma luta por reserva de mercado.
Do outro lado da questão, o autor do projeto, deputado Zequinha Marinho (PMDB/PA), concordou que a reivindicação dos zootecnistas se trata de reserva de mercado, mas questionou os motivos pelos quais os zootecnistas tomaram essa atitude. “Eles se sentem sufocados e ‘engolidos’ pelas outras profissões”, disse. “A questão é uma disputa de mercado. Nada mais do que isso”, explicou, ao defender que o mercado exige mão-de-obra qualificada e, por esse motivo, faz-se necessária a distribuição das atribuições. “O agronegócio precisa das três áreas, especialmente uma complementando a outra”.
O consultor da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária Júlio Otávio Barcellos, também presente ao debate, destacou o elo entre as três profissões. “As pós-graduações em zootecnia estão nas escolas de agronomia e veterinária, com exceção do sistema paulista de educação”, disse. “Por exemplo, higiene e saúde animais são responsabilidades do veterinário, enquanto a alimentação é planejada pelo zootecnista. Melhoramento genético faz parte da zootecnia, no entanto a reprodução é atribuição do veterinário. Ou seja, essas profissões são indissociáveis”. Segundo ele, a aprovação do texto prejudicaria todas as profissões. “A competência profissional de cada um está acima da competência de cada área”, defendeu. O deputado Cláudio Diaz (PSDB/RS) caminha no mesmo sentido ao dizer que os bons profissionais sempre têm mercado. Segundo Diaz, a convivência harmônica entre as três profissões foi o que fez o agronegócio brasileiro chegar aonde chegou. “A própria restrição não faz arte do meu senso democrático. É injusto impedir agrônomos e veterinários de cuidar, por exemplo, da produção animal, alimentação animal e melhoramento genético”, argumentou. Nesse sentido, o deputado Afonso Hamm (PP/RS) concorda que seria uma injustiça restringir atribuições aos agrônomos e veterinários. “No entanto, ressalto que a discussão é oportuna”.
O deputado Waldir Neves (PSDB/MS) acredita que a discussão sobre o assunto está extemporânea. “Devemos manter como está. Para quê mexer em time que está ganhando?”. Paulo Pial (PMDB/MG) concorda de que não é necessária nenhuma decisão final neste momento. “No entanto, o debate não se encerra hoje. A globalização está presente e, se no futuro for necessário rediscutir o assunto para a própria evolução do país, voltaremos ao tema”, garantiu.
O projeto de lei e o mercado do agronegócio
O deputado Onyx Lorenzoni (DEM/RS) é da opinião de que agrônomos e veterinários podem exercer a zootecnia com segurança. “Em vez de apartar as categorias, precisamos ficar de mãos dadas em nome da agropecuária brasileira”. O deputado Lira Maia (DEM/PA) compartilha dessa opinião. “As atribuições se complementam. O debate sobre o tema é importante, mas pelo bem do crescimento do agronegócio do país, temos que arquivar o projeto”, disse.
De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Ensino da Medicina Veterinária, Rafael Mondadori, a aprovação do texto traria prejuízo ao setor agropecuário brasileiro e influenciaria o mercado nacional. No entanto, o autor do projeto, deputado Zequinha Marinho (PMDB/PA), afirmou que, em qualquer área, o mercado se adapta a novas realidades e a mudanças nas profissões.
Beatriz Leal - Equipe de Comunicação do Confea
Comentário de Artur Melo em 1 maio 2009 às 12:07
Obrigado, Jorge, por ter enviado ao Freire. Aliás, ele foi meu professor de fertilidade na Rural. Gente Boa!
Acho que é um pleito justo, até pq respeito muito os arquitetos, mas é só uma pequena minoria deles que fazem bons projetos de paisagismo. A nossa formação, com todo o estudo de fisiologia vegetal, fitopatologia, fertilidade, fitotecnia, etc , além da própria cadeira de Paisagismo, nos dá qualificação para fazermos os referidos projetos e não podemos registrar ART.
E isso deve se acirrar até porque a Arquitetura está em vias de sair do sistema CREA e organizar ondem de classe independente.
Comentário de Jorge Antonio RJ em 30 abril 2009 às 23:42
PROJETO DE LEI DA ZOOTECNIA. LEMBRAM-SE DO 4560. ARTICULEM-SE!
FERNANDO JULIATTI
Coordenador Nacional de Agronomia do CONFEA
Postado por FERNANDO CEZAR JULIATTI em 17 abril 2009 às 20:18
Encaminho este e-mail como coordenador Nacional de Agronomia e preocupado com a situação do Projeto de Lei que esta tramitando no Congresso Nacional e retira as atribuições do Engenheiro Agrônomo.Este assunto foi amplamente debatido na última CCEAGRO em Brasília realizada nos dias 13 e 14.Esteve presente o Deputado do Pará Wandelkoch que esta nos ajudando nesta tarefa e precisa de uma ação conjunta para que o projeto de Lei seja engavetado na próxima semana.Se voce tem algum outro Deputado que possa nos ajudar e mesmo não sendo Eng. Agrônomo seria bom acioná-lo.Segue em anexo algumas informações sobre o assunto. O email do Deputado é:
dep.wandeenkolk@camara.gov.br ;e; marilia.sa@camara.gov.br

Assunto : Projeto de Lei nº 2.824/2008 – Veda o exercício da profissão de zootecnista aos agrônomos e veterinários.
Interessado : Confea Origem : DAC/Crea-DF Item da Pauta : Relato
Relator : Conselheiro Kleber Souza dos Santos Local : Crea-DF Data: 16.7.2008
Texto: Sr. Coordenador e Srs. Conselheiros:
Trata-se do Projeto de Lei nº 2.824/2008, de autoria do Deputado Zequinha Marinho, que “revoga a alínea ‘c’ do art. 2º da Lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968, para vedar o exercício da profissão de zootecnista aos agrônomos e veterinários”. O Deputado utiliza como argumento a elevada quantidade de cursos de zootecnia na atualidade, o que dispensaria a necessidade de contar com profissionais sem a formação específica. Em consulta no endereço eletrônico da Câmara dos Deputados verifica-se que a matéria tramita na Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público. O argumento propagado pelo parlamentar carece de sustentabilidade, tendo em vista que a zootecnia, segmento da agronomia, demanda a integração dos conhecimentos sobre criação de animais, fitotecnia, edafologia, engenharia rural, administração etc. O que geralmente é verificado na formação do Engenheiro Agrônomo – profissional de natureza sistêmica e eclética. Assim não se pode negar a grande contribuição passada e atual dos Engenheiros Agrônomos para a zootecnia. Hoje inclusive existem cursos de agronomia que destacam sobremaneira a zootecnia na formação do Engenheiro Agrônomo. Portanto, em que pese existirem profissionais específicos em zootecnia há que se reconhecer a contribuição de Engenheiros Agrônomos, formados na graduação com especialização na pós-graduação, que atuaram, atuam e futuramente devem trabalhar para o desenvolvimento tecnológico da zootecnia – inclusive existem professores Engenheiros Agrônomos nas próprias escolas de zootecnia. Destarte, o PL proposto provoca constrangimento e desnecessário atrito entre profissionais de ciências agrárias, é prejudicial à evolução da zootecnia e CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA Modelo VII Relatório e Voto Fundamentado
AR2 VIA 1001 Folha 2
Texto: e da agropecuária. Considerando que o PL também prejudica a atuação dos Médicos Veterinários há que se unir esforços entre conselhos profissionais e entidades de classe de Engenheiros Agrônomos e de Médicos Veterinários visando esclarecer os parlamentares da Câmara dos Deputados a respeito do caráter deletério deste PL à área de zootecnia. Recomendo encaminhamento deste relato para a Presidência do Confea, para a Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Agronomia e para a Confederação de Associações de Engenheiros Agrônomos do Brasil – CONFAEAB, no sentido destas instituições, em conjunto com o Conselho Federal de Medicina Veterinária e com a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, prestarem o devido acompanhamento à matéria e encaminharem manifestação junto à Câmara dos Deputados em favor do arquivamento do PL. Sr. Deputado Federal Wandeemkolk Gonçalves: Em atenção ao que foi combinado na reunião nacional de Câmaras Especializadas de Agronomia, no CONFEA, encaminhamos parecer contra o PL 2824, de 2008, aprovado no CREA-DF. Enviamos com objetivo de fornecer argumentos técnicos para o arquivamento da matéria. Colocamo-nos à disposição para maiores esclarecimentos.
Att. Engenheiro Agrônomo KLEBER SOUZA DOS SANTOS
Conselheiro no CREA-DF
Representante das Câmaras Especializadas de Agronomia na CIAM (Comissão de Integração de Agrimensura, Agronomia, Arquitetura, Geologia e Engenharia para o Mercosul)

Comentário de GILBERTO FUGIMOTO em 19 abril 2009 às 20:16
Olá Fernando, Trata-se de uma questão muito importante para garantia da categoria. Objetivamente o que é preciso / possível fazer? email aos relatores?
Mobilizar os Creas e Associações?

Comentário de FERNANDO CEZAR JULIATTI em 19 abril 2009 às 21:03
Email aos relatores e mobilizar as associações. Um abraço.
Fernando JUliatti.

Comentário de JORGE ANTONIO RJ em 30 de abril de 2009 às 22:30
Ações imediatas: 1- Pautar o assunto na reunião da AEARJ; 2- Manter contato com os deputados federais do RJ; 3- os agronomos de outros estados devem manter contato com os deputados federais de seus estados; 4-Todos da rede devem se manifestar enviando e-mails para os deputados federais das comissões que estão analisando o projeto; 5- Juliatti /CCEAGRO e Kleber /Crea-DF podem nos informar a lista de emails dos deputados federais. Mobilizemo-nos. Não somos contra as demais profissões, mas não podem impedir o direito de exercermos nossa profissão.
Comentário de Jorge Antonio RJ em 30 abril 2009 às 23:37
Artur Melo - Enviei sua mensagem ao Luiz Freire, que é o representante da AEARJ no Crea-RJ e atual Coordenador da Câmara de Agronomia do Crea-RJ, paa que ele leve esta questão ao Juliatti que é Coordenador Nacional da CCEAGRO
 

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