Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Em quase toda atividade, o mais difícil é começar. Aos colegas que estão preocupados com a capacitação digo que, mesmo não tendo sido selecionado para fazer o curso oficial, há muito o que estudar na Internet. Eu mesmo já coloquei link para tese acadêmica e vídeos esclarecedores do YouTube aqui na Rede Agronomia. Ao baixar o programa do CAR no site www.car.org.br a simples leitura da Legislação Ambiental pertinente no seu Help (Ajuda) já é meio caminho andado.

O que me preocupa (mais do que quanto cobrar pelos serviços de preenchimento) é o modo como entraremos em contato com o proprietário interessado em obter ajuda. Se os órgãos ambientais não implantarem um BALCÃO DE OFERTAS, não imagino como será esse contato inicial.

Outra preocupação é com a resolução do satélite (apenas 5 m), para delimitar feições em áreas pequenas. Se bem que, ouvi falar, até 4 MÓDULOS FISCAIS, o Poder Público (parece que) vai cuidar do CAR, ficando para nós as médias e grandes propriedades que, em princípio, não terão essa dificuldade de traçar o lápis em volta delas.

Portanto, colegas, ânimo e mãos à obra.

Bom dia a todos.

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Respostas a este tópico

Luiz, boa tarde

Falando sobre a resolução do satélite, percebi que além disso, tem muitas imagens que são atrapalhadas pelas nuvens, dificultando assim a vizualização de uma propriedade. Segundo o tutor de minha turma (sala 18) até 4 módulos fiscais, o processo poderá ser feito através da delimitação na própria imagem do satelite. Mesmo assim, vejo essas dificuldades e mais, como poderemos definir uma área de uso restrito (25 a 45º)? Entendo que realmente, para que o trabalho fique preciso, deveremos nos deslocar e fazer todas as coletas de dados no campo. O que você acha.

Sds

Lademir

Lademir,

Quando escrevi o texto acima (4 de novembro), de fato, eu ainda não havia sido selecionado para participar do Curso. Hoje, felizmente, participo. Esse detalhe das nuvens, realmente, é o 'calcanhar de Aquiles' de toda e qualquer imagem de satélite, principalmente na Amazônia e áreas litorâneas. Eu também estou curioso pra saber como o MMA vai orientar o CAR na delimitação de áreas utilizando como critério a altitude. No enunciado da Atividade/Exercício 3.1B, você deve ter observado que foi incluído um shapefile de AREA_USO_RESTRITO_DECLIVIDADE_25_A_45 mas, apenas, para ser inserido no polígono da propriedade rural de Amaralina-GO. Se eu mesmo não pudesse visitar a propriedade (ou pedir à alguém para fazê-lo por mim), num último recurso, eu 'visitaria' a área no Google Earth, pois lá existem ferramentas de medição de distâncias e alturas. O que acha da ideia ?

Sds

José Luiz

Luiz

Também pensei nessa possibilidade do Google Earth,como uma saída. É interessante que os responsáveis pelo CAR, ainda não se pronunciaram a respeito dessas dificuldades. Outrossim, vejo que muitos dos participantes, não são das áreas das ciencias agrárias e imagino tão confusos esses cursistas possam estar.

Aqui na cidade de Salgueiro, o sindicato dos trabalhadores rurais enviou alguns funcionários para uma capacitação no CAR, porém eles estão voando no assunto.

Bom, tenho bastante interesse em dominar esse assunto e vou lutar por isso e, contando com diálogo entre nós, que somos profissionais da área, espero que consigamos nossos objetivos.

Abraço

Lademir

Lademir,

Eu também tenho pena de quem se aventurar a preencher o CAR sem ter passado por uma capacitação como a nossa (que, apesar das falhas, é de uma didática elogiável). Tem gente, mesmo da nossa área, que deve achar a palavra 'shapefile' um palavrão. O problema das imagens de satélite (o Governo pagou quase 300 milhões de reais à Alemanha por elas) é que, mesmo mostrando apenas uma única composição de bandas (RGB), elas são pesadas. Uma alternativa seria, nas áreas declivosas, também serem disponibilizadas informações de altitude, como acontece com as do Google Earth. Ou uma entrada (não sei como) da imagem de outro satélite (com resolução de 50 cm) ou VANT, no sistema CAR. Você se admirou dos responsáveis não darem as respostas que queremos. Um aspecto urgente, que me preocupa, é como eles farão para nos colocar em contato com os interessados no preenchimento.

Um abraço

J.Luiz

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