O paisagismo feito com critérios de sustentabilidade propiciam melhoria ao meio ambiente, seja rural ou urbano.
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Comentários

  • Avaliação Ornamental de Fruteiras Exóticas e Silvestres para Composição Paisagística

    http://www.pesagro.rj.gov.br/downloads/infonline/online12.pdf

  • Paisagismo modero e sustentável: plantas nativas, projetos de jardins sustentáveis, jardins verticais e em lajes planas,minimização de problemas urbanos de poluição, ruído e águas pluviais.De 8 a 29/08,manhã e tarde.Unisinos de S.Leopoldo,RS.Link: http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao/plantas-medicinais-e-arom...

  • Cada vez mais há interesse por áreas planejadas com critérios de sustentabilidade e a inserção de plantas nativas já é bem aceita pelos clientes particulares e empresariais.Estarei mais uma vez de 8 a 29 de agosto com o curso de Paisagismo moderno e sustentável, na Unisinos de S.Leopoldo,RS, propiciando as ideias e abordagens novas para projetos sustentáveis de jardins.http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao#

  • 1490361588?profile=RESIZE_480x480

    Cursos em na Universidade do Vale do Rio Sinos, UNISINOS em S.Leopoldo, RS:

    Curso de Técnicas de jardinagem: seleção de espécies ornamentais, plantios e propagação em maio, dias9,16,23 e 30, das 8:30-17:00h

    http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao/tecnicas-de-jardinagem-se...

    Curso de Paisagismo moderno e sustentável, em agosto, dias8,15,22 e 29/08, manhã e tarde. http://www.unisinos.br/#

    com Miriam R.Stumpf Morelli, Engenheira agrônoma

  • 1490362243?profile=RESIZE_1024x1024O paisagismo é um dos trabalhos mais interessantes e artísticos dentro da área da agronomia. Profissionais que trabalham nesta área sabem que é preciso conhecer as plantas, suas necessidades de luminosidade, água e substratos adequados. A partir daí o planejamento de jardins é uma tarefa prazeirosa. Pensando em propiciar a quem não desenvolveu este lado da profissão, estaremos propiciando dois cursos este ano:

    1. Curso de jardinagem:conhecimento sobre plantas ornamentais nativas e exóticas e sua forma de cultivo e manutenção de jardins,etc.Dias 13,20,27/06, 4,11/07/2015;

    2. Paisagismo urbano: abordagem sustentável de planejamento de jardins para áreas residenciais e empresariais. Formas, texturas de folhagem, florações e muito mais. Dias10,17,24 e 31/10/2015.

    Ministrante e coordenadora: Miriam R.Stumpf Morelli, Engenheira agrônoma e paisagista

    Local:  Rossatto Garden Center em Porto Alegre.

    Contato: cattleya.consultoria @gmail.com 

  • 1490350448?profile=RESIZE_320x320Curso de Paisagismo moderno e sustentável em agosto de 9 a 30, sábados,manhã e tarde.Unisinos de S. Leopoldo.Interessados escrevam para cattleya.consultoria@gmail.com e venham participar desta abordagem diferente para solução de problemas urbanos com critérios de sustentabilidade e o uso de plantas nativas.

  • 1490350152?profile=RESIZE_320x320Critérios e ideias de sustentabilidade aplicados a projetos de jardins  com a minimização de problemas urbanos de poluição, ruído,etc com plantas nativas.Oportunidade de trabalho diferenciado pra quem atua na área.Livro disponível para os interessados, me escrevam que envio para todo o país. Contato: cattleya.consutoria@gmail.com

  • Convite a todos:  Dia 21/10 estarei realizando uma palestra sobre Jardins da praia, litoral Norte do RS. Rossatto Garden Center em Porto alegre, fone 51-32505076. É um evento beneficiente. Horário: 14:00h

  • Tecnologia que usa pó de rocha como fertilizante é alternativa para recuperação de solos degradados

    Projeto Piloto será Implementado em Campo no Perímetro de Irrigação Baixio de Irecê (BA) .
    O uso de rochas moídas, conjuntamente com adições de máteria orgãnica por adubação verde, inoculação de sementes por microorganismos para fixação de nitrogênio, uso de rejeitos de indústria(escórias),e  como alternativa aos fertilizantes químicos solúveis foi tema do workshop sobre Rochagem na sede da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Brasília, nesta quinta-feira (9). A tecnologia, que já é uma realidade em muitos sistemas de produção agrícola sustentável, em especial entre agricultores familiares do sul do Brasil, está em conformidade com os princípios agroecológicos e serve como uma opção viável de recuperação de solos tropicais degradados.

    O evento promoveu uma discussão – entre técnicos da Codevasf, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) – Serviço Geológico do Brasil, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade de Brasília (UnB) – sobre a tecnologia de rochagem, as possibilidades de aplicação no âmbito das ações da Codevasf e as perceptivas de elaboração de um projeto piloto em conjunto.

    “A ideia é agregar ao agricultor familiar uma matéria-prima que seja de baixo custo e disponível na região próxima à área de produção, eliminando a dependência desses agricultores dos fertilizantes, que são em sua maioria importados¨", o Brasil exporta 80 a 90% do nitrogênio e 70 a 80% do Potassio, afirma o assessor da presidência da Companhia, Stênio Petrovich.

    Segundo o assessor, o projeto piloto, ainda em fase de formatação, será multidisciplinar e contará com a expertise dos órgãos envolvidos – a geologia, a cargo da CPRM; os experimentos agronômicos, da Embrapa; a pesquisa de laboratório mineral, da UnB; e a disponibilização da área e do pessoal para aplicar a técnica na ponta, da Codevasf. “A região escolhida para aplicar esse projeto piloto com os agricultores foi uma parte do perímetro de irrigação Baixio de Irecê (BA) com pouca fertilidade, que são as areias do rio São Francisco”.

    Rochagem - Pode ser entendida como um processo de rejuvenescimento ou remineralização do solo, mediante a adição de pó de rocha (ou seus subprodutos), desde que contenha quantidades consideráveis de macro e micronutrientes necessários ao pleno desenvolvimento das plantas.


    “As rochas têm molibdênio, cobre, vanádio, sílica, uma série de outros elementos que, mesmo em pequenas quantidades, são importantes. A banana e o mamão dependem muito de potássio, já o morango depende muito do molibdênio”, exemplifica Magda Bergmann.

    O reconhecimento e o interesse despertado por essa prática tem crescido em função de resultados obtidos por várias instituições de pesquisa e fomento – CPRM, Embrapa, UnB, entre outras – que confirmam os resultados promissores obtidos em diversos testes e áreas demonstrativas, em substituição ou complementação aos fertilizantes convencionais. Mas a geóloga ressalta que não se pode moer qualquer rocha para usar na produção de alimentos. “Essas rochas devem ter uma certificação de que não possuem elementos nocivos à saúde e que realmente contribuem para a nutrição da planta”, diz.

     

  • Convido a todos para o Curso de Paisagismo sustentável no Sindicato dos Engenheiros - SENGE, em P.Alegre,RS dias 1, 2 e 3 dois turnos, 24 horas. Abordagem de critérios e técnicas sustentáveis para projetos de jardins particulares e públicos, com a minimização de problemas urbanos de ruídos, calor, poluição e aproveitamento de águas pluviais. Uso de espécies nativas. Visa a realização de projetos de jardins belos com a melhoria do meio ambiente urbano.Acompanha o livro Jardins sustentáveis de minha autoria.Cotato: SENGE, fone 51-32301600, www.senge.org.br

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Uma ótima oportunidade pra aprender!

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