Troca de idéias sobre riscos de acidentes na zona rural e estudos relacionados ao meio ambiente.
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  • PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM MÁQUINAS AGRÍCOLAS – NR.31.12

    Curso Gratuito EAD SENAR

    Matrícula até 02 de Maio 2018

    Conheça práticas adequadas e seguras de trabalhar com o maquinário, os símbolos universais, adesivos de segurança, noções de primeiros socorros e a importância da utilização de EPIs; tudo de acordo com a NR-31, legislação trabalhista em vigor.

    Maiores Informações:
    http://ead.senar.org.br/cursos/gestao-de-riscos/

  • RISCOS DE ACIDENTES COM TRATORES AGRÍCOLAS

    Em 2007 eu elaborei uma apresentação sobre os riscos no uso de tratores agrícolas. De lá pincei este slide que relaciona o risco de acidentes com os anos de uso da máquina.

    As principais causas de acidentes no uso de tratores agrícolas, relacionadas por mim na ocasião foram as seguintes:

    a)      Ausência da barra de proteção;

    b)      Falta de manutenção;

    c)       Uso inadequado; e

    d)      Falha humana.

    A Caracterização dos Acidentes com Tratores Agrícolas foi explicitada no link abaixo;

    http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-84782002000600010&scr...

    E você, teria algo a acrescentar ?1490361251?profile=RESIZE_1024x1024

  • SEGURANÇA NO USO DE MÁQUINAS

    (Artigo elaborado por mim dia 21/11/2011 e publicado na rede social)

    máquina (*)

    (latim machina, -ae)

    s. f.

    1. Aparelho destinado a produzir movimentos ou a transformar determinada forma de energia.

    2. Instrumento ou aparelho formado de peças móveis. =MAQUINISMO, MECANISMO.

    .

    Conforme a ABNT NBR NM 213-1:2000 – Segurança de máquinas, PERIGO á a causa capaz de provocar uma lesão ou um dano à saúde. RISCO é a combinação da probabilidade e da gravidade de uma possível lesão ou dano para a saúde, que possa acontecer em uma situação perigosa. Ou seja, para ser definido o conceito de risco, precisa-se do conceito de perigo.

    .

    Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego – MTE (**), dos 393.600 acidentes do trabalho ocorridos no Brasil em 1999, cerca de 98.400 (ou 25% dos acidentes graves e incapacitantes) foram devidos a problemas com máquinas. O total de acidentes pulou para 748 mil em 2008.  E olhe que as estatísticas não cobrem os trabalhadores informais – sem carteira assinada – que formam cerca de 60% do total.

    .

    Com o avanço da consciência ambiental no Brasil, a cada dia é maior o número de máquinas que colaboram com a defesa do Meio Ambiente. A Eng. Mecânica Isabel da Silva e o Eng. de Segurança Bráulio Souza, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, publicaram o artigo A melhor alternativa (Revista Proteção | No. 239 | Novembro/2011 | pág. 76), divulgando um método fácil e intuitivo de calcular o Risco de Acidentes com Máquinas, mostrado na Figura abaixo.

    .

    MÁQUINAS UTILIZADAS NA PROTEÇÃO AMBIENTAL

     

    Entre as máquinas utilizadas rotineiramente no Brasil em proteção do meio ambiente, poderíamos relacionar os seguintes grupos:

    a)    Utilizadas em estações elevatórias e de tratamento de água, esgoto e chorume;

    b)   Tratamento e recuperação de efluentes industriais e da agroindústria;

    c)    Reciclagem dos RSUs, RCDs e aproveitamento do gás do lixo – GDL;

    d)   Catalizadores do escapamento de veículos auto-motores; e

    e)    Outras.

    .

    NÚMERO DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

    (Hazard Rating Number – HRN, em ingles)

     .

    Um dos 3 métodos apresentados na reportagem da Revista Proteção e que serviu de base para ilustrar este texto. Apesar de simples e lógico, deve ser aplicado individualmente para cada risco existente na máquina. Ou seja, se houver cinco pontos de riscos, o método deve ser repetido 5 vezes (para a mesma máquina). Entretanto, para fins didáticos, foi considerado somente um perigo existente por máquina, na planilha Excel da Figura acima.

    .

    Os principais Fatores Humanos nos Acidentes estão relacionados nesta minha página sobre Riscos de Acidentes na Zona Rural (***).

    .

    (*) http://www.priberam.pt/dlpo/

    .

    (**) http://www.mte.gov.br/seg_sau/pub_cne_acidentes_trabalho.pdf

    .

    (***) http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/trator.htm1490366161?profile=original

  • O livro trata de um assunto importantíssimo, mas ao mesmo tempo negligenciado: A segurança na operação de máquinas agrícolas. O conteúdo abrange desde fundamentos gerais sobre segurança no trabalho com tratores agrícolas até precauções específicas contra acidentes envolvendo os conjuntos motomecanizados. A linguagem foi projetada para ser de fácil acesso visando todos os possíveis públicos interessados no tema: agricultores, operadores de máquinas agrícolas, técnicos, engenheiros e professores. Os capítulos foram organizados de forma a apresentar uma evolução contínua em termos de complexidade e importância finalizando com um capítulo particular sobre estatísticas atualizadas de acidentes com máquinas agrícolas no Brasil fruto do trabalho dos pesquisadores do Laboratório de Investigação de Acidentes com Máquinas Agrícolas - LIMA.
    A distribuição do livro é gratuita, os interessados deverão arcar com as despesas de correio, maiores informações, poderão entrar em contato através do e-mail: aiveca@ufc.br
  • Muito obrigada pela cordialidade José Luiz... Estou acompanhando as novidades dos grupos e da rede, minhas dúvidas são tantas que nem sei por onde começar, por isso estou fazendo das dúvidas dos meus colegas as minhas para que eu entenda melhor a carreira que escolhi pra mim, pois ainda estou no início do curso, e a maioria das dúvidas tiradas aqui na rede são novidade pra mim.

    Att, Marina Queiroga.

  • Marina,

    Bem-vinda ao grupo. Seria bom participasse com algum tema para reflexão.

    Um abraço cordial,

    José Luiz 

  • Em nossa região (fronteira-oeste do RS) há uma Notificação Coletiva do MTE, visando buscar adequação das propriedades rurais na NR 31. Oferecemos nossa consultoria visando atendimento dessa NR 31. Também temos disponíveis Treinamentos em Maquinário Agrícola, Aplicação Segura de Agrotóxicos, Moto-serra, Trabalho em Altura, Espaços Confinados. Prevenir é o melhor remédio. Colegas, solicitem orçamento grátis, pois atendemos In Company. Mais informações: cesar@agropec.com.br, www.agropec.com.br, ou pelo fone 55 3422 4183.

  • Nossa empresa AGROPEC, realiza cursos de capacitação, visando atendimento das NR´s do MTE. Podemos realizar In Company. Mais informações no site www.agropec.com.br

    Contatos com César Moutinho, pelo cesar@agropec.com.br, ou pelo fone 55 8405 5579.

    Nossa sede: Alegrete-RS.

  • muito bom esse grupo, de riscos de acidentes de trabalho na zona rural,  eu como pós graduando de engenharia de segurança do trabalho será mais uma ótima ferramenta para troca de experiencias e de novas  informações.

  • Uma fábrica de contaminação e mortes em Paulínia

    Após 59 casos fatais, Procuradoria amplia lista de quem terá tratamento pago

    Lino Rodrigues, enviado especial

    PAULÍNIA, São Paulo — A demora na decisão de uma batalha judicial, que se arrasta há mais de dez anos, envolvendo ex-trabalhadores de Shell e Basf e o Ministério Público do Trabalho (MPT) de Campinas, já deixou 59 mortos — dois no último fim de semana —, todos contaminados por substâncias cancerígenas na área onde trabalharam e funcionou a fábrica de agrotóxicos das duas empresas entre 1977 e 2002, no bairro Recanto dos Pássaros, em Paulínia, interior de São Paulo. Parecer técnico encomendado pela Promotoria de Justiça concluiu que houve "negligência, imperícia e imprudência" da Shell e das outras empresas que a sucederam na área no caso da contaminação da fábrica e dos terrenos vizinhos.

    A briga trabalhista dos ex-empregados é para garantir um plano de saúde que cubra despesas médicas com as doenças que surgiram depois de anos de contato com produtos químicos para produção de agrotóxicos. Na quinta-feira, em reunião entre os representantes dos trabalhadores e das empresas, o MPT de Campinas conseguiu incluir mais 13 pessoas em uma lista de 772 que já haviam garantido o direito de cobrar dos ex-empregadores gastos com tratamento médico.

    Em sentença de agosto de 2010, a 2 Vara de Trabalho de Paulínia determinou que a Shell e a Basf teriam de custear totalmente as despesas médicas, laboratoriais e hospitalares dos ex-funcionários e de seus parentes, além de terceirizados que prestaram serviços à fábrica. À época, as empresas também foram condenadas a pagar multa de R$ 622 milhões por danos à coletividade e R$ 64,5 mil de indenização a cada um dos cerca de 600 ex-trabalhadores e seus filhos. As empresas derrubaram a multa e recorrem do pagamento de despesas médicas no Tribunal Superior do Trabalho.

    Filhos de trabalhadoras nasceram com sequelas

    Procurada, Basf não se pronuncia sobre o caso

    O médico toxicologista Igor Vassialeiff, que tratou dos primeiros pacientes, observa que o grau de contaminação ainda existente não permitiria que pessoas sem proteção circulassem pela área. Segundo ele, a presença de pessoas com pouco ou sem nenhum equipamento mostra que o poder público está relaxando.

    Consultado, o Ministério Público estadual, que assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) logo depois que foi confirmada a contaminação da área, em 2001, disse que já está na hora de rever o acordo firmado com as empresas. Segundo a procuradora de meio ambiente do MP de Paulínia, Kelli Altieri Arantes, embora as informações sejam de que há inspeções periodicamente, a ideia é fazer um balanço e atualizar alguns pontos do TAC que podem já não ser suficientes para recuperar a área contaminada. Disse também que o órgão vai investigar se realmente está havendo relaxamento na prevenção e alertas estabelecidos no acordo para assegurar o isolamento da área.

    Em nota, a Shell disse que as medidas de recuperação ambiental do bairro Recanto dos Pássaros acontecem há mais de dez anos e prosseguem dentro dos prazos acertados com as autoridades. Sobre os seguranças que estão no local, afirmou que eles não "precisam de vestimentas, máscaras ou qualquer outro tipo de proteção especial, uma vez que a baixa contaminação existente está restrita ao lençol freático". Sobre trabalhadores que atuam em obras de "remediação", diz que são obrigados a utilizar vestimenta adequada, que atende à legislação ambiental e trabalhista vigente.

    URL: http://glo.bo/GYWGIB

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