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Confaeab Política Nacional de Conservacao de Agua e Solo

CONFAEAB propõe Política Nacional de Conservação do Solo e Água

A Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil - Confaeab  de forma propositiva e inovadora criou, por portaria interna, um Grupo de Trabalho  para elaboração da minuta de Projeto de Lei para instituir a Política Nacional de Conservação do Solo e Água

A criação do GT é um encaminhamento de deliberação do XXXI Congresso Brasileiro de Agronomia - CBA Rio 2019,  que aprovou encaminhamento para “elaborar e sensibilizar parlamentares pela aprovação de projeto de lei para instituir a Política Nacional de Conservação do Solo e Água” (vide, Carta do Rio de Janeiro, de 23 de agosto de 2019).

O Grupo de Trabalho será constituído pelos Engenheiros Agrônomos: Francisco das Chagas da Silva Lira (Diretor do Departamento de Política Profissional), Eduardo Bianconcini Teixeira Mendes(Diretor de Assuntos Parlamentares), Arnaldo Colozzi FilhoElói Panachuki, Fábio Régis Souza, Francisco de Assis Bezerra Leite, Gilmar Germano Jacobowski, Luís César Cassol, Oswaldo Júlio Vischi Filho, Paulo Affonso Baqueiro, Pedro Alberto Selbach, Pedro Luiz de Freitas.

O GT terá 5 meses para  captar e sistematizar ideias e propostas  sobre o tema,  preferencialmente das Associações Filiadas e dos Diretores da CONFAEAB, além dos (as) Engenheiros (as) Agrônomos (as) em geral, e que deverão ser encaminhadas via E-mail, confaeab@confaeab.com ou outros canais disponibilizados pelo próprio GT. 

 

Sugestões devem ser encaminhadas ao email   confaeab@confaeab.com

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Comentário de Mauricio Dutra Garcia em 15 junho 2020 às 22:16

Excelente iniciativa da CONFAEB, espero que essa construção seja um marco referencial da nova CONFAEAB tão esquecida em anos anteriores. 

Sobre o GT tenho alguma sugestões:

  1. considerar um capitulo sobre recuperação de solo degradados, já que o Brasil se projeta em aumentos sucessivos de safras sem desmatamento das áreas consolidadas e precisam ser preservadas. 
  2. usos racional e sustentável dos solos de florestas sem agressão à flora e fauna existente.
  3. preservação das nascente, sem as quais o solo perde seu valor produtivo.

 Essa são algumas sugestões que esperam esteja no "radar" do GT. Continuarei contribuindo se assim me for permitido.

Mto obrigado

Mauricio Garcia/DF

Comentário de Gilberto Fugimoto em 8 junho 2020 às 20:04

Solange, Mario Sergio e Leonel,

Grato pelas observações e contribuições. 

A Confaeab deve criar um canal para receber contribuições, fomentar o debate e centralizar as informações!

abração

Comentário de Solange da Costa Nogueira em 8 junho 2020 às 19:44

Boa noite.

Achi muito oportunas as sugestões do Mario Sergio Godoy. Especialmente no que diz respeito às estradas rurais, cuja manutenção compete ao poder público. Conheça uma situação em que quase toda a água da estrada escorre para a propriedade de um agricultor familiar. Neste caso mesmo que o agricultor faça plantios em nível, terraceamento e cordões vegetais, dificilmente consegue controlar a enxurrada que corta a propriedade. Além disso, deveria haver mais apoio financeiro aos agricultores familiares para adotarem as praticas mecânicas de conservação do solo em áreas  com grande declividade.  

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 8 junho 2020 às 17:08
Prezados,
minha contribuição não é nada original, já é lembrada em quase todos os movimentos pela conservação do solo e mananciais: as ESTRADAS vicinais e carreadores rurais. Onde escoa muita água (inclusive dos campos de plantio direto na palha).
como está sendo extinta a CODASP (por exemplo, no interior de SP) talvez valha a pena querer marcar o assunto junto às Assembleias e aos governos estaduais para que tenham políticas neste quesito.
a necessidade reter água nas propriedades e de sistematicamente sangrar as Estradas (e carreadores) leva a questão do terraceamento das propriedades.
outra questão é o mapeamento das erosões e a solução para recuperar a área ou, pelo menos, deter seu avanço. (Obs: muita gente considera a questão das Estradas como uma "erosão com estrada dentro").
creio que seja muito necessário mexer com a questão da fiscalização, da Defesa Agropecuária (ATER ou equivalente). Os agentes muitas vezes próximos do poder executivo local são "reféns" da política (prefeitos/vereadores), ou seja, de não se indispor com eventuais eleitores...
um caso que me parece grave e necessário é o de cada município fazer um trabalho pró-ativo no sentido de estudo (por imagens aéreas tipo Google Earth) dos diversos pequenos barramentos ((creio que os maiores tenham a devida fiscalização e exigência de construção)) nas propriedades rurais, particularmente nos locais de assentamento ((de antigas fazendas)). Fazer visita às propriedades para vistoria e adequação. Ano sim, ano não, quando chove um pouco mais, é muito comum o rompimento destas barragens e o efeito local é muito devastador ((e perigoso)) para o meio ambiente e para o trânsito regular das propriedades ((atingindo várias vezes Rodovias Estaduais de alguma relevância)).
sem mais,
Comentário de José Leonel Rocha Lima em 8 junho 2020 às 16:44

MUITO IMPORTANTE O GRUPO DE TRABALHO.

A CONFAEAB ESTÁ FOCADA NOS GRANDES PROBLEMAS E TAMBÉM NOS GRANDES POTENCIAIS DA AGRONOMIA BRASILEIRA.

FOCADOS E JUNTOS PODEREMOS MUITO MAIS. 

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