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Sete de Setembro Agro

CONFAEAB celebra Independência e Democracia

 

 

Neste 7 de setembro, data do bicentenário da Independência, a CONFAEAB destaca que sem democracia não há liberdade, autonomia, soberania nem prosperidade. Por isso, manifesta o respeito às instituições brasileiras, representadas pelos Três Poderes da República, ao sistema eleitoral e à Constituição Federal.

Um país independente e democrático, referência mundial na agricultura, que prioriza o combate à fome e a redução das desigualdades. Esse é o Brasil que almejamos.

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PROAGRO Um Foco na Carreira Profissional

PROAGRO: muito trabalho, falta perito
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Rede Agronomia 13 Anos

Rede Agronomia 13 Anos

Aqui já faço uma correção: já são 13 anos de atuação da Rede Agronomia.

Ao longo desse tempo a Rede Agronomia promoveu ambiente de articulação de parceria, cursos, especialmente da AEARJ e divulgação de informação relevante ao engenheiro agrônomo. Já foram mais de 2.550 postagens de blog de vários colaboradores.

Para dimensionar o tamanho do trabalho desenvolvido, fiz há 3 anos uma postagem (https://agronomos.ning.com/profiles/blogs/rede-agronomia-10-anos-de-manutencao/)  mensurando não só o valor pago anualmente para manutenção da Rede Agronomia mas também o tempo gasto com a sua articulação. 

Comentava que a mensuração financeira é de fácil demonstração conforme histórico de cobranças abaixo que, em 13 anos alcança quase U$ 3.200. 

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Em termos de dedicação pessoal, fica mais difícil dimensionar pois teria que computar o total de horas gastas na produção de conteúdo, manutenção das redes sociais na internet, produção de cursos e eventos presenciais, participação em reuniões. Num exercício conservador, poderia estimar algo em torno de 300 horas por ano destinadas à Agronomia e suas redes sociais. 

Mobilização na Rede Agronomia

Para saber ser vale a pena sua continuidade e de que forma os colegas poderiam contribuir, estou compartilhando formulário para avaliarmos se continuamos ou não com esse projeto coletivo.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMbUpKSCnG6Iv1ooPGfmdfoUFP3yXMhoj6clRuuEDJ5BTnGA/viewform?usp=pp_url

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Fim da Rede Agronomia

Rede Agronomia vai Encerrar!

Tomei a decisão de encerrar as atividades da Rede Agronomia nesta plataforma NING por não poder mais suportar os custos de sua manutenção sozinho. 

Após 12 anos de atividades, caminhamos para o encerramento da Rede Agronomia nesta plataforma NING. A Rede foi criada em 24 de março de 2009, numa reunião da AEARJ sobre estratégias de comunicação. Sugeri então, a criação deste espaço. Como já vinha trabalhando com redes sociais presenciais, a proposta foi uma saída mais interativa que o desenvolvimento de um site. 

Na rede não há um emissor para muitos receptores, todos são emissores e receptores, influenciam e são influenciados, opinam e acolhem opiniões. Pontos de vista serão confrontados respeitando-se as diferentes posições. Dizia então que não via nada mais próximo de uma democracia. Continuo acreditando nisso!

Nos 10 anos da Rede Agronomia fiz um balanço do tempo e dinheiro investido nesta atividade. Só no pagamento da hospedagem desse espaço já foram gastos mais de R$ 16 mil, atualizado para o dólar de hoje. A anuidade custa U$ 239,90. Além disso estimei, por baixo, que gastava em torno de 300 horas na interação e produção de postagens. Se fosse valorar essa dedicação, seriam R$ 60 mil por ano. 

Realizações da Rede Agronomia

Nesses 12 anos a Rede Agronomia tornou-se um espaço de referência estimulando o debate e a mobilização em torno de temas de interesse da categoria. 

Já foram mais de 2.550 postagens de blogs, mais de 120 grupos de discussão entre os 8.577 membros. Neste tempo e espaço mobilizamos contra Projetos de Lei que nos prejudicavam como os da Zootecnia, de Sementes e Mudas. Divulgamos ainda a criação do novo Código Florestal. Vagas de emprego divulgadas, bem como comunicados e debates técnicos.

Travamos debates acalorados sobre temas em que concordamos e discordamos, produzindo mais clareza para quem participou e assistiu. Principalmente fizemos amigos e parceiros de lutas, que não teríamos conseguido sem essa plataforma. Neste particular agradeço imensamente as amizades que aqui criei!

Quando

A Rede Agronomia na sua plataforma NING vai encerrar as atividades em 20 de julho de 2022, quando vence o período de renovação da assinatura

Que saídas

A única forma de manter a Rede Agronomia no ar seria uma mobilização de seus membros para custear sua manutenção que está em U$ 239,90 que está inviável para mantê-la sozinho. 

Tenho feito isso por 12 anos a um custo de U$ 2.878. Considero minha contribuição para a organização da Agronomia ao longo desses anos, sem contar todas as horas trabalhadas neste projeto de interesse coletivo. 

Já fiz, no início da rede, uma campanha de contribuição entre os membros, mas teve baixa adesão. A AEARJ complementou o pagamento do primeiro ano, que teve valor reduzido. 

Enfim, aguardemos as manifestações que determinarão ou não a continuidade desta rede que teve papel importante na organização e conexão da categoria.

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Reunião do GT Estradas Vicinais

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DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA

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Eu perguntei ao Google: "Quais os destinos da madeira da Amazônia ?" e a resposta foi a seguinte:

"Embora a exportação costume chamar mais atenção, o principal destino da madeira amazônica é, de longe, o mercado interno, que absorve cerca de 70% da produção. Entre as espécies mais cobiçadas estão: ipê, mogno (ameaçada de extinção), cedro, jatobá e maçaranduba".

Segundo reportagem de O Globo, o principal destino dos produtos é o mercado nacional. A maior parte vai para a região amazônica, sobretudo Mato Grosso e Rondônia (41%). Fora da Amazônia, São Paulo é o maior estado consumidor (6% do total da madeira). (1)

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Curiosamente, segundo o jornal, dos produtos madeireiros que chegam ao mercado consumidor, os Aparelhados e beneficiados de madeira são apenas 1,8% do total (478 m³ entre 2018 e 2020); os principais são: Resíduos florestais e industriais (38% e 9.888 m³) e Peças serradas para a construção civil (23% e 6.084 m³), seguidos de Cavacos, cascas etc. (19% e 4.965 m³).

Segundo a Imazon, em 1998, cerca de 2.500 madeireiras encontravam-se em operação na Amazônia e respondiam pela exploração de 28,3 milhões de metros cúbicos de toras. Entre os países importadores, sobressaem-se os Estados Unidos e França. Entretanto, as exportações para a China cresceram cerca de 950% entre 1999 e 2003. Outros 17 países estão envolvidos na importação de madeira da Amazônia, entre os quais: Alemanha, Espanha, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica, Tailândia, Estônia, Lituânia, Itália, República Dominicana, Haiti, Porto Rico, Taiwan, Índia e México.

Segundo Brasil de Fato (brasildefato.com.br) 90% da madeira exportada da Amazônia é ilegal, afirmou a Receita Federal. A Floresta Amazônica está enfrentando as mais altas taxas de desmatamento e incêndios florestais dos últimos nove anos, como mostra o gráfico abaixo.

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Rômulo Batista, ativista do Greenpeace, afirma que a retirada de madeira não raras vezes, é o primeiro passo para duas outras atividades ilícitas na Amazônia; a grilagem e o  desmatamento ilegal.

Desmatamento e doenças

No artigo "Próximas pandemias podem surgir na Amazônia", a pesquisadora Cecília Andreazzi do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) alerta que a Amazônia passa por intensa transformação, com abertura de novas frentes de desmatamento, agravamento da caça e do garimpo. Tudo isso impacta na emergência e dispersão de patógenos. (2)

Os cientistas descobriram 63 mamíferos em interação com 173 patógenos (vírus, bactérias, vermes, parasitas e fungos) que podem causar, pelo menos, 76 diferentes doenças. Todos estão associados à caça.

Análises computacionais indicaram que as espécies mais caçadas no Brasil, como paca, gambá, tatu e capivara, estão associadas a patógenos que potencialmente causariam danos graves à saúde pública.

Eu nasci em Belém - PA, considerada o Portal da Amazônia e, lá era comum na minha juventude se ver nas ruas do comércio, mendigos com-a-barriga-na-perna (literalmente), graças à Elefantíase ou Filariose linfática, uma doença causada por um verme transmitido por mosquito.

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Segundo estudo publicado na revista Science Advances, liderado por cientistas da Fiocruz, os locais de maior risco de surtos (de doenças endêmicas) são as cidades amazônicas remotas junto a áreas de desmatamento.

Muitas espécies de animais perdem seus habitats devido ao desmatamento (e aos incêndios florestais, lembro eu) e se aproximam de povoações. Com esse movimento, é rompido o equilíbrio na dinâmica que mantém vírus e outros patógenos na segurança da floresta.

Fica pois evidente que desmatamento e caça são graves problemas para a saúde pública. Conservar a floresta é proteger a saúde. Ninguém está imune ao que acontece na Amazônia.

E não se pode falar em doença sem lembrar que antes da Covid-19 foi perguntado à Organização Mundial de Saúde - OMS, quais eram as 3 doenças mais virulentas do mundo, e a resposta foi: Malária, Febre amarela e Oncocercose, todas transmitidas por mosquitos e presentes na Amazônia. Isso sem falar nas doenças neurológicas que podem acometer quem consome peixe dos rios da Amazônia, por causa do Mercúrio dos garimpos que se acumula nos peixes. Menos ainda da estrada de ferro Madeira-Mamoré onde, diz-se cada dormente era devido à morte de um trabalhador, em virtude da Malária.

 

REF.:

[1] Madeira da Amazônia, o desafio da ilegalidade, O Globo, Economia, 29.6.2022, pág. 15.

[2] O Globo, Saúde, 30.6.2022, Ana Lúcia Azevedo, pág. 24.

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PROAGRO: produtor rural perde dinheiro e o perito perde trabalho!
Produtor rural desconhece que contratou PROAGRO e pode receber indenização. Se conhecesse seus direitos as perícias iriam triplicar!
Em janeiro de 2022 a EMATER-MG estimou que 127 mil produtores tiveram algum prejuízo com as chuvas. E quantos acionamentos de PROAGRO ocorreram este ano em MG?
Acredite: este anos houve apenas 230 acionamentos de PROAGRO em Minas Gerais! Mesmo que 10% dos produtores atingidos tivesse PROAGRO (um nº muito conservador), deveria haver 12 mil acionamentos que não aconteceram por desconhecimento!
Um imenso mercado de trabalho que não se amplia e prejudica o produtor rural.
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Perfil dos Peritos em PROAGRO

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PROAGRO: há demanda trabalho de perícia e falta Engenheiro Agrônomo!
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COMBATE A INCÊNDIO COM SPRINKLER

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Brasil é o 3º país com o maior número de mortes por incêndio (Newsletter nº 5). A constatação se baseia no cruzamento de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma pesquisa realizada pela Geneva Association. (1)

O Incêndio é uma ocorrência de fogo não controlado, que pode ser extremamente perigosa para os seres vivos e as estruturas. O fogo tem sido responsável pela ocorrência de grandes catástrofes ao longo da história. A exposição a um incêndio pode produzir a morte, geralmente pela inalação dos gases, ou pelo desmaio causado por eles, ou posteriormente pelas queimaduras graves. (2)

Carrasco (1999) afirma que para ocorrer um incêndio devem concorrer de forma simultânea, a presença de um combustível, um comburente, uma fonte de calor e uma reação em cadeia não controlada. Eliminando-se um desses 4 elementos, terminará a combustão e, consequentemente, o foco de incêndio.

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É importante lembrar também, que para haver combustão é necessário que se tenha no ambiente porcentagens adequadas de Oxigênio. Caso essa porcentagem seja inferior a 16% (dezesseis por cento) podemos afirmar que não haverá combustão, uma vez que a mistura combustível-comburente estará muito pobre.

Segundo a NFPA (National Fire Protection Association) cerca de 21% dos incêndios são provocados pela eletricidade (sobrecarga), inclusive a estática e até uma ponta de cigarro acesa poderá causar incêndio de graves proporções.  

Classificação dos incêndios

Os incêndios, de acordo com a sua localização, são classificados em 5 grupos:

  • em veículos - sejam automóveis, caminhões, ônibus, como em tratores e outras máquinas agrícolas;
  • residenciais - domicílio, agrovila, zona comercial;
  • industriais - silos, armazéns, abatedouros e indústrias rurais;
  • agrícolas - pastos (renovação), canavial (colheita), preparo do terreno; e
  • florestais - nas florestas nativas e cultivadas. (3)

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Combate a incêndios em edificações

Desde sua invenção, os sprinklers (chuveiros automáticos) tem demonstrado ser o melhor e mais eficiente equipamento disponível no combate a incêndios. Contudo é prudente lembrar que um sistema de sprinklers tem como função o combate das chamas em sua fase incipiente, visando a extinção ou retardo que permita o combate por parte da unidade de bombeiros.

Segundo Bryan (1976), o primeiro sistema de chuveiros automáticos foi criado na Inglaterra, em 1806, por John Carey.

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Rede de sprinklers

Sprinkler é um dispositivo automático de combate a incêndio e possui os seguintes elementos e posições de instalação:

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O princípio de operação desse sistema consiste em confinar o fogo na área de aplicação controlando ou extinguindo o foco do incêndio em seu estágio inicial, por meio de descarga automática de água.

A sua eficácia é reconhecida em função do menor tempo decorrido entre a detecção e o combate ao incêndio, pois essa característica pode evitar a propagação do incêndio para o restante da edificação. Outra característica importante desse sistema é o acionamento do alarme simultaneamente com o início de operação, o que propicia a fuga dos usuários com segurança.

Os sprinklers ou chuveiros automáticos são instalados em redes hidráulicas como a mostrada na Figura abaixo, mas contam com inúmeras variações. A alimentação, por sua vez, pode ser através de reservatório, hidrante ou outra fonte segura de água.

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O desenvolvimento de um sistema fixo de combate a incêndios com o acionamento automático se torna importante à medida que as edificações passaram a ter grande parte de sua composição construtiva feita em material combustível. O fogo sempre começa pequeno, com exceção das grandes explosões, por isso é importante que ele seja combatido de forma eficiente, para que sejam minimizadas suas consequências.

O sistema de chuveiros automáticos (sprinklers) é um sistema fixo de combate a incêndio e caracteriza-se por entrar em operação automaticamente, quando ativado por um foco de  incêndio, liberando água em uma densidade adequada ao risco do local que visa proteger e de forma rápida para extingui-lo ou controlá-lo em seu estágio inicial.

Segundo pesquisa realizada ao longo da década de 80 nos Estados Unidos, Solomon (1989) apresentou os seguintes resultados: ˗ 28 % dos incêndios foram extintos ou controlados por 1 (um) sprinkler; ˗ 46 % dos incêndios foram extintos ou controlados por 2 (dois) sprinklers; ˗ 89 % dos incêndios foram extintos ou controlados por até 15 (quinze) sprinklers. Os números atuais são bem superiores, segundo a NFPA (National Fire Protection Association), como mostra a Figura abaixo.

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Componentes do sistema

Os sprinklers instalados nas canalizações dispõem de elementos sensíveis que, ao detectarem um incêndio, fazem com que a água seja descarregada imediatamente (Figura abaixo). Apenas serão acionados os sprinklers afetos à área pela ação do incêndio.

A Figura abaixo mostra o esquema de uma rede convencional de sprinklers e seus componentes principais.

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Normas sobre incêndios de edificações

Grande parte das normas utilizadas no Brasil e no mundo, para prevenção de incêndios no tocante a equipamentos, sistemas e treinamentos, são originárias da N.F.P.A. - National Fire Protection Association dos EUA, organismo norte americano de estudos e normatização de assuntos relacionados a incêndios e a prevenção destes

O Brasil não dispõe ainda de uma Norma nacional; enquanto esse Código não está disponibilizado, temos que utilizar as ferramentas disponíveis, que são as normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e as Instruções Técnicas dos Corpos de Bombeiros das unidades da federação que as possuem.

Uma das Normas Brasileira sobre o assunto é a  NBR 10897 da ABNT; outras, são listadas a seguir:

Dentre as principais normas relacionadas a procedimentos para projeto e construção das edificações relacionadas a incêndio, podemos listar: ˗ NBR 10897 - Proteção contra Incêndio por Chuveiro Automático; ˗ NBR 10898 - Sistemas de Iluminação de Emergência; ˗ NBR 11742 - Porta Corta-fogo para Saída de Emergência; ˗ NBR 12615 - Sistema de Combate a Incêndio por Espuma. ˗ NBR 12692 - Inspeção, Manutenção e Recarga em Extintores de Incêndio; ˗ NBR 12693 - Sistemas de Proteção por Extintores de Incêndio; 31 ˗ NBR 13434 - Sinalização de Segurança contra Incêndio e Pânico - Formas, Dimensões e cores; ˗ NBR 13435 - Sinalização de Segurança contra Incêndio e Pânico; ˗ NBR 13437 - Símbolos Gráficos para Sinalização contra Incêndio e Pânico; ˗ NBR 13523 - Instalações Prediais de Gás Liquefeito de Petróleo; ˗ NBR 13714 - Instalação Hidráulica Contra Incêndio, sob comando. ˗ NBR 13714 - Instalações Hidráulicas contra Incêndio, sob comando, por Hidrantes e ˗ Mangotinhos; ˗ - NBR 13932 - Instalações Internas de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) - Projeto e Execução; ˗ NBR 14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão ˗ NBR 14276 - Programa de brigada de incêndio; ˗ NBR 14349 - União para mangueira de incêndio - Requisitos e métodos de ensaio ˗ NBR 5410 - Sistema Elétrico. ˗ NBR 5419 - Proteção Contra Descargas Elétricas Atmosféricas; ˗ NBR 5419 - Sistema de Proteção Contra Descangas Atmosférias (Páraraios.) ˗ NBR 9077 - Saídas de Emergência em Edificações; ˗ NBR 9441 - Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio; ˗ NR 23, da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho: Proteção Contra Incêndio para Locais de Trabalho.

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REF.:

[1] INSTITUTO SPRINKLER BRASIL

https://sprinklerbrasil.org.br/imprensa/brasil-e-o-3o-pais-com-o-maior-numero-de-mortes-por-incendio-newsletter-no-5/

[2] SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS POR CHUVEIROS AUTOMÁTICOS DE ÁGUAS - ESTUDO DA TECNOLOGIA E APLICAÇÃO, Luiz F. C. Damasceno, UFRJ, 2014.

https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/11907/1/monopoli10009279.pdf

[3] RISCOS DE ACIDENTES NA ZONA RURAL, José Luiz Viana do Couto, UFRRJ

http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/fogo.htm

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GERAÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DO LIXO

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O destino do lixo no Brasil é majoritariamente os aterros sanitários. Ainda, cerca de 40% do lixo é depositado em lixões a céu aberto ou aterros inadequados – contaminando o solo, as fontes de água e o ar. Essa situação impacta a saúde de mais de 70 milhões de brasileiros e gera custos de bilhões de reais por ano ao setor público, de acordo com dados recentes da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública. Segundo o relatório “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2020” da ABRELPE, a destinação inadequada do lixo gera “Um custo ambiental e para tratamento de saúde de cerca de USD 1 bilhão por ano” – ou seja, na conversão em reais,  este valor é superior a R$ 5 bilhões. (1)

O manejo dos resíduos sólidos urbanos (lixo) pode ser feito de várias formas e custos, como mostra a Figura abaixo.(2)

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Poder calorífico do lixo

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A maior parte da energia dos resíduos é atualmente produzida na forma de eletricidade. No entanto, mais e mais plantas também estão procurando usar o calor gerado. Isso é conhecido como calor e energia combinados. Tecnologias mais inovadoras têm o potencial de também transformar os resíduos em outros produtos energéticos, como combustíveis para transporte ou substitutos naturais gás. (3)

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Ao longo da vida média planejada de 25 anos de uma usina de energia de resíduos, o saldo de os muitos fatores que precisam ser considerados para determinar se é a melhor solução pode ter mudado.

A composição dos resíduos é, pela sua natureza, definida pelos resíduos que são evitados ou retirados para serem reutilizados ou reciclados. À medida que a reciclagem se torna econômica e prática para um maior variedade de tipos de resíduos, a composição do que resta irá inevitavelmente mudar.

O termo incineração é muitas vezes usado erroneamente para descrever toda a energia de processamento dos resíduos, mas só é usado neste guia para descrever um tipo específico de combustão processo.

Alternativas

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Pioneirismo no Brasil

A companhia de geração de energia CS Bioenergia é a responsável pela operação. Segundo a empresa, a usina tem capacidade para produzir 2,8 megawatts de eletricidade por meio de lixo, abastecendo cerca de duas mil residências do Estado.(5)

A matéria-prima para geração de energia vem de estações de tratamento de esgoto e de concessionárias de coleta de resíduos, garantindo a produção de biogás e também de biofertilizante para a região. Estima-se que com a iniciativa o Estado do Paraná deixe de descartar, todos os dias, mil m³ de lodo de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico em aterros.

 

A inspiração vem da Europa (e sobretudo da Alemanha!), onde já existem mais de 14 mil plantas de geração de eletricidade por meio de resíduos orgânicos. Esta é a primeira usina do tipo no Brasil, mas espera-se que seja só o começo e ela também inspire muitas outras pelo país!

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Um outro exemplo de pioneirismo é mostrado na Figura abaixo, com imagens da usina de pirólise na Amazônia. A Birding Soluções Ambientais, com sede em Manaus - AM, implantou Usina de Pirólise para o tratamento térmico de resíduos sólidos urbanos e industriais. Pirólise é um processo termoquímico para tratamento e destinação final dos resíduos sólidos. Ela processa a ruptura da estrutura molecular do resíduo e a sua decomposição, seja metal, vidro, plástico, madeira, pneus, resíduos orgânicos ou outros, pela ação do calor intenso, podendo ser extraídos o óleo combustível resultante, o carvão e o syngás. (6)

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A Usina de Pirólise de Manaus trabalha com temperaturas abaixo de 800oC, uma vez que o CONAMA 316 estabelece esse limite para caracterizar tratamento térmico por incineração; embora ela possa ir até 1.200oC.

Uma outra iniciativa de aproveita a energia do lixo no Rio de Janeiro, cidade de Nova Iguaçu, inaugurada dia 22 de Agosto de 2109.(7)

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REF.:

[1] Lixo é energia – um luxo pouco aproveitado no Brasil (AUPA)

https://abren.org.br/2021/02/15/lixo-e-energia-um-luxo-pouco-aproveitado-no-brasil-aupa/

[2] Integrated Waste Management including Renewable Energy Limits and Potential for Waste Management to Energy Generation in the Caribbean, OAS, 2008.

http://www.oas.org/en/sedi/dsd/energy/doc/integratedwastemanagement.pdf

[3] Energy from waste a guide to the debate, DEFRA.

[4] https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/284612/pb14130-energy-waste-201402.pdf

[5] The Greenest Post

https://thegreenestpost.com/brasil-tera-1a-usina-de-geracao-de-energia-por-meio-de-lixo-organico-incluindo-coco/

[6] Usina de Pirólise, Birding Soluções Ambientais, Amazonas - AM

https://www.birding.com.br/usina-de-pirolise/

[7] Prefeitura de Nova Iguaçu

https://www.novaiguacu.rj.gov.br/2019/08/22/nova-iguacu-inaugura-usina-de-producao-de-energia-do-lixo-3/

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Dia Nacional de Conservação do Solo

Dia Nacional de Conservação do Solo - 15 de abril.
 
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"A desertificação é potencialmente a mudança ecossistêmica mais ameaçadora que afeta os meios de subsistência dos pobres. A redução persistente dos serviços ecossistêmicos como resultado da desertificação vincula a degradação da terra à perda do bem-estar humano." Millennium Ecosystem Assessment.
 
A CONFAEAB, vocalizando a preocupação da categoria expresso no CBA 2019, vem realizando esforços para elaboração de propostas de CONSERVAÇÃO DO SOLO E ÁGUA como elementos fundamentais à agricultura e ao bem estar social!
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FRANCISCO LEITE ALVES COSTA

Graduado em Agronomia pela Escola Politécnica de São Paulo no início do século XX, foi o segundo presidente da Sociedade Brasileira de Agronomia SBA atual CONFAEAB, compondo a segunda gestão 1930-1933 da entidade nacional da classe agronômica. Além de sócio fundador e seu segundo presidente, Francisco Alves foi ainda Superintendente do serviço Federal de Algodão, Inspetor Agrícola no Estado de Minas Gerais e professor da extinta Escola Mineira de Agronomia e Veterinária em Belo Horizonte.  Não terminando o seu mandato na SBA foi substituído pelo vice-presidente Arthur Torres Filho.

 

Francisco Lira
Engenheiro Agrônomo
CREA-PI 18.222

Conselheiro Federal CONFEA
Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Piauí AEAPI

Vice Presidente da  Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil CONFAEAB.

Bibliografia

http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=083291&pesq=%...

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10637618874?profile=originalFRANCISCO EDUARDO DE PAULA MACHADO 

Nascido em 13.12.1914 na cidade do Rio de Janeiro, graduou-se em Agronomia em 1936 pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz-ESALQ, tendo sido contemporâneo de estudos e graduação com nomes como Fernando Penteado e Manoel Vagas. Retornando a capital federal seguiu passos do pai muito ligado ao esporte equestre em especial ao turfe carioca, sendo assim grande destaque nacional e internacional ligado as atividades no jóquei clube. Em 1943 ano do trágico acidente de avião ao qual vitimaria seus pais, torna-se o 7º presidente da SBA atual CONFAEAB, e provavelmente o mais jovem presidente da história da entidade nacional agronômica assumindo aos 29 anos de idade. Também é o profissional que mais tempo esteve à frente de nossa entidade  presidindo nas gestões de 1943-1944, 1945-1946, 1947-1948, 1949-1950. Profissional de origem abastarda pertencente às famílias Jingle e Paula machado ligado ao segmento industrial, bancos e de esporte foi também presidente do Jóquei clube brasileiro por 24 anos a partir de 1960, falecendo aos 90 anos em 2005 em sua cidade natal.

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Placa de formatura ao lado de Manoel Vargas, filho do presidente Getúlio Vargas.

10637619670?profile=originalAo lado de Alysson Paulinelli 

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Ao lado de Heitor Grillo 9º presidente da SBA.

Francisco Lira
Engenheiro Agrônomo
CREA-PI 18.222

Conselheiro Federal CONFEA
Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Piauí AEAPI

Vice Presidente da  Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil CONFAEAB.

Bibliografia

https://www.jornalrol.com.br/genealogia-afranio-mello-fornece-informacoes-gratuitas-sobre-as-familias-coutinho-e-paula/

https://www.jcb.com.br/noticias/30145/rancisco-duardo-e-o-legado-dos-aula-achado/

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GÁS METANO: A SALVAÇÃO DA LAVOURA

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União cria mercado de metano para reduzir emissões (O Globo,22.3.2022, Economia, p.13)

Incentivo para biogás e biometano inclui desoneração e crédito. Iniciativas buscam cumprir compromisso firmado na COP26. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, o mercado de metano é uma iniciativa inédita e estará em vigor após a publicação da portaria.

No ano passado, o Brasil assinou, ao lado de outros 102 países, um compromisso de reduzir em 30% as emissões de metano até 2030. Este gás responde por 17% das emissões que contribuem para o aumento da temperatura do planeta.

O biogás tem origem em resíduos agrícolas e da criação de animais, além de tratamento de esgoto e aterros sanitários. São resíduos de aves, suínos, cana de açúcar, laticínios e aterros sanitários. Tudo isso  para se transformar, para gerar o biogás, que gera energia, o biometano, que gera combustível, disse Leite.

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O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que a produção de biogás pode chegar a 120milhões de metros cúbicos por dia. Marcel Jorand, diretor executivo da Urca Energia e CEO da Gás Verde, afirmou que a perspectiva é de ampliação de investimento.

É bom lembrar que as principais fontes de gás Metano são a agricultura e a pecuária, com o arroz irrigado (cerca de 8% do total) e o arroto do boi (cerca de 32%), segundo a UNEP.

Felizmente a Embrapa Meio Ambiente tem uma boa experiência nesse tema, tendo desenvolvido dezenas de projetos bem sucedidos no Brasil. À propósito, pincei do meu blog Agora é a vez do saneamento básico, um pequeno roteiro de projeto de sua autoria. (1)

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REF.:

[1] O autor, Rede Agronomia, Agora é a vez do Saneamento Básico, 25.06.2021

https://agronomos.ning.com/profiles/blogs/agora-a-vez-do-saneamento-b-sico

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Boa tarde

10637618475?profile=originalNesta segunda-feira (31/01), às 20h do horário de Brasília, o engenheiro agrônomo e especialista em pastagem, Wagner Pires, tem um encontro marcado com vocês! Nesta live, ele receberá a zootecnista e especialista em pasto, Janaína Martuscello, para falar sobre tecnologia e inovação no campo e no pasto. Vocês estão convidados! Será no YouTube dele: https://www.youtube.com/c/WagnerPirespecuaria

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