10637515864?profile=originalNão é de hoje que vejo colegas lamentado-se pelas barreiras impostas pelas ações de outras profissões à nossa atuação. Se não são biólogos são zootecnistas e por últimos florestais que se acham donos de uma área historicamente agronômica. Recentemente vimos à ameaça de colegas do Rio Grande do Sul  correndo o risco de perder seus empregos nesse importante setor da economia, pelas ações sorrateiras. Em 2016 me parece que houve a regressão dessa decisão. Cabe agora a nossa classe, entidades, sindicatos, e todos o profissionais se unirem e lutar pelo que é nosso. É deve de cada profissional valorizar nossa profissão. Temos um Decreto Lei, não podemos aceitar resoluções como ponto final para atuarmos em agronomia. É preciso construir as especialidades em vez de graduações que fragilizam e prejudicam nossa profissão

Fonte:http://www.painelflorestal.com.br/noticias/mercado/empresas-que-extraem-e-industrializam-madeira-devem-ter-engenheiro-florestal

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Comentários

  • Pessoal, não creio que haja dúvidas quanto à nossa possibilidade real de atuação em Silvicultura, pois acredito que todos tenhamos tido a disciplina nos nossos currículos de graduação... Contudo, com relação à Tecnologia da Madeira, o que os colegas opinariam? Obrigado!

    Abraços!

  • Eduardo, 

    O assunto merece uma postagem específica. Estou preparando e divulgo em breve!
    Mas adiantando, temos potencial para deflagrar uma campanha de marketing que valorize o E.A. e que possa ser distribuído e viralizado por diversas mídias. 

    abração

  • Gilberto e como seria esse projeto de Mkt?

  • Eduardo,

    Há muito tenho um projeto de MKT para valorização profissional do E.A.: 

    A Valorização Profissional do Engenheiro Agrônomo e um Plano Estratégico que o Sustente

    que vai ao encontro dessa sua proposta. 

  • É como o Gilberto escreveu que a desconstrução da silvicultura da agronomia vem de longe.

    Aqui no RJ a situação é muito complicada com florestais.

    O estudante de Agronomia deve se formar após cursar matérias optativas da Floresta e da Zootecnia para ter as atribuições reconhecidas. 

    Os que não fizeram optativas terão que se habilitar nas especializações.

  • Gilberto,

    Não vejo a necessidade de criar especializações, pois foram estas mesmas especializações que permitiram a fragmentação da profissão. Acho que o fundamental, como eu disse em outra postagem é necessário nos fazermos mais visíveis.

    Assessorias de mídia e comunicação não custam barato, mas será que a Confaeab não poderia investir nisso.... ????

    Se há pessoas que transformam uma miss bumbum em celebridade porque não usar essas ferramentas com nossa profissão???

  • O processo de descontrução da silvicultura na Agronomia é longo. Há  uma necessidade de criarmos especializações nesse campo para os E.A. ocuparem essa atividade.

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