Agrônomos (5)

Abertura I AgroSudeste

Encontro de Engenheiros Agrônomos do Sudeste 

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Mesa de abertura do I AgroSudeste com representante da UFRRJ, Agostinho Guerreiro presidente do CREA-RJ, Leonel Rocha Lima presidente da AEARJ, Emilio Mouchrek (SMEA) vice-presidente da CONFAEAB

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A abertura do I AgroSudeste foi um excelente oportunidade de encontro e confraternização entre colegas engenheiros agrônomos. Muitos dos presentes, representantes de Associações e Federações estaduais como Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amazonas, Alagoas, Ceará, São Paulo, Brasília, Pará, Bahia.

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 Da esquerda para a direita: Kleber (DF) , Joaquim (AM), Dilson (RN), ..., Zucatto (SC), Mouchrek (MG), Agostinho e José Leonel (RJ), Helena e Arício (CE), Luchesi (PR), Nahum (SE).

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Platéia cantando o Hino Nacional

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Petição Conselho de Engenharia para Engenheiros

Pela Rejeição ao Projeto de Lei 6765/2013

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR68345

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Diante das manifestações contrárias ao Projeto de Lei 6765/2013 abrindo à participação dos profissionais de nível médio a cargos eletivos no Sistema CONFEA / CREA.

Considerando a Diretiva ao Congresso Nacional dos Engenheiros Agrônomos reunidos no XXVIII Congresso Brasileiro de Agronomia em Cuiabá.

Criamos a presente Petição a ser encaminhada ao Congresso Nacional reunindo apoio à rejeição do Projeto de Lei 6765/2013, nos seguintes termos:

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6765/2013, cuja origem foi o Projeto de Lei do Senado 356/2013, de autoria do Senador Fernando Collor. O objetivo é alterar dispositivos legais que tratam das eleições e composição dos Plenários dos Conselhos Federal e Regionais de Engenharia e Agronomia, visando dar igualdade de oportunidade e tratamento para os técnicos de nível médio, hoje não participantes nos Plenários. Tais mudanças atenderiam “(...) o princípio da proporcionalidade entre as diversas modalidades profissionais integrantes de níveis médio e superior, garantida a representação das instituições de ensino técnico de nível médio e das escolas de engenharia e de agronomia.(...)”. Além disso, “(...)os Presidentes dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia serão eleitos pelo voto direto e secreto dos profissionais registrados e em dia com suas obrigações junto aos respectivos conselhos, podendo candidatar-se quaisquer desses profissionais, desde que brasileiros, devidamente habilitados e aptos.(...)” 

Em um exame superficial do tema, pareceriam justas as mudanças propostas pois se os técnicos de nível médio são compulsoriamente registrados nos Conselhos Regionais, deveriam integrar seus Plenários, podendo ser eleitos Presidentes, tanto no âmbito federal quanto no regional! Contudo, Conselhos Profissionais não são entidades de classe ou sindicatos, nos quais a representatividade proporcional aos seus filiados deve ser exercida em sua plenitude. Conselhos são instrumentos da Sociedade para fiscalizar o exercício profissional e é fundamental preservar a qualidade dessa função. Supor que um Técnico em Edificações possa julgar se o cálculo estrutural realizado por um Engenheiro Civil está correto é de uma inversão total de valores, trazendo riscos indesejados para a população. A quantidade de Técnicos de nível médio, naturalmente, tende a ser maior que a de profissionais de nível superior e, caso esse Projeto de Lei seja aprovado, a decadência dos Conselhos que hoje primam pela qualidade do exercício profissional será irreversível. 

Estivesse o autor do projeto efetivamente preocupado com a defesa da categoria dos Técnicos de nível médio, poderia ter encaminhado projeto para criação de Conselho próprio dessa categoria, sem contribuir para o desvirtuamento de Conselho, cuja existência desde há 80 anos tem sobejamente demonstrada a sua atuação responsável e seus compromissos com a nação. 

Com a segurança que a experiência profissional lhes confere, os signatários do presente documento expressam sua confiança que a decisão serena dos Deputados Federais será pela rejeição do Projeto de Lei 6765/2013.

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CONFAEAB em Novos Rumos

Assembléia da CONFAEAB em Brasília reestrutura entidade

Nesta quarta-feira, 21 de novembro, junto com a SOEA - Semana Oficial da Engenharia e Agronomia - que acontece em Brasília esta semana, haverá Assembléia Geral da CONFAEAB - A Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil. A entidade é o único órgão de âmbito nacional de representação confederada das Associações e Federações dos Engenheiros Agrônomos no Brasil. 

Nossa entidade vem passando por um processo de questionamento e disputas que acabaram por esvaziá-la. A crise recente culminando com a renúncia do Presidente é emblemática desse processo que a Rede Agronomia já havia documentado em video produzido  - Congresso Brasileiro de Agronomia - 1.1 - no XXVI CBA ocorrido em Gramado em 2009.

A novidade desse momento é o retorno das entidades estaduais afastadas desde o início da última gestão, como Rio de Janeiro e Bahia além de outros estados que estão procurando reestruturar a CONFAEAB. Uma proposta que traz esperança de maior representatividade e participação. 

Na esteira dessa renovação, o colega Lucchesi, presidente da FEAPR, lançou um documento "Sugestões para o perfil do Presidente da CONFEAB" fazendo referências ao estatuto e lançando propostas para o "Perfil do Presidente, Diretoria e Conselheiros da Confeab para a Gestão 2013/2015", que apresentamos abaixo:

SUGESTÕES PARA O PERFIL DO PRESIDENTE

da CONFEAB - Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

nas Eleições de 2013 e para os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal

 

 

Os objetivos da Confaeb estão assim explicitados em seu atual Estatuto (vide home-pagewww.confaeab.org.br):

 

- Congregar e representar, no âmbito Nacional e Internacional, as Federações, Associações ou Sociedades de Engenheiros Agrônomos dos Estados, territórios e Distrito Federal, visando defender e coordenar os interesses da categoria e objetivando o desenvolvimento da agricultura e da sociedade brasileira;

 

- Promover a valorização profissional; e

 

- Propugnar pela elevação do nível cultural, social e técnico do Engenheiro Agrônomo e da população brasileira, com a amplitude que lhe confere sua condição de entidade privada, com a atuação livre, quer no âmbito da categoria, quer no âmbito político.

 

Apesar de fundada em 11/agosto/1927, a recente história da entidade requer união de seus filiados que juntos devem conceber um perfil  para o seu próximo presidente,  para os membros de sua diretoria e conselheiros.

 

Com base em tal perfil e nos vários excelentes nomes de lideranças, que vem contribuindo para com a valorização da profissão de Engenheiro Agrônomo nos vários rincões do Brasil e no exterior, poder-se-á, de forma harmônica e unânime, se aclamar os próximos que dirigirão a Confaeb.

 

A sugestão de se propor um perfil para os dirigentes da Confaeab tem sido constantemente cobrada por vários dirigentes de entidades regionais e estaduais. Assim sendo, o presente texto visa contribuir e provocar a Comunidade Agronômica a discutir sua entidade e estimular quem a quiser, de fato, recuperá-la.

 

Perfil do Presidente, Diretoria e Conselheiros da Confeab para a Gestão 2013/2015 (3 anos)

Colegas que buscam dar sua contribuição para a recuperação da Confaeab devem estar comprometidos com a profissão de Engenheiro Agrônomo e professar de alguma forma as qualidades abaixo, cuja lista certamente pode ser aprimorada. A saber:

 

- Devem possuir reputação ilibada, inclusive, e não apenas limitada à certidões dos cartórios cíveis, criminais e de família de seus domicílios. Tal reputação será a primeira imagem a ser projetada pela Confaeab e sua comprovação será exigida pelos diversos órgãos que potencialmente poderão construir projetos com a utilização de recursos financeiros de origem diversa.

 

- Devem ser classistas, e historicamente ter bem representado a Classe Agronômica e seus posicionamentos frente à sociedade, e possuir história de bons serviços prestados.

 

- Devem ser servidores por vocação.

 

- Devem ser aglutinadores de pessoas e de instituições.

 

- Devem ser harmonizadores de idéias.

 

- Devem demonstrar independência e autonomia na condução de decisões de interesse da Categoria Agronômica, não tendo jamais se subordinado jamais a interesses menores.

 

- Devem explicitar claramente sua opinião a respeito dos destinos da Confaeab e da Profissão de Engenheiro Agrônomo no mundo contemporâneo e futuro.

 

- Devem compartilhar sua visão política sobre como a Agronomia deverá permear seus posicionamentos nos processos produtivos e sociais de nosso País na busca da sustentabilidade, inclusive ambiental.

 

- Devem ter clara idéia de como está ocorrendo a formação dos profissionais do futuro, e de propostas sobre como se inserir a Confaeab neste processo de modo a aprimorá-lo. Para tanto, devem também possuir bom relacionamento com as Universidades e conhecer os meandros do Ministério de Educação.

 

- Devem   comprovar coerência entre seu discurso e seu posicionamentos a respeito da Resolução 1010/05, sobre o Receituário Agronômico e sobre outros temas polêmicos que hoje dividem a categoria.

 

- Devem possuir bom trânsito político, com posições supra-partidárias, e acesso a membros dos 3 poderes sem o intuito de privilegiar quaisquer entidades regionais, independentemente da Unidade da Federação a que pertença.

 

- Devem possuir disposição e disponibilidade de tempo para andar pelo Brasil de forma a permitir a articulação a reativação do Movimento Agronômico Nacional.

 

- Devem ter disposição e disponibilidade de tempo para estar freqüentemente em Brasília, se possível semanalmente, percorrendo os foros do poder aonde a Agronomia Brasileira pode e deve ser vista como competente e rica em soluções para os desafios do País.

 

- Devem compartilhar suas idéias sobre possíveis estratégias a serem implementadas no curto, médio e longo prazo para o levantamento de recursos para permitir à Confaeab a implementação de sua plataforma para 2013/15.

 

 - Devem sempre buscar o aprimoramento do Estatuto da Confaeab de forma plural e democrática.

 

- Devem sensibilizar acadêmicos e jovens profissionais a se interessar pela política profissional e pelos destinos de sua profissão buscando a identificação de novas lideranças e de futuros dirigentes da Confaeab.

 

 

 

Um forte abraço a todos e calorosas saudações agronômicas,

 

Luiz Antonio Corrêa Lucchesi

Engenheiro Agrônomo – CREA-PR 10.457/D

 

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