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LIVE Congresso Brasileiro de Agronmia

Desafios Profissionais no Mundo em Transformação.

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Kleber Santos - CONFAEAB, Athos Almeida Filho - FEAGRO-SC e Gilberto Fugimoto - CONFAEAB apresentam panorama do CBA em Florianópolis - SC.

Explicando o CBA: evento híbrido e sua programação. O local, a rede hoteleira, descontos na inscrição!

Quarta-feira, 1º de setembro, 19h.
Não perca!


https://youtu.be/2QpS-iHURiw

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Confaeab e AEARJ preparativos para CBA

CONFAEAB e AEARJ preparando o CBA Rio

Nesta quinta-feira, 16 de maio foi um dia de reuniões e visitas técnicas da Comissão Organizadora Nacional e Local do CBA.

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O dia começou com uma reunião da Comissão Organizadora com o presidente do CREA-RJ, Luiz Cosenza.

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Na ocasião estavam presentes Kleber Santos, presidente da Confaeab, Leonel Rocha Lima, presidente da AEARJ, Arício Silva presidente do Crea-SE e segundo diretor tesoureiro da Confaeab, além de Ana Paula Guimarães, vice-presidente da AEARJ, Pedro Freitas, Enio Fraga, José Erivaldo, Leonardo Lopes, conselheiro do Crea-RJ e Gilberto Fugimoto, diretor de comunicação da Confaeab.

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Em seguida foi realizada uma visita técnica ao Hotel Prodigy, onde acontecerá o Congresso.

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O "problema" do local é a vista!

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O dia de trabalho terminou com uma visita técnica ao Teatro Municipal, onde ocorrerá a abertura solene do CBA, com a presença de autoridades e entrega da Medalha Tiradentes à AEARJ, pela Assembléia Legislativa do ERJ.

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Na visita técnica ao Theatro Municipal, fomos recebidos pelo seu presidente, Aldo Mussi Teixeira (com flores na mão), no dia de estréia de Ópera no local.

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O Theatro, um dos mais conhecidos no Brasil e internacionalmente, cabe em sua platéia cerca de 2.000 pessoas. Abrigará apenas a Abertura Solene do Congresso com a presença de autoridades.

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A Comissão Organizadora e artistas que farão abertura do Congresso.

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Registrando a presença na porta do Theatro Municipal.

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XXVIII CBA

Relatos do XXVIII CBA

Rede Agronomia é citada na Carta de Cuiabá!

Compartilho com os colegas o pouco do que consegui participar no XXVIII CBA e tento aqui uma avaliação / comparação com os CBAs que já participei.

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O Centro de Eventos Pantanal é uma estrutura muito apropriada para receber um evento desse porte.

Achei importante participar, mesmo que de forma breve, deste CBA. O último que havia estado presente foi o XXVI CBA em Gramado em 2009. Naquela época havia outra configuração política na CONFAEAB e a representação vários estados como o Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, São Paulo (e tantos outros - agradeço a lembrança de citá-los) estavam fora da Confederação. Pensou-se então na criação de uma nova entidade nacional. Fizemos vários videos sobre o Congresso àquela época (Veja em VIDEOS na Rede Agronomia). O tempo passou e a CONFAEAB não resistiu ao processo de esvaziamento e cisão tão continuado, abrindo espaço para uma renovação política com o retorno dos estados até então afastados.

Agora, em pleno processo de reestruturação da entidade, mas com uma diretoria muito mais representativa do cenário nacional, tive o prazer de participar deste XXVIII CBA e desta vez como palestrante. Compartilhei com o público presente a minha palestra: Rede Agronomia: Novas Formas de Articulação Profissional.

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Pude compartilhar com o público um panorama sobre a teoria de redes sociais e seus reflexos na organização social e articulação profissional.

Falamos ainda sobre a Rede Agronomia e o potencial de divulgação e mobilização da categoria em nível nacional.

Certamente faço um relato a partir do meu ponto de vista, inevitável que assim seja. Aliás comentei na minha palestra a citação "quando você fala do seu quintal, você fala do resto do mundo" que parece ter sido uma fala de Tolstói. Assim, relato o que vi e registrei no CBA em Cuiabá.

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O Painel "Ameaças e Oportunidades para o Exercício Prossional da Agronomia, Face às Novas Tecnologias, às Atuais Demandas da Sociedade e o que Tramita no Congresso Nacional e no Judiciário" estava cheio de interessados. Com a participação de Emílio Elias Mouchrek Filho e Dinaldo Rodrigues Trindade.

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Outro painel da manhã sobre "Desaos para o Aprimoramento dos Cursos de Agronomia do Brasil" foi coordenado pelo professores João Araújo e Luiz Lucchesi. 

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Na ocasião a palestra de João Araújo, citou a Rede Agronomia como exemplo de ferramenta de articulação de informações e trocas a ser utilizado como referência para os dirigentes e acadêmicos.

Acredito que em razão desta fala sobre a articulação, surgiu na Carta de Cuiabá a citação à Rede Agronomia!

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Reunidos ao final do painel: João Araújo, Kleber Santos, Gilberto Fugimoto, Sérgio Cenci, José Menten e Mário Lúcio.

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Leonel Rocha Lima e Gilberto Fugimoto conversando com estudantes de agronomia que apresentaram painéis no Congresso

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Público confraterniza com Dr Eudes, 93 anos, presidente da Academia Brasileira de Ciência Agronômica após sua palestra

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Mesa do Fórum em Defesa da Agência Nacional de Extensão Rural

 

Plenária Final

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Plenária Final do XXVIII CBA com as representações da CONFAEAB, AEAMT, CONFEA, além de parlamentares e Dr. Eudes da ABCA

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João Araújo apresentando a Carta de Cuiabá

Rede Agronomia é destaque na Carta de Cuiabá

A Carta de Cuiabá – documento publicado ao final dos debates do Congresso como uma posição política da categoria – destaca:

As novas tecnologias exigem urgente e continuada revisão de projetos políticos pedagógicos e grades curriculares, para incluir nos Cursos de Agronomia disciplinas que contenham em suas ementas as novas exigências de mercado e assegurar que as grades curriculares contemplem formação generalista e com todas as atividades contidas no Decreto nº 23196/33. Destacam-se as atividades de zootecnia, perícia e avaliação de imóveis rurais, silvicultura, paisagismo, projeto técnico de reconstituição da flora (PTRF), plano de recuperação de área degradada (PRAD), dentre outros, propondo-se a instalação de um fórum permanente de discussão, inicial e imediatamente abrigado dentro da REDE AGRONOMIA (agronomos.ning.com) para articular a interação entre professores, dirigentes de cursos de agronomia e estudantes. Esta atividade deve seer complementada pela Confaeab via ações conjuntas com o MEC, Confea e ABEAS.

Confraternização Final

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O grupo reunido para a foto final do CBA!

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Anfitrião do CBA, João Dias, comemorando o sucesso do evento

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Rede Agronomia 2013

Agronomia 2013:

Um ano de Reconstrução

Reconstrução da CONFAEAB

Esse 2013 talvez seja um ano emblemático na Agronomia nacional. Após vários anos afastada da maioria de suas bases estaduais, a CONFAEAB finalmente tomou novos rumos. Fruto de um longo desgaste, a diretoria anterior não conseguiu permanecer à frente da entidade. As representações estaduais, numa articulação nacional, conseguiu formar a Chapa Reconstrução que foi eleita por 21 representantes estaduais, entre 25 entidades com direito a voto.

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Diretoria Eleita e Representantes Estaduais

PL da ZOOTECNIA mobiliza entidades no Brasil

Tramitava na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2824/08, de autoria do Deputado Federal Zequinha Marinho, cuja finalidade é a de "vedar o exercício da zootecnia pelos agrônomos e veterinários", reservando-a privativamente aos Zootecnistas. À primeira vista, pode parecer lógica tal proposição, usando-se o raciocínio que existe a profissão de Zootecnista, legalmente regulamentada. 

Os movimentos surgiram de várias partes como a Audiência Pública na Assembléia Legislativa do Ceará, além do abaixo assinado promovido pela Rede Agronomia.

Curso de Gramados Esportivos no RJ

Nova edição do Curso de Gramados Esportivos no Rio de Janeiro promovida pela AEARJ, reuniu profissionais de várias partes do Brasil.

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Artur Melo em palestra no Curso de Gramados Esportivos

Congresso Paranaense de Engenheiros Agrônomos

Com o tema: "Rediscutindo o manejo e conservação de solos e da água" o Congresso Paranaense ocorreu entre 28 e 30 de agosto em Cascavel- PR.

Congresso Estadual de Agronomia no RJ

7º Congresso Estadual de Agronomia do RJ foi realizado na UFRRJ em Seropédica-RJ, e teve como tema Agronomia: Agricultura e Desenvolvimento Rural com Sustentabilidade. Desafios, Perspectivas e Mercado". Celebrou os 80 anos de regulamentação da profissão. Nesta edição foram apresentados trabalhos de pesquisa. Foram entregues Moções a engenheiros agrônomos que contribuíram para a Agronomia no Estado. A programação contou com especialistas de vários estados.

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O público presente ao 7º CEA

Congresso Brasileiro de Agronomia em Cuiabá

De 19 a 22 de novembro em Cuiabá foi realizado o 28º CBA. Um Congresso diferente com uma nova diretoria da CONFAEAB participando com a AEAMT.

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Delegação na entrada do CBA

Lei cria ANATER

Promovemos debate sobre a Lei que cria a ANATER (Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural) no Clube de Engenharia. 

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Participantes do debate da ANATER reuniu representantes de diversos órgãos e estados brasileiros

Eleição na AEARJ

Eleição realizada em 12 de dezembro na sede da AEARJ elegeu nova diretoria para o período 2013-2015.

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Terminamos com uma triste recordação que levou jovens estudantes da UFSM.Incrível como já faz (quase) um ano da tragédia de Santa Maria - RS. Para não nos esquecermos. 

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AGRÔNOMO brasileiro é eleito novo diretor da FAO

O brasileiro José Graziano da Silva foi eleito neste domingo (26) o novo diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, da sigla em inglês). O anúncio foi feito por volta de 10h30 da manhã deste domingo.10637414695?profile=original


http://estagiositiodosherdeiros.blogspot.com/2011/06/agronomo-brasileiro-e-eleito-novo.html
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Video Rede Agronomia



Eleição da CONFAEAB é tema do primeiro programa da Rede Agronomia.

Desde que iniciamos a Rede Agronomia, entendemos que Rede é um esforço de comunicação. Fundamental para produção de diálogos, articulação de parcerias, fortalecimento da categoria.


Diálogos e articulação dependem do esforço de cada um de nós.
Achei que seria uma contribuição importante veicular informações e temas pertinentes à nossa categoria.


Este video, realizado com o apoio do CREA-PR, foi produzido no formato de Programa para TV, pois temos a ambição de veiculá-lo em TVs fechadas onde houver interesse.

Este primeiro programa, é um documentário das discussões que dominaram o cenário político do último Congresso Brasileiro de Agronomia em Gramado, RS.




Neste primeiro bloco, representantes das
entidades estaduais de engenheiros agrônomos, reunidos no Congresso Brasileiro de Agronomia em Gramado, RS, falam sobre as eleições da CONFAEAB.




Para ver o video clique em:
https://agronomos.ning.com/video/congresso-brasileiro-de


E aí, o que achou?
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Agronomia debate Código Florestal

Debate sobre Código Florestal promovido pela AEARJ





A Associação de Engenheiros Agrônomos do Rio de Janeiro - promoveu, 18 de agosto último no auditório do CREA-RJ, um debate inicial sobre o Novo Código Florestal Brasileiro conforme anunciado aqui na Rede Agronomia.


Uma troca de ideias e de visões sobre o tema, acabou contribuindo para esclarecer muitos aspectos de tema complexo que a proposta de susbstitutivo da Lei.


André Ilha, diretor de biodiversidade e áreas protegidas do INEA (Instituto Estadual do Ambiente) comparou a proposta do Novo Código Florestal à visão desenvolvimentista a qualquer preço. André analisa que a Comissão encarregada de propor mudanças ao Código Florestal está dominada por ruralistas, o resultado desse relatório era previsível. A proposta é extremamente perniciosa, disse.





O relator das propostas de mudanças ao Código Florestal é um deputado comunista – Aldo Rebelo – é bastante antiquado por não se apropriar dos avanços científicos e não analisar a relação direta de causa e efeito estabelecida entre as ações humanas, seja pela industrialização ou desmatamento, sobre o clima global e por estarmos neste momento provocando a sexta grande extinção em massa da história do planeta terra.






Alberto Figueiredo, engenheiro agrônomo, ex-secretário estadual de agricultura e colega da Rede Agronomia, apresentou argumentos a favor dos agricultores.



Sobre preservação de matas ciliares, concorda com critérios científicos na preservação, mas questiona que critérios foram capazes de definir as atuais dimensões de proteção às margens dos corpos d'água.


- Áreas planas às margens dos rios são as mais férteis da propriedade. Os projetos já implantados de fruticultura no nordeste ou os canaviais no norte fluminense às margens dos rios Muriaé, Paraíba e Bomba, precisam ser discutidos, afirmou Alberto.


- Não é justo colocar sobre o agricultor, na maioria descaptalizado, o ônus (do cumprimento da legislação) da preservação que cabe ao Estado brasileiro, argumentou o colega engenheiro agrônomo.



Marcus Vinicius Carrasqueira
- Conselheiro da AEARJ e gerente ambiental da Prefeitura do Rio - esclareceu os conceitos de Área de Preservação Permanente e Reserva Legal, recuperando a história desse avanços e por último a tensão gerada pela Lei de Crimes Ambientais sobre a produção rural.




Temos – como engenheiros agrônomos – uma responsabilidade muito grande frente às Leis em vigor, seja no atual Código Florestal, sua proposta de modificação, bem como na aplicação da lei em zoneamentos ecológicos, manejo de microbacias hidrográficas, no plano de suprimento sustentável, pré-condições para o projeto de lei cumprir seu objetivo. Produzimos licenciamentos, laudos e pareceres.


- Cabe o nosso posicionamento ético no interesse maior em benefício da sociedade desempenhando melhor nosso papel como profissionais, finaliza Vinicius.





Retrocesso ambiental ou legalização da agropecuária?




Caros colegas,


Diante da complexidade do tema é difícil ter uma opinião definitiva ou única sobre a proposta do Novo Código Florestal Brasileiro. Palco de disputas entre interesses da agricultura comercial e de ambientalistas, a proposta de substitutivo encaminhada pelo deputado Aldo Rebelo, vem gerando polêmica pelo país.


Até entendo a fraca mobilização da opinião pública sobre o tema. No país em que está difícil conquistar eleitores para o próximo pleito, o que dirá um tema técnico e complexo como esse.


Por dever de (nosso) ofício e pelos impactos que o Novo Código Florestal pode causar, é importante termos informação e opinião. Como profissionais ou cidadãos temos algo a dizer.


Quais visões devem prevalecer? A preservação do ambiente se sobrepõe à produção de alimentos e energia? O interesse econômico é mais relevante que a preservação de ambiente e espécies evitando contribuir ainda mais para o aquecimento global?


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Relembrando Proposta do CBA 2003

Há 6 anos no CBA - 2003

Dos anais do CBA, uma proposta de redemocratização para a CONFAEAB
PROPOSTA Nº 07/2003
ASSUNTO:
Trabalho a ser apresentado / debatido na Câmara 10. Organização Classista
PROPONENTE:
Engenheiro Agrônomo Antonio Augusto da Silva Aquini, CREA/SC nº 3009-3 Engenheiro Agrônomo Raul Zucatto, CREA/SC 3125-8
DESTINATÁRIO: CONFAEAB
PROPOSTA DE TRABALHO:
O trabalho propõe a retomada do processo democrático na escolha de dirigentes da entidade máxima de representação da Agronomia Nacional, processo interrompido em 1999, quando, juntamente com a mudança do nome da FAEAB – Federação das Associações de Engenheiros Agrônomos do Brasil, para CONFAEAB – Confederação das Federações de Engenheiros Agrônomos, aboliu-se a eleição direta para presidente e diretoria da entidade. Propõe-se, objetivamente, a volta das eleições pelo voto direto e secreto em todo o Brasil. Paralela e concomitantemente à volta das eleições diretas propõe-se também uma rediscussão da nossa organização classista: Porquê CONFAEAB? Bem como uma ampla discussão sobre nossa representação sindical, qual a real força do braço sindical da Agronomia, quando atuamos em sindicatos conjuntos com a Engenharia?
JUSTIFICATIVA:
A velha e boa FAEAB teve nove anos de fase áurea. Escreveram a história desta fase quatro presidentes: Walter Lazzarini Filho 1980/83; Luiz Carlos Pinheiro Machado 1984/85; Valdo José Cavalet 1986/87 e Floriano Barbosa Izolan 1988/89. O pioneiro e grande líder deste período fértil de democracia plena e de posicionamentos classistas foi, sem dúvida, o Engenheiro Agrônomo Walter Lazzarini Filho. Sob sua batuta realizaram-se dois CBA’s memoráveis, o de Curitiba/PR e o de Recife/PE. O Brasil daquela época fervilhava pela volta das eleições diretas, pelo repúdio à ditadura. Nossa entidade, em aliança efetiva com a FEAB – Federação dos Estudantes de Agronomia, promovia eventos de massa, com grandes repercussões políticas e técnicas. Da justificativa da inflação pelo aumento do chuchu à falta de um Plano de Conservação do Solo; do uso indiscriminado de agrotóxicos à inexistência de um programa de produção de sementes; da timidez da reforma agrária às importações agrícolas injustificadas, enfim, não passava uma questão de política agrícola sem um posicionamento da FAEAB, alicerçada no seu Conselho Deliberativo. A partir de 1990 a Agronomia vai, paulatinamente, perdendo força de representação. O golpe fatal veio em 14 de maio de 1999, quando, pelo novo Estatuto ocorre a mudança da Federação em Confederação e a extinção das eleições diretas. O presidente e diretores passam a ser eleitos por um colégio eleitoral de 27 delegados, sendo um voto por estado. Enquanto o Brasil se redemocratiza a Agronomia, na contramão da história, sofre um retrocesso. A FAEAB, na gestão do Engenheiro Agrônomo José Eduardo Anzaloni, amputa um direito elementar em qualquer sociedade democrática: o voto direto. Sem democracia não existe força. Não é por acaso que, na carona do retrocesso democrático, nossa categoria tenha sofrido grandes derrotas e perdas profissionais. Sem legitimidade nossos representantes não são ouvidos nem por nós mesmos. Como serão ouvidos pelos outros, por quem decide? Por quem governa? Pelo poder judiciário, por exemplo? Não é por acaso que tivemos duas derrotas recentemente: em 30 de dezembro de 2002 a edição do Decreto Federal 4560, o Decreto do Super Técnico, contendo flagrantes exorbitâncias de atribuições aos Técnicos de Nível Médio e, mais recentemente, o parecer favorável da Ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça – STJ, através de decisão, que confere atribuições ao Técnico Agrícola de prescrever o Receituário Agronômico. Por tudo isso é que precisamos de uma verdadeira reorganização classista que venha a dar tranqüilidade e perspectivas melhores para a categoria, através de entidades fortes que tenham representatividade e força, sendo o primeiro passo da nova caminhada a volta das eleições diretas. Esta retomada proporcionará uma revitalização das entidades estaduais e regionais o fortalecimento da representatividade e força política da categoria.
CONCLUSÃO:
Conscientes de que não é a única solução para os nossos problemas, mas o melhor início para o equacionamento dos mesmos, propomos: 1- A instituição estatutária da volta das eleições diretas para presidente e diretores da CONFAEAB, respeitando-se a composição atual até o mês de julho de 2004, data da nova eleição; 2- Paralelamente ao processo eleitoral, seja chamada uma Assembléia Nacional da Agronomia, até março de 2004, com participação paritária de cinco (5) delegados por estado para discutir e deliberar sobre a pauta mínima composta de: · Organização classista: que sistema federativo queremos? · Sindicalização dos profissionais da Agronomia
APRESENTAÇÃO:
O trabalho faz uma retrospectiva da atuação da FAEAB que vem, politicamente, perdendo representatividade e combatividade na defesa dos interesses dos Engenheiros Agrônomos. Analisa como uma das ações a eliminação das eleições diretas, a partir de 1999, do presidente e diretoria da CONFAEAB.
JUSTIFICATIVA:
Entidade forte e representativa tem como pressuposto básico a eleição de seus dirigentes pelo voto direto e secreto. Não há como se desejar gestão legítima sem a coresponsabilidade da categoria com sua participação eleitoral direta e não através de colégio eleitoral.
CONCLUSÃO:
Propõe-se: 1 – A volta das eleições diretas para presidente e diretoria da CONFAEAB; 2 – Paralelo às eleições pelo voto direto e secreto propõe-se a chamada de uma Assembléia Nacional da Agronomia para discutir nossa organização classista.
A ata informa que a proposta foi rejeitada pelo CBA
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