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Reunião do GT Estradas Vicinais

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CIRCUITO DE PALESTAS AGROAMBIENTAIS

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LIVE Canal Rural OPORTUNIDADE E TRABALHO EM AGRONOMIA

LIVE - OPORTUNIDADE E TRABALHO EM AGRONOMIA

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Próxima quarta-feira, 03/11/2021 faremos LIVE no Canal Rural sobre Mercado de Trabalho em Agronomia.
Um debate de interesse a estudantes de Agronomia e a engenheiros agrônomos.
Divide comigo o colega e amigo Eduardo Teixeira Mendes.
O debate promete ser muito enriquecedor, iluminando perspectivas no mercado de trabalho.
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ETE COM TECNOLOGIA NEREDA

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A tecnologia Nereda surgiu na Holanda e foi desenvolvida pela Universidade de Tecnologia de Delft. Trata-se de um sistema de tratamento de esgoto revolucionário que utiliza biomassa aeróbica granular (Lodo Granular Aeróbio ou LGA) e que não necessita da adição de produtos químicos, gasta menos energia, ocupa espaços reduzidos e garante um bom resultado. (1)

O tratamento de esgoto é mais eficiente com a tecnologia Nereda. A tecnologia Nereda tem impacto em diversos setores econômicos e sociais. Isso porque ela promove o tratamento dos esgotos a nível terciário, ou seja, com a remoção de nutrientes (nitrogênio e fósforo) pelo mesmo valor de investimento feito em um sistema de tratamento secundário (simples remoção de carga orgânica).

Os reatores com grânulos aeróbios têm usualmente alta eficiência de remoção de matéria orgânica e nutrientes, elevada concentração de biomassa no reator e capacidade de suportar altas cargas orgânicas (Morgenroth et al., 1997), não requerendo uso de material suporte.

Dessa forma, é uma tecnologia que requer menos investimentos e também gera menos gastos operacionais. Além disso, o tratamento é todo automatizado, o que exige menos mão de obra para operar a estação.

O esgoto tem mais de 3 mil tipos de famílias de bactérias, e apenas algumas delas têm as características necessárias para transformar o lodo em grânulos. Dessa forma, o Nereda separa, hidraulicamente, os micro-organismos que devem ficar daqueles que precisam ser retirados do sistema.

Em relação a uma estação tradicional, o Nereda não necessita do tanque inicial, não passa por etapa de reciclagem e nem pelo decantador final. Por isso, a estrutura que a tecnologia requer é bem menor que a usada nos tratamentos convencionais.

Outra vantagem é que o Nereda reduz o tamanho da estação de tratamento de esgoto em comparação com os processos convencionais, como o de lodos ativados. Em relação a essa tecnologia, a planta do Nereda pode ser até quatro vezes menor.

A tecnologia cria um lodo granular e utiliza apenas um tanque nos processos unitários, como na entrada de esgoto, aeração e decantação. Ou seja, o Nereda ocupa quase metade da área tradicionalmente necessária e promove o tratamento do mesmo volume de esgoto de uma estação convencional.

Em relação à sustentabilidade, é possível afirmar que o sistema gasta de 30% a 40% menos energia. Além disso, dispensa o uso de produtos químicos e o processo resulta em um esgoto tratado com excelente qualidade, incluindo a remoção de Nitrogênio e de Fósforo.

Este tratamento biológico revolucionário por lodos ativados é capaz de remover matéria orgânica e nutrientes (Nitrogênio e Fósforo), simultaneamente, utilizando apenas um único reator como em um sistema SBR (bateladas sequenciais).

O segredo é a forma como se consegue granular os flocos, cujas dimensões variam entre 0.2 mm até 5 mm, o que permite uma sedimentação rápida em torno de 90 m3/h, 9 vezes mais rápido do que a velocidade de sedimentação dos flocos de um lodo ativado clássico. Esta granulação é conseguida através de uma interação entre células, principalmente bactérias agregadas por substancias poliméricas extracelulares segregadas por elas próprias além da coesão propiciada por forças de Van der Waals, tensão superficial e outros mecanismos físico e bioquímicos complexos. (2)

Esta configuração é conseguida mediante uma série de intervenções concatenadas variando desde a forma de admissão do esgoto no reator, relação F/M, formato do reator, tempo de sedimentação, aporte de ar (com difusores de bolhas grossas), idade do lodo, tipo de microorganismos selecionando-se os de crescimento mais lento (a fim de se evitar os filamentosos), tratamento preliminar adequado e outros condicionantes operacionais, notadamente o controle do crescimento dos grânulos a fim de se evitar a desgranulação.

O teor de SSV no reator chega a 15 g/Le é muito superior ao máximo conseguido no processo de lodo ativado clássico. Entretanto, apesar da idade do lodo se alta (20-30 dias), o lodo excedente normalmente ainda precisa ser estabilizado antes da sua disposição final.

O granulo formado contem zonas aeróbias, anóxicas e anaeróbias com seus respectivos microorganismos. Isto permite a remoção em altas taxas de DQO (<10mg/L), DBO (<3 mg/L), N (5 mg/L), P (<1 mg/L) e SS (<20 mg/L). Esta característica redunda em sistemas de tratamento de menor porte (75% menor em área que a de um lodo ativado clássico) e um consumo de energia de cerca de 20 a 50% a menor.

No comparativo da dispersão ou agrupamento das bactérias entre a tecnologia convencional do lodo ativado e no NEREDA, visualizamos a “caixa preta” da tecnologia, nota-se no NEREDA uma formação de agrupamento de bactérias em famílias, de acordo com a sua natureza, e por sua demanda de oxigênio, amônia, fósforos para o seu processo de aglutinação. No lodo ativado as bactérias ficam dispersas. A tecnologia NEREDA permite essa aglutinação da biomassa e por conta da configuração mais densa permite a decantação mais rápida, utilizando apenas um tanque (dispensando o uso de decantadores secundários). Destaque-se ainda que, para tratamentos em nível secundário, enquanto a tecnologia convencional requer adição de produtos químicos, o tratamento pelo NEREDA obtém efluente de melhor qualidade sem acréscimo de produtos químicos (Figura abaixo). (3)

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ETEs no Brasil

Cerca de 70 instalações com a tecnologia NEREDA estão implantadas em vários países, principalmente na Holanda, Bélgica, Reino Unido, Irlanda, Estados Unidos. A maior situa-se na Irlanda atendendo uma vazão 50 mil m3/h e uma população de 2.5 milhões de habitantes. No Brasil, são atualmente 10 plantas, sendo a primeira implantada no bairro de Deodoro no Rio de Janeiro com capacidade de 1 m3/s e a maior em Jaboatão, Pernambuco, com capacidade de 10 mil m3/h.

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A primeira planta foi inaugurada em 2016, em na cidade do Rio de Janeiro, região de Deodoro. Essa estação é considerada uma das mais modernas do mundo, e ela atende, diariamente, 430 mil moradores da capital fluminense. A estação existente em Deodoro contava com seis tanques e tinha a capacidade de tratar 210 litros de esgoto por segundo. O Nereda, por outro lado, trata 750 litros por segundo e ocupa muito menos espaço que a anterior, pois utiliza projetos com áreas até 25% menores.

Em 2018, foi inaugurada outra estação no interior de São Paulo, em Rio Claro, responsável por atender 150 mil habitantes. O objetivo para 2020 é inaugurar a terceira, em Limeira, também em São Paulo.

A aplicação no Brasil não é direta, pois devido às diferenças das características e tipos dos esgotos, clima, estruturas físicas e métodos disponíveis nas unidades aqui instaladas, foi necessário um investimento técnico da equipe interna da BRK Ambiental com estudos, análises e desenvolvimentos de projetos específicos para conseguir realizar as adaptações necessárias para a implementação internamente nas unidades da empresa.

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Há também um impacto positivo sobre a comunidade do entorno; as tecnologias convencionais exalam gases que geram a proliferação de odores (gases tais como H2S) ofensivos que causam mal-estar, desconforto e incômodos, a tecnologia NEREDA, diferentemente, não gera tais gases e odores, permitindo a convivência das Estações de Tratamento de Efluentes com a comunidade do entorno, o que impacta também na saúde e relacionamento com os consumidores.

O ‘segredo’ do sistema

Os principais microrganismos presentes no LGA envolvidos na remoção de matéria orgânica e nutrientes podem ser divididos nos seguintes grupos microbianos: (4)

  • Organismos heterotróficos ordinários (ordinary heterotrophic organisms — OHO): responsáveis pela oxidação da matéria orgânica na via aeróbia. A taxa máxima de crescimento (μmáx) para o referido grupo encontra-se na faixa de 4 a 13,2 d-1, com coeficiente de produção celular (Y) na ordem de 0,45 g SSV/g DQOremovida;
  • Organismos desnitrificantes heterotróficos ordinários (denitrifying ordinary heterotrophic organisms — DOHO): responsáveis pela oxidação da matéria orgânica na via anóxica (utilizam nitrito e/ou nitrato como aceptores de elétrons). A velocidade máxima de crescimento desse grupo aproxima-se da dos OHO. São reportados valores de μmáx entre 2,2 e 6 d-1, e o Y médio relatado é de 0,30 g SSV/g DQOremovida;
  • Bactérias nitrificantes: são divididas em dois principais grupos, as bactérias oxidadoras de amônia (ammonia-oxidizing bacteria — AOB) e as bactérias oxidadoras de nitrito (nitrite-oxidizing bacteria — NOB). As bactérias nitrificantes possuem Y de 0,07 a 0,28 g SSV/g Noxidado e caracterizam-se por baixa taxa de crescimento, com valores médios de μmáx de 0,77 e 1,08 d-1 para AOB e NOB, respectivamente. Existem ainda as bactérias anaeróbias oxidadoras de amônia (anaerobic ammonia oxidation — ANAMMOX), as quais oxidam o nitrogênio na forma do íon amônio (NH4 +) diretamente a nitrogênio gasoso (N2 ), sendo o nitrito (NO2 - ) o aceptor de elétrons. As ANAMMOX possuem a menor taxa de crescimento entre as bactérias que podem estar presentes no grânulo, com valores de μmáx próximos a 0,065 e 0,4 d-1 (Isaka et al., 2006);
  • Organismos acumuladores de fósforo (polyphosphate-accumulating organisms — PAO): em condições anaeróbias, capturam substratos orgânicos (ácidos graxos voláteis — AGV) e armazenam-nos como poli-hidroxialcanoatos (PHA). Na fase aeróbia subsequente, os PAO podem absorver quantidades excessivas de ortofosfatos para recuperar os níveis intracelulares de fósforo e oxidar o PHA armazenado. Quando o aceptor de elétrons é o nitrito ou o nitrato (em substituição ao oxigênio), a assimilação/absorção de fósforo pode ocorrer pelos organismos desnitrificantes acumuladores de fósforo (denitrifying polyphosphate-accumulating organisms — DPAO). Em sistemas aeróbios convencionais, o lodo contém 2,5% de P, no entanto lodo enriquecido com organismos acumuladores de fósforo pode apresentar até 40% de P. Alguns estudos mostraram taxas de crescimento máximas próximas a 1–3 d-1 (Santos, 2014);
  • Organismos acumuladores de glicogênio (glycogen-accumulating organisms — GAO): têm o potencial de competir diretamente com os PAO para a absorção dos mesmos substratos em condições anaeróbias, mas não são capazes de promover a liberação ou a absorção subsequente de fósforo. Quando o aceptor de elétrons é o nitrito ou o nitrato (em substituição ao oxigênio), o acúmulo de glicogênio ocorre pelos organismos do tipo desnitrificantes acumuladores de glicogênio (denitrifying glycogen-accumulating organisms — DGAO). Alguns estudos mostraram que os GAO possuem taxa de crescimento máxima ligeiramente superior à dos PAO, com valores próximos a 2–5 d-1 (Santos, 2014).

Impacto ambiental

As estações com tecnologia NEREDA promovem alta remoção de carga orgânica, bem como remoção de nutrientes (nitrogênio e fósforo) protegendo os corpos hídricos receptores dos efluentes tratados evitando a eutrofização (crescimento excessivo de plantas aquáticas, para níveis que afetem a utilização normal e desejável da água).

Por exemplo, a estação de tratamento de Deodoro, inaugurada em abril de 2016, vem consistentemente obtendo efluentes com DBO abaixo de 20 mg/l.

O processo de tratamento pela tecnologia NEREDA é totalmente biológico, reduzindo significativamente a utilização de produtos químicos para tratamentos em nível terciário de efluentes conforme as portarias ambientais. Por exemplo, na Estação Jardim Novo em Rio Claro , o custo unitário com produtos químicos é da ordem de R$ 0,02/m³ tratado , o que é significativamente menor quando comparado com a ETE Conduta, a qual utiliza UASB e Lodos Ativados e situada na mesma cidade, e tipicamente com mesmo padrão dos esgotos domésticos, que tem custos unitários com químicos da ordem de R$ 0,06/m³.

REF.:

[1] Confira os avanços no tratamento de esgoto com a tecnologia Nereda, BRK Ambiental.

https://blog.brkambiental.com.br/tecnologia-nereda/

[2] Novas técnicas de tratamento biológico de esgotos – A tecnologia Nereda, José Eduardo Cavalcanti, Instituto de Engenharia.

https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2021/01/04/novas-tecnicas-de-tratamento-biologico-de-esgotos-a-tecnologia-nereda/

[3] Tecnologia NEREDA como Alternativa a Convencional para Saneamento Básico Carlos Almiro de Magalhães Melo e Giancarlo Marcus Ronconi, CEPAL.

https://archivo.cepal.org/pdfs/bigpushambiental/Caso77-TecnologiaNEREDA.pdf

[4] Tecnologia de lodo granular aeróbio no tratamento de esgoto doméstico: oportunidades e desafios, Silvio Rolemberg e auxs.

https://www.scielo.br/j/esa/a/wVgrNFYsy6K4GYf3FWG8FSS/?format=pdf&lang=pt

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LIVE Congresso Brasileiro de Agronmia

Desafios Profissionais no Mundo em Transformação.

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Kleber Santos - CONFAEAB, Athos Almeida Filho - FEAGRO-SC e Gilberto Fugimoto - CONFAEAB apresentam panorama do CBA em Florianópolis - SC.

Explicando o CBA: evento híbrido e sua programação. O local, a rede hoteleira, descontos na inscrição!

Quarta-feira, 1º de setembro, 19h.
Não perca!


https://youtu.be/2QpS-iHURiw

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BOLAS DE LAMA ATIVADAS CONTRA A POLUIÇÃO

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No dia 27.8.2021 O Globo publicou um artigo de meia página com o título: “Projeto da UFF promete limpar lagoas em seis meses”, de Cintia Cruz, caderno Rio, página 37. Ele diz que foi desenvolvido em parceria com a prefeitura de Maricá, e que recorre a micro-organismos para tratar a poluição das águas. A Lagoa de Araçatiba será a primeira no município a receber a experiência. (1)

A técnica (das bolas de lama ativadas com melaço de cana e micro-organismos), surgida na década de 1960 e já testada em países como o Japão, foi adaptada para a realidade local por pesquisadores e alunos da pós-graduação da UFF. As bolas são colocadas nos leitos dos rios e, ao entrar em contato com a água contendo esgoto e outros dejetos, vai levar os micro-organismos para a lagoa, que assim ganhará ingredientes para um processo natural de autodepuração. Os bioinsumos são produzidos em biofábrica construída pela Prefeitura e foi recém-inaugurada.

Os micro-organismos jogados nos rios com as bolas de lama, vão se alimentar da sujeira existente, transformando-a em novos resíduos que, por sua vez, servirão de alimento para peixes, camarões e pássaros. Dessa maneira, com um empurrãozinho da tecnologia, a cadeia local é reativada de forma natural.

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A partir desse artigo, recorri ao Google para saber um pouco mais, e descobri que as bolas de lama EM (de Effective-Microorganism em inglês) inibem o crescimento de algas e quebram qualquer limo e lodo no lago - proporcionando aos agricultores uma bela água limpa e saudável. As bolas de lama EM serão benéficas para os peixes na lagoa, pois o EM controlará os níveis de amônia e suprimirá quaisquer patógenos presentes. (2)

A tecnologia

O  conceito de micro-organismos eficazes foi desenvolvido pelo horticultor japonês Teuro Higa da Universidade de Ryukyus no Japão. Ele relatou na década de 1970 que uma combinação de aproximadamente 80 microrganismos diferentes são capazes de influenciar positivamente a decomposição da matéria orgânica de tal forma que reverte a um processo de promoção da vida. Seus estudos mostraram que o EM pode tem uma série de aplicações, incluindo agricultura, pecuária, jardinagem, paisagismo, compostagem, biorremediação, limpeza de fossas sépticas, controle de algas e uso doméstico.

A técnica dos micro-organismos ativados (E.M. em inglês) consiste em uma grande variedade ou multicultura de métodos eficazes, benéficos e microrganismos não patogênicos coexistindo juntos. Essencialmente, é uma combinação de espécies aeróbicas e anaeróbias comumente encontradas em todos os ecossistemas. De acordo com Higa (1998), EM contém cerca de 80 espécies de microrganismos divididos em bactérias de fotossintetização, bactérias do ácido láctico, leveduras, actinomicetos e fungos em fermentação que são capazes de purificar e reviver a natureza. As principais espécies envolvidas são normalmente os Lactobacillus plantarum, L. casei e Streptoccus lactis (bactérias do ácido lático), Rhodopseudomonas palustrus e Rhodobacter spaeroides, (bactérias fotossintéticas), Saccharomyces cerevisiae e Candida utilis (leveduras), Streptomyces albus e S. griseus (actinomicetos), e Aspergillus oryzae, Penicillium sp. e Mucor hiemalis (fungos de fermentação) (Diver, 2001).

Nas experiências já realizadas no Japão e na Malásia, foram utilizadas uma bola por metro quadrado (1 bola/m²) do fundo do manancial a ser tratado.

Receita

A receita para a confecção das bolas de lama ativada, é mostrada na Figura abaixo, lembrando que os ingredientes ativos são provenientes de um Laboratório. (3)

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REF.:

[1] O Globo

https://oglobo.globo.com/brasil/um-so-planeta/programa-trata-esgoto-utiliza-proprio-meio-ambiente-para-revitalizar-lagoas-em-marica-1-25171283

[2] Effective Microorganisms (EM) Technology for Water Quality Restoration and Potential for Sustainable Water Resources and Management, Zuraini Zakaria e auxs., Malásia.

file://S.0.04.EffectiveMicroorganismsEMTechnologyforiEMSs.pdf

[3] How to make EM mudball, Emrojapan, Japão.

https://www.emrojapan.com/images/water-treatment/HowToMakeEMMudBall.pdf

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Novo PL da Zootecnia exclui Engenheiros Agronomos

ZOOTECNIA será proibida para Engenheiros Agrônomos e Veterinários!

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Novo PL 1428 / 2021 de autoria do Senador Zequinha Marinho propõe (novamente) regulamentação da zootecnia excluindo engenheiros agrônomos e médicos veterinários dessa atividade.

A consulta está disponível no site do Senado para saber se há apoio à proposição.



Vamos votar NÃO à essa proposta!

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=148109

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Curso Marketing no Agronegócio

Marketing no Agronegócio

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Oportunidade Interessante:

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Olá! Separa aí na sua agenda esse compromisso com você e garanta já seu lugar nessa turma.
Um curso leve, dinâmico e com conteúdos que farão a diferença.
Vagas limitadas!
O formulário pode ser acessado na bio do INSTAGRAM!
A hora é essa mesmo. Vamos?
Um abraço e até lá!
Rosemary Gomes

https://www.instagram.com/melhorassimagro/

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VALO DE OXIDAÇÃO

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Valo de oxidação é o nome de uma estação de tratamento de esgotos (ETE) muito eficiente e que na década de 60 predominava aqui na cidade do Rio de Janeiro. Na ocasião, ainda era a CEDAE a companhia responsável mas, o sistema era tão difundido que, além de atender as pequenas comunidades, nos bairros, tinha uma oficina própria para a construção da sua peça principal, o rotor (com barras de alumínio; veja na foto do cabeçalho), que se parece a uma escova de cabelos (inclusive o seu nome em inglês é 'brush rotor' ou 'rotor de escovas') e que tem por função, ao girar na superfície de um canal circular com as pontas das pás submersas, incorpora o oxigênio do ar ao esgoto bruto, ativando as bactérias, pelo princípio dos lodos ativados.

A Figura abaixo mostra, em planta, o esquema de funcionamento de um valo de oxidação e, em sequência do fluxo, o Decantador, de onde sai o esgoto tratado.

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A Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Básico e de Defesa do Meio Ambiente (CETESB, em seu nome original), publicou em 1976, o livro "Valos de Oxidação Aplicados a Esgotos Domésticos", de Gondim, José Cleantho, 136 páginas.

Em 1956 (64 anos atrás), o Engenheiro Aale Pasveer, construiu o primeiro valo de oxidação, na Holanda, numa comunidade de 300 habitantes e, em 1957, o Dr. Josef Muskat construiu em Nittenau, o primeiro valo de oxidação alemão. Em 1950, no Brasil, surgiu a primeira referência sobre valos, através do Eng. Max Lothar Hess e, em 1961, foi construído o primeiro valo de oxidação brasileiro, projeto do Eng. Constantino Arruda Pessoa, sob a orientação de Hess. Em 1962 havia mais de 100 dessas instalações em funcionamento na Alemanha e na Holanda.

Dados técnicos

Em resumo, os principais dados técnicos encontrados no Google ainda hoje, sobre essas ETEs são:  a) Volume do valo = 150 m³/m de rotor; b) Comprimento = 150 a 1.000 m (canal circular); c) Largura = 1 a 5 m; d) Lâmina d´água = 1 a 1,5 m; e) Necessidade de Oxigênio = 1,1 a 1,5 kgO²/kg DBO removido; f) Velocidade médio do fluxo = 0,30 m/s (para manter as bactérias em suspensão); e g) além do valo, o outro dispositivo indispensável é o Decantador.

Apesar de ser uma ETE pequena (no Google vi um projeto para 100.000 habitantes), ao meu ver, as suas grandes vantagens são: o baixo custo (tanto dos equipamentos quanto da rede de coleta de esgotos, que é menor), a facilidade de operação e a alta eficiência (cerca de 98%).

A Planilha abaixo mostra o dimensionamento de um valo de oxidação para uma comunidade de três mil (3.000) habitantes.

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Bom proveito.

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Jeito Certo Conseguir Trabalho Agronomia

Tem Jeito Certo e o Jeito Errado?

Qual o Jeito Certo e o Jeito Errado de conseguir Trabalho e Renda em Agronomia e Ciências Agrárias?

Quantos aqui estão procurando emprego para engenheiro agrônomo? Mas será que a gente está no caminho certo de conseguir emprego em agronomia e ciências agrárias?

A Maneira Tradicional o profissional normalmente passa pelas seguintes etapas:


1) Envia dezenas de currículos
2) Pensa em fazer pós graduação em agronomia e ciências agrárias. Tenta um MBA, Mestrado e até Doutorado em alguma área da agronomia e ciências agrárias.
3) Daí procura Edital de Concurso Público em agronomia e ciências agrárias. Só que logo a gente descobre que Concurso Público paga salário de R$ 2 mi!
4) Aí você pensa em sair da sua área; acaba procurando oportunidades em outras atividades ou até em subemprego.

Mas então qual é MANEIRA CERTA de encontrar Trabalho e Renda em Agronomia e Ciências Agrárias? Neste vídeo eu apresento novas formas de encarar o Mercado de Trabalho.

E ainda como BONUS, eu apresento um TUTORIAL que vai ensinar você os primeiros passos da Consultoria Agronômica!

Você vai descobrir como começar um trabalho em Agronomia e Ciências Agrárias.

CONHEÇA O MÉTODO AGRO INOVAÇÃO:
http://gilbertofugimoto.com.br/agroinovacao/

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LIVE Mercado de Trabalho Agronomia

A Verdade sobre o MERCADO DE TRABALHO em Agronomia

Me encontre AO VIVO 25 DE JUNHO, 19h30

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Vou fazer uma palestra AO VIVO onde eu vou explicar porque procurar emprego já não funciona e porque o Método Agro Inovação é um jeito mais eficiente de conseguir trabalho e sucesso profissional.

Se você está interessado em resolver o problema da FALTA DE EMPREGO e OPORTUNIDADE em Agronomia, me encontre ao vivo.

Então, se você está interessado em dar esse passo a frente e avançar nesse mercado, eu aconselho a aparecer nessa apresentação que você vai entender tudo que precisa sobre Mercado de Trabalho em Agronomia, porque procurar emprego já não funciona e como encontrei um jeito que funciona!

Clica aqui para se inscrever na LIVE:
http://agroinovawebt2.contato.site/webnario1

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Nova Turma de Perito em Seguro Rural

Curso Perito em Seguro Rural

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FALTA ENGENHEIRO AGRÔNOMO como Perito em Seguro Rural!

Concluintes do curso recebem indicações para iniciar trabalho como Perito em Seguro Rural.

Último curso do ano com valores reduzidos antes de reajuste!

Curso realizado pela AEARJ

Inscrições:

http://aearj.org.br/curso_seguro_rural/

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LIVE Curso Perito Seguro Rural

Oportunidade rara em Agronomia: Falta Engenheiro Agrônomo!


Seguradoras e Reguladoras estão precisando de Perito em Seguro Rural e não encontram!
Essa é uma atividade exclusiva de engenheiro agrônomo e, há demanda para mais de 400 profissionais em todo país!

Para atender essa demanda, a AEARJ em parceria com a CONFAEAB lançou o Curso de Perito em Seguro Rural.

HOJE, quarta-feira, 2 de dezembro, às 19h nós faremos uma LIVE para explicar o potencial desse mercado e como se inscrever para o último Curso de Perito em Seguro Rural de 2020!

Veja no Canal YouTube AEARJ ou na Rede Agronomia

https://www.youtube.com/watch?v=zuDhoiYhpL8
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Preciso esclarecer 4 coisas com você:

1) O valor do curso é promocional e as turmas de 2021 (quando houver) não serão nesse valor!

2) As vagas desse curso são limitadas!

3) O MAPA exige que Perito de Seguro Rural tenha curso de habilitação;

e o mais importante:

4) As empresas esperam indicação de profissionais habilitados em Perito de Seguro Rural!

Entendeu né?

Já adiantando o Curso de Perito em Seguro Rural será de 15 a 19 de dezembro de 2020.

O site para inscrições está aqui:

http://aearj.org.br/curso_seguro_rural/

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Eu Demiti o Traficante

Demiti o Traficante!

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Você acha que basta ter o diploma de engenheiro agrônomo e está pronto para trabalhar?

Na verdade, muito do trabalho desenvolvido consiste numa série de atividades, rotinas e decisões gerenciais para os quais não fomos devidamente formados.

Assim, ao procurar uma vaga de emprego de engenheiro agrônomo lembre-se que há muitos desafios para os quais a formação técnica não alcança.


Essa história aconteceu comigo e eu tive que gerenciar uma situação de risco real para o qual eu não estava preparado como recém formado.


Isso mostra que o Mercado de Trabalho em agronomia e ciências agrárias apresenta demanda para engenheiro agrônomo que tenha atuação profissional versátil com bom senso e capacidade de decisão.

Por outro lado, há um mercado de trabalho que chega quase a ser um segredo de tão desconhecido da maioria dos profissionais. É um mercado pouco explorado porque não aprendemos a atuar em consultoria agronômica e não sabemos empreender.

Pensando nisso, criei o Método Agro Inovação.  Um treinamento inédito que ensina a trabalhar em consultoria agronômica, mostra o passo a passo na prática. Compartilhamos a experiência profissional de Gilberto Fugimoto e Amaury Ribeiro Costa, engenheiros agrônomos com mais de 30 anos de carreira.

Pra saber mais dessa história, veja em: https://youtu.be/Xl8bfqFFtTY

 

CONHEÇA O MÉTODO AGRO INOVAÇÃO:

http://gilbertofugimoto.com.br/agroinovacao/

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CONFAEAB propõe Política Nacional de Conservação do Solo e Água

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A Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil - Confaeab  de forma propositiva e inovadora criou, por portaria interna, um Grupo de Trabalho  para elaboração da minuta de Projeto de Lei para instituir a Política Nacional de Conservação do Solo e Água

A criação do GT é um encaminhamento de deliberação do XXXI Congresso Brasileiro de Agronomia - CBA Rio 2019,  que aprovou encaminhamento para “elaborar e sensibilizar parlamentares pela aprovação de projeto de lei para instituir a Política Nacional de Conservação do Solo e Água” (vide, Carta do Rio de Janeiro, de 23 de agosto de 2019).

O Grupo de Trabalho será constituído pelos Engenheiros Agrônomos: Francisco das Chagas da Silva Lira (Diretor do Departamento de Política Profissional), Eduardo Bianconcini Teixeira Mendes(Diretor de Assuntos Parlamentares), Arnaldo Colozzi FilhoElói Panachuki, Fábio Régis Souza, Francisco de Assis Bezerra Leite, Gilmar Germano Jacobowski, Luís César Cassol, Oswaldo Júlio Vischi Filho, Paulo Affonso Baqueiro, Pedro Alberto Selbach, Pedro Luiz de Freitas.

O GT terá 5 meses para  captar e sistematizar ideias e propostas  sobre o tema,  preferencialmente das Associações Filiadas e dos Diretores da CONFAEAB, além dos (as) Engenheiros (as) Agrônomos (as) em geral, e que deverão ser encaminhadas via E-mail, confaeab@confaeab.com ou outros canais disponibilizados pelo próprio GT. 

 

Sugestões devem ser encaminhadas ao email   confaeab@confaeab.com

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DIA DO MEIO AMBIENTE

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É muito difícil explicar ao povo porque o Engenheiro Agrônomo tem de recomendar o uso de agrotóxicos nas plantações, quando a agricultura orgânica ganha cada vez mais espaço na mídia. Porque temos de desmatar certas áreas para o plantio (ainda bem que temos cerca de cem milhões de hectares de pastos degradados para não fazê-lo); ou porque ainda poluímos o ar com queimadas (como a da cana de açúcar, felizmente substituída pela colheita mecanizada nos últimos anos), e  os rios com os dejetos dos animais que criamos; com os resíduos da ração na piscicultura; ou com as nossas próprias fezes.

Essas são algumas razões porque não podemos deixar passar esse dia (5 de Junho, Dia do Meio Ambiente) sem fazermos o mea-culpa e sem reverenciarmos o Meio Ambiente.

Da década de 60 para cá, já avançamos muito na questão ambiental, a) protegendo o solo da erosão com o uso intensivo da cobertura verde e do plantio direto; b) os rios, com a suspensão da irrigação nas várzeas e a construção de estações de tratamento de dejetos de suínos e aves nas propriedades; c) o abastecimento das cidades, com a proteção das fontes de água nas fazendas; d) a redução do uso de adubos, com o uso de sementes inoculadas com bactérias do solo que dispensam a adubação Nitrogenada; e) a redução da nossa Pegada Hídrica (a irrigação demanda, em média, cerca de 70% da água retirada dos mananciais), com o desuso dos métodos por inundação e gravidade, e prioridade da irrigação localizada; e muitas outras façanhas tecnológicas.

Eu tive a felicidade de ter aproveitado a oportunidade de concluir o meu Mestrado (Fiocruz, Rio de Janeiro - RJ, 1968) em Engenharia Sanitária e Ambiental e, desde essa época, tenho procurado incentivar os colegas a colaborarem com a área do Saneamento Básico Rural. Fiz isso quando Professor da UFRRJ nas décadas de 80 e 90, e continuo aqui na Rede Agronomia, com vários blogs sobre o tema nesses 10 anos de militância.  

Bom dia a todos.

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Webinario Consultoria Agronomica

Como Alcançar Sucesso Profissional em Agronomia

Após 10 anos de articulação de Rede Agronomia finalmente produzi um treinamento voltado para Engenheiros Agrônomos e profissionais de Ciências Agrárias.

Para apresentar, realizei um Webinário Como Alcançar Sucesso em Agronomia e Ciências Agrárias

O video acima foi editado pra garantir só o conteúdo essencial do Webinário. É só o Filé!

O resultado é este vídeo sobre Mercado de Trabalho para Engenheiro Agrônomo, zootecnista, engenheiro florestal, engenheiro agrícola, veterinário, técnico agrícola, técnico em agropecuária.

Neste video falamos sobre dificuldade de emprego, a formação profissional, como a formação acadêmica não ajuda no mercado de trabalho para os profissionais.

Apresento caminhos e soluções.

A partir da reflexão sobre o mercado de trabalho, apresento caminhos e soluções que se apresentam para o engenheiro agrônomo. São segredos e oportunidades que muitos não se dão conta.

E ainda apresento a maneira mais efetiva de alcançar sucesso em Consultoria Agronômica com o Método Agro Inovação.

Mas ATENÇÃO: caso você não saiba, mas inscrições para o curso acabam na próxima quinta-feira, 16 de abril. 

Maiores informações em:

https://agroinova.multiscreensite.com/

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Mercado de Trabalho e Formação na Agronomia

Formação na Agronomia e Mercado de Trabalho

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No dia 9 de outubro, realizei palestra sobre Mercado de Trabalho e Formação na Agronomia: Desafios e Oportunidades para os estudantes de Agronomia da UFRRJ na SEMEAGRO - Semana Acadêmica da Agronomia da UFRRJ. 

Na ocasião, falamos sobre as novas configurações do mercado de trabalho e seus impactos no exercício profissional do engenheiro agrônomo. Apresentamos ainda um panorama da formação profissional na Agronomia frente às demandas de trabalho existentes. 

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Estudantes, Professores e Palestrantes reunidos ao final da maratona de palestras da SEMAGRO

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Cabe destaque a organização do evento: criativo, muito bem planejado e realizado! 

Parabéns à coordenação da Semana e do CEA/UFRRJ pelo trabalho e mobilização!

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