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Confaeab Saúda Presidente da Embrapa

SAUDAÇÃO AO NOVO PRESIDENTE DA EMBRAPA

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Engenheiro Agrônomo Celso Moretti novo presidente da Embrapa.

Pelo presente ao cumprimentar o engenheiro agrônomo Celso Moretti, recém nomeado presidente da Embrapa, apresentamos a saudação da Confederação de Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab).

A Confaeab é a entidade de representação dos Engenheiros Agrônomos em nível nacional e há mais de 90 anos trabalha na busca da valorização profissional da categoria.

Nesse sentido, nos congratulamos com a nomeação do engenheiro Agrônomo Celso Moretti para a presidência da Embrapa apostando na perspectiva da valorização da pesquisa agropecuária pública como elemento propulsor do desenvolvimento agropecuário brasileiro com sustentabilidade e justiça social.

Nessa perspectiva, desejamos sucesso ao novo presidente e sua equipe nos desafios profissionais e institucionais que se apresentam, na busca do fortalecimento dessa empresa referência nacional e internacional em inovação e tecnologia agronômica.

Atenciosamente
Diretoria da CONFAEAB

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  Colegas de Rede.

  Achei muito interessante o artigo anexo e repasso para vocês.

  Ele vem ao encontro de um artigo publicado na Revista Dinheiro Rural de Agosto de 2014, escrito por Carlos Henrique Nottar,  presidente do conselho diretor da Andav e intitulado: A maturidade gerencial da agronegócio.

 Nesse artigo o autor expressa "que o setor primário brasileiro ainda tem uma série de desafios não diretamente ligados à  atividade agronômica, como plantar e colher e que superá-los será a chave para se atingir patamares mais altos na produtividade agropecuária e na competitividade do agronegócio e que um desses pontos é a GESTÃO".

 Uma boa leitura!

  Abraços.

    Coutinho.

 

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Os novos desafios da Embrapa

Zander Navarro e Eliseu Alves

 

Provavelmente ninguém discordará que a Embrapa simboliza uma das conquistas mais valiosas da sociedade e do Estado brasileiros. Após quatro décadas, é empresa que tem robusto acervo de conquistas associado à extraordinária transformação produtiva da agropecuária do País, ainda que as regiões rurais continuem marcadas por diversas e contraditórias faces.

De um lado, a agricultura brasileira ostenta a maior produtividade entre todos os países com relevância agrícola. Éramos corriqueiros importadores de feijão quando foi fundada a Embrapa, em 1973, mas atualmente exportamos uma variada cesta de produtos para quase duas centenas de países. Em termos reais, o valor da cesta básica caiu pela metade, assegurando melhores dietas aos brasileiros. Por tudo isso o Brasil, sem dúvida, é e será decisivo ofertante mundial de alimentos nos anos vindouros.

De outro, temos ainda muito a realizar. É provável que 40% dos estabelecimentos rurais não tenham nenhuma chance de permanecer na atividade, pois não conseguem gerar renda superior à que pode ser obtida no trabalho urbano. Convivemos com degradantes indicadores de pobreza rural, especialmente no Nordeste, e em todo o Brasil um terço dos produtores é analfabeto. O seguro rural cobre meros 14% da área plantada, tornando a atividade agrícola cada vez mais arriscada. Esses são alguns dos muitos fatos ameaçadores que talvez expliquem por que o campo se está esvaziando, envelhecendo e masculinizando - em face da generalizada "fuga de mulheres" para as cidades. Igualmente grave é o fato de o emprego rural estar caindo aceleradamente, substituído por mecanização e impulsionado pelas migrações.

Ante o mutante mundo novo que vai transformando as regiões rurais, a Embrapa depara-se com inéditos desafios, ainda sem respostas adequadas. Alguns são fatores externos e outros, injunções nascidas do fato de ser uma empresa estatal. Um desafio imediato decorre da fantástica riqueza atualmente gerada pela agropecuária, que produziu aproximadamente US$ 1 trilhão (exportações nominais) nos últimos 25 anos. Diante dessa fábula monetária, inúmeros agentes privados foram atraídos para os sistemas agroindustriais e passaram a produzir tecnologias para os produtores, complementando ou competindo diretamente com a Embrapa. Essa é uma tendência mundial e, neste contexto, onde e como se reposicionará a empresa pública de pesquisa agrícola? Concorrer diretamente com as firmas é impensável e insensato. Então, o que fazer? Caso não interaja virtuosamente com as empresas privadas ligadas à agropecuária, mantido o interesse público, a Embrapa poderá perder seu lugar como um dos motores da agricultura moderna.

Outra hesitação atual da empresa diz respeito ao modelo tecnológico que promoveu, nesses anos, o impressionante progresso da agropecuária brasileira. Estão se avolumando as ações operadas por ativistas motivados por uma palavra sedutora, porém nunca definida: agroecologia. Tais ações, contudo, são principalmente destinadas a combater a agricultura modernizada. É uma ofensiva incompreensível, pois se trata de um ataque à parte da economia que sustenta o Brasil há tantos anos. Impõe-se a defesa firme e vigorosa dos cânones científicos e da configuração tecnológica orientada para a sustentabilidade, o que vem permitindo ao País alçar-se ao panteão dos maiores produtores de alimentos do mundo.

Um terceiro desafio está apenas nascendo, com a aprovação da Agência Nacional de Extensão Rural e a decorrente confusão entre inovações, pesquisa agrícola e sua transferência aos agricultores, induzindo a Embrapa gradualmente a assumir tarefas relacionadas à assistência técnica, uma das facetas da extensão rural. Há nessa tentativa um risco enorme, ameaçando o riquíssimo histórico de nossa pesquisa agrícola pública. Um fato é inegável: assistência técnica e pesquisa agrícola, quando muito, se complementam. Mas são atividades que exigem especialização e ignorar esse fato redundará em crescente ineficiência.

Internamente, a Embrapa defronta-se com dois desafios. Um deles diz respeito à forte substituição de seus quadros de pesquisadores, renovados por concursos em dois terços nos últimos dez anos. A empresa é atualmente impulsionada por uma geração de jovens pesquisadores com excelente formação acadêmica, mas desvinculados do passado quase épico que constituiu a empresa e a história rural do Brasil no último meio século. É necessário investir numa transição consistente entre as pioneiras gerações de pesquisadores e os jovens que vão chegando, aproximando-os das transformações atuais das regiões de produção agropecuária e, dessa forma, estimulando agendas de pesquisa que sejam coladas às realidades agrárias e produtivas. É tarefa urgente para a empresa. O outro desafio é mantê-la estritamente no campo da ciência. A instituição foi organizada sob o rigor de rituais científicos universais e a interferência de particularismos partidários e interesses políticos representa um perigoso freio no futuro da pesquisa.

Tudo somado, e sem citar outros desafios que mereceriam análise, a Embrapa defronta-se atualmente com uma complexa série de temas que exigem elucidação. Como se reestruturar no novo mundo que vai conformando as regiões rurais? É mudança que sofrerá a influência, como seria inevitável, das disputas eleitorais em curso. Espera-se que os candidatos analisem os obstáculos que precisam ser vencidos pela Embrapa e apoiem os dirigentes da empresa na implantação de difíceis medidas reclamadas pelo novo momento histórico. Se conduzidas por amplo debate e disposição sincera para o diálogo, sem dúvida a Embrapa vai revigorar sua capacidade para situar-se com eficácia ainda maior na nova fase do desenvolvimento agrícola brasileiro.

 

Zander Navarro e Eliseu Alves são pesquisadores da Embrapa. Eliseu foi presidente da empresa (1979-1984). E-mails: zander.navarro@embrapa.br e eliseu.alves@embrapa.br.

 

Obs: Segue o link para o artigo “Os Novos Desafios da Embrapa” publicado no Estado de São Paulo EM 22/8/2014 de autoria dos Drs. Zander Navarro e Eliseu Alves. http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,os-novos-desafios-da-embrapa-imp- ,1546563

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Aula inaugural 21 de setembro: transmissão ao vivo

Sexta-feira, 21 de setembro, transmitiremos ao vivo na Rede Agronomia, via USTREAM, a aula inaugural do Curso de Atualização em Classificação Brasileira de Solos. A partir de 18h30 estaremos transmitindo a abertura do Curso com engenheira agrônoma Maria de Lourdes Mendonça Santos, Chefe Geral da Embrapa Solos, engenheiro agrônomo Agostinho Guerreiro, Presidente do CREA-RJ e o engenheiro agrônomo José Leonel da Rocha Lima, presidente da AEARJ.

Após abertura, o engenheiro agrônomo Enio Fraga da Silva, Doutor em Ciência do Solo e pesquisador da Embrapa Solos dará a aula introdutória com uma panorama do Sistema de Classificação Brasileira dos Solos e a sua importância como ferramenta de planejamento do uso de solos.

O curso, que será realizado na Embrapa Solos, terá duração de 40 horas e é uma iniciativa da AEARJ que divide a realização com a Embrapa Solos e o CREA-RJ; conta ainda com a parceria do Clube de Engenharia e o SENGE-RJ. Apenas a primeira aula será transmitida ao vivo para toda a Rede Agronomia.

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Presidente da Embrapa é agraciado com o Prêmio Johanna Döbereiner

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O Engenheiro Agrônomo Pedro Antonio Arraes Pereira, presidente da EMBRAPA, é o homenageado deste ano para receber o Prêmio Johanna Döbereiner concedido pelo CREA-RJ em parceria com a AEARJ - Associação de Engenheiros Agrônomos do Rio de Janeiro.

 

O agraciado, formado UFRRJ, foi orientado pela própria pesquisadora Johanna Döbereiner, com quem trabalhou ativamente. Dra. Johanna Döbereiner é um ícone para agronomia brasileira, pela importância do trabalho desenvolvido com fixação biológica de nitrogênio, tendo sido indicada para o Prêmio Nobel de Química em 1997.

 

O Prêmio, inciativa do CREA-RJ e AEARJ, é concedido anualmente a personalidades ou instituições e entidades que tenham se distinguido por suas posições, ações, trabalhos, estudos e projetos na área da agronomia.

 

CONVITE

O CREA-RJ e a AEARJ têm o prazer do convidar para solenidade de entrega do prêmio Johanna Döbereiner ao Engenheiro Agrônomo Pedro Antonio Arraes Pereira.


11 de outubro, 18 horas

Auditório do CREA-RJ

R. Buenos Aires, 40, Centro, Rio de Janeiro - RJ

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Curso de Gramados Esportivos

Relato Final do Curso: compartilhando as impressões

Continuando o relato do Blog anterior.


As palestras do curso


Ao final do primeiro dia, os engenheiros agrônomos Artur Melo e Paulo Azevedo tiraram dúvidas e debateram com a platéia os principais pontos abordados.


O segundo dia

O curso, realizado em dois dias, contou ainda com a palestra do engenheiro agrônomo Paulo Antonio Azevedo da Itograss / Greenleaf sobre variedades de gramas recomendadas para gramados esportivos e formas de plantio. Sobre as técnicas disponíveis, citou: maxirolo, tapetes, plugs, sprigs e sementes as formas conhecidas na implantação de gramados. Paulo Antonio abordou ainda as diferentes variedades recomendadas para o Brasil e seus diferentes climas e ambientes - serra, praia, campo, etc.

Realizando palestra sobre Tecnologia de Drenagem de Alta Eficiência, Osvaldo Barbosa, engenheiro de dutos da Kanaflex, demonstrou o porque gramados esportivos e sistemas de drenagem são obras de engenharia.

O engenheiro agrícola Carlos Alberto Garcia da Greenext realizou palestra sobre equipamentos de irrigação.

O engenheiro Marcos Gaio da Greenext realizou palestra sobre equipamentos para gramados e demonstração de equipamentos da marca Toro com auxílio do técnico Luiz Bernardo da Silva da Grenext.


O palestrante apresentou a importância e variedade de equipamentos como aeradores, pulverizadores, adubadores, marcadores de campo (pinta linhas), limpa detritos, veículos utilitários, cortadores de gramados de diferentes modelos e aplicações.

O público se interessou pela demonstração dos equipamentos.


Avaliação dos presentes

Os participantes do curso consideraram muito importante ou muito proveitosa a sua realização. A qualidade das palestras com informações atualizadas e com profundidade técnica, a organização do curso e a oportunidade de ampliar a rede de contatos profissionais e comerciais foram os pontos destacados que tornaram ainda mais prazerosa a participação.

Grupo de Gramados Esportivos

Por fim propôs-se, como desdobramento do curso, a articulação de um Grupo de Discussão sobre Gramados Esportivos composta pelos participantes do curso para dar continuidade à troca de informações técnicas e profissionais. O Grupo, um espaço de encontro organizado sob a Rede Agronomia – www.agronomos.ning.com – reúne empresas, pesquisadores e profissionais (não só agrônomos) que atuam no setor e está aberta a todos os interessados.

Visita ao Maracanã

Lembrança da visita ao Maracanã com os participantes do curso de Gramados Esportivos

Como atividade adicional ao curso de Gramados Esportivos, foi realizada visita técnica ao estádio do Maracanã onde os participantes puderam conhecer, com o engenheiro agrônomo Paulo Antonio de Azevedo, responsável técnico pela manutenção do gramado, os equipamentos usados e o sistema de irrigação adotado. A turma se reuniu sob a trave do Maracanã para uma foto de recordação no palco mundialmente conhecido por abrigar grandes decisões do futebol.



Agradecimentos


Agradecemos a todos os participantes que prestigiaram o curso, muitos vindos de outros estados.

À GREENEXT, ITOGRASS, KANAFLEX / Geomaks - que acreditaram ao patrocinar a realização do curso.


À direção da Embrapa Solos que prontamente nos cedeu em parceria suas instalações.


Ao CREA-RJ que se mobilizou institucionalmente na divulgação, além de fornecer todo o material de apoio para a realização do curso.

Aos palestrantes que compartilharam seu conhecimento técnico
– Artur Melo, Paulo Antonio Azevedo, Osvaldo Barbosa Ferreira, Carlos Alberto Garcia, Marcos Gaio.

Aos integrantes da Rede Agronomia em especial ao colega Artur Melo incentivador de primeira hora do tema Gramados Esportivos e que acreditou nessa empreitada.

Ao colega Luiz Fernando Sarmento no generoso apoio à gravação das imagens compartilhando a direção do vídeo do curso de Gramados.

À Dolores Bahia e Uallace Lima da equipe da Assessoria de Marketing e Comunicação– ASMC do CREA-RJ pela qualidade na produção da arte do material impresso.


À diretoria da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro -
AEARJ - Comissão Organizadora do evento.


Talvez tenha esquecido de alguém, e desde já peço desculpas, mas ao final desse curso quero compartilhar o prazer na sua realização a despeito de todo o trabalho (não foi pouco, acreditem).

Uma construção coletiva que permitiu o encontro de pessoas interessadas no tema, a promoção de um ambiente de acolhimento que promove a articulação de novas parcerias e projetos que possam ampliar o espaço dedicado ao tema Gramados Esportivos.

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I Seminário Programa Produtor de Água no Rio de Janeiro
23 de fevereiro de 2010
Local: Auditório Embrapa Solos
Rua Jardim Botânico, 1024, Jardim Botânico, Rio de Janeiro

INSCRIÇÕES:
Enviar nome e instituição para o endereço eventos@cnps.embrapa.br

PROGRAMAÇÃO:

Dia 23/02
09:00 - Abertura
09:15 - Panorama do Programa Produtor de Água - Devanir Garcia dos Santos/ ANA
10:15 - Experiências do Programa Produtor de Água no Brasil - TNC
11:15 - Perspectivas do Programa Produtor de Água para o Rio de Janeiro - Rosa Formiga Johnsson/ INEA
Haverá 15 minutos reservados para questões em cada apresentação da manhã.
12:00 Almoço
13:30 - Incentivos ao Manejo Sustentável de Recursos Naturais do Programa Microbacias RJ - Nelson Teixeira/ SEAPPA
14:20 - Monitoramento ambiental em bacias hidrográficas do Rio de Janeiro - Rachel Bardy Prado / Embrapa Solos
14:50 - Experiência do Comitê da Bacia Lagos São João - Denise Spiller Pena e Natália V. Ribeiro / FUNBOAS
15:40 - Coffee-Break
16:00 - Experiência do Projeto Produtor de Águas e Florestas da Bacia do Rio Guandu - Gilberto Pereira/ Instituto Terra
16:50 - Mesa redonda: debates.
17:30 - Encerramento
Haverá 10 minutos reservados para questões em cada apresentação da tarde.

CONTEXTUALIZAÇÃO

O Programa Produtor de Água foi concebido pela Agência Nacional de Águas – ANA tendo como propósito a
redução da erosão e do assoreamento de mananciais no meio rural, propiciando a melhoria da qualidade da água e o aumento das vazões médias dos rios em bacias hidrográficas de importância estratégica para o País.

É um programa de adesão voluntária de produtores rurais que se proponham a adotar práticas e manejos
conservacionistas em suas terras com vistas à conservação do solo e da água. Como os benefícios advindos dessas práticas ultrapassam as fronteiras das propriedades rurais e chegam aos demais usuários da bacia, o Programa prevê a remuneração dos produtores participantes. De acordo com a Agência, o Programa está alinhado à tendência mundial de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), baseada no princípio do provedor recebedor, que prevê bonificação aos usuários que geram externalidades positivas em bacias hidrográficas (http://www2.ana.gov.br/Paginas/projetos/ProgramaProdutorAgua.aspx).
No Estado do Rio de Janeiro, se destacam iniciativas de gestão integrada dos recursos hídricos em bacias e
microbacias hidrográficas por agricultores, como o Programa Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas RIO RURAL, o Fundo de Boas Praticas Ambientais do Comitê Lagos São João, e o Produtor Águas e Florestas do Comitê Guandu, que contribuem para o aprimoramento e consolidação da estratégia fluminense de pagamento por serviços ambientais.

Neste sentido, o I Seminário Produtor de Água no Estado do Rio de Janeiro reunirá representantes de organizações governamentais e da sociedade civil atuantes na gestão e preservação dos recursos hídricos -
Agência Nacional de Águas, The Nature Conservancy, Secretarias Estaduais de Agricultura e do Ambiente, Comitês de Bacias Hidrográficas e Embrapa Solos - para a consolidação do Programa no Estado do Rio de Janeiro.

OBJETIVO
Discutir estratégias e diretrizes para a disseminação do Programa Produtor de Água no Estado do Rio de Janeiro, a fim de aprimorar a gestão integrada dos recursos hídricos e florestas, envolvendo órgãos públicos, sociedade civil e iniciativa privada.

Organização:
Azeneth Schuler (Embrapa Solos - RJ)
Rachel Bardy Prado (Embrapa Solos - RJ)
Helga Restum Hissa (SEAPPA - RJ)
Fátima Casarin (DIGAT/ INEA - RJ)
Rosa Formiga Johnsson (DIGAT/ INEA - RJ)


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