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Brasil tem ao menos mais uma fronteira agrícola a ser descoberta

Giro do Boi    03 de abril de 2020  

Um dos maiores desafios da agropecuária no Brasil, a produção em solos arenosos, está ganhando um aliado cada vez mais forte: o avanço das pesquisas de entidades como a Embrapa. Quando as técnicas descobertas pelos pesquisadores, como o plantio direto, são aplicadas a estes solos mais pobres, com correção de fertilidade e sequência adequada de rotação de culturas, o resultado se traduz em alta produtividade e competitividade frente à agricultura praticada em outras fronteiras agrícolas. Este foi o tema da reportagem da série especial Embrapa em Ação, reproduzida no programa desta sexta-feira, dia 03.

Cerca de 8% a 10% do solos das áreas da agropecuária no Brasil são arenosos, ou seja, possuem menos que 15% de argila. Por isso a metodologia que pudesse levar alta produtividade a estas áreas significaria praticamente a abertura de uma nova fronteira agrícola  e sem a necessidade expandir a área que o Brasil destina ao agro atualmente.  “O que viabilizou essa agricultura em solos arenosos foi o sistema plantio direto, quando nós começamos a aplicar o conceito de que não se deve arar e gradear o solo, que se deve fazer uma rotação de culturas, que se deve manter culturas de cobertura, que se deve fazer o controle de tráfego. Aí nós conseguimos as altas produtividades nestes solos arenosos” apontou.

Outro ponto fundamental para alcançar níveis competitivos de produtividade nestes terrenos é saber diferenciar os solos arenosos, que podem ser compostos por diferentes texturas de areia. A areia fina, por exemplo, torna o ambiente mais favorável para a agricultura por facilitar retenção de água e o aumento do nível de matéria orgânica, retendo os nutrientes.

Entre as vantagens competitivas de usar estes solos, conforme apontou o pesquisador, está o fato de que muitas vezes as áreas estão próximas às capitais do Centro-Oeste e do Sul do País, com condições de logística privilegiada, perto dos grandes centros e mercados consumidores.

Além da agricultura, a pecuária também pode ser beneficiada porque em muitos solos do Cerrado, por exemplo, a forrageira indicada para fazer a cobertura do solo para o plantio direto é a Brachiaria ruziziensis. Com a pastagem formada para cumprir posterior papel de proteger o solo, o produtor pode aproveitá-la ao longo de seu ciclo produtivo para engordar bovinos.

Em:  https://www.girodoboi.com.br/noticias/brasil-tem-ao-menos-mais-uma-fronteira-agricola-a-ser-descoberta/ 

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Simpósio – Solos e Ambiente no Estado do Rio de Janeiro
02 de dezembro de 2016
Local: Auditório PPGEA - Instituto de Agronomia (IA) - UFRRJ
08:00 às 17:00

INÍCIO DAS INSCRIÇÕES:
Online*: 21/11/2016
Instituto de Agronomia - P: 21/11/2016 
Restaurante Universitário: 28/11/2016 
Investimento: R$10,00
Com emissão de certificado!

*O pagamento das inscriçoes online deve ser feito por meio de deposito em conta, e o comprovante enviado para o e-mail oficial do evento. (a conta será divulgada em breve)
Mais informações:
simposiosaerj@gmail.com
(21) 98904-0041

Evento:
https://www.facebook.com/events/1799951080246890/


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Dia Mundial dos Solos

ONU Comemora 5 de Dezembro como Dia Mundial dos Solos

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As Nações Unidas estão comemorando pela primeira vez esta data e evento (Dia Mundial dos Solos) que ocorrerá em Bangkok, Roma, Nova York e Santiago, enquanto outras celebrações terão lugar em outras partes do mundo. Além disso, a Assembléia Geral das Nações Unidas declarou 2015 como o Ano Internacional de Solos para defender a gestão sustentável deste recurso essencial. Uma das mensagens da Aliança Mundial para o Solo (Global Soil Partnership) encontra-se transcrita abaixo:

World Soil Day 2014

Soils have been neglected for too long. We fail to connect soil with our food, water, climate, biodiversity and life. We must invert this tendency and take up some preserving and restoring actions. The World Soil Day campaign aims to connect people with soils and raise awareness on their critical importance in our lives.

Os solos são fundamentais para a vida na Terra, mas as pressões humanas sobre os recursos do solo estão atingindo limites críticos. O manejo cuidadoso do solo é um elemento essencial para a agricultura sustentável e também fornece uma alavanca importante para a regulação do clima e um caminho para a salvaguarda dos serviços dos ecossistemas e da biodiversidade.

 

O documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada no Rio de Janeiro (Brasil), em junho de 2012, "O Futuro que Queremos", reconhece a importância econômica e social de uma boa gestão das terras, incluindo solo, particularmente o seu contribuição para o crescimento econômico, biodiversidade, agricultura sustentável e a segurança alimentar, a erradicação da pobreza, o empoderamento das mulheres, o combate às alterações climáticas e a melhoria da disponibilidade de água.

Preâmbulo do Updated World Soil Charter - FAO.

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A terceira semana do curso de Atualização em Classificação Brasileira de Solos os alunos contaram com aula de campo para identificação de perfis de solo.

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Identificando o primeiro perfil do dia

A aula de campo aconteceu no município de Tanguá a 70 Km do Rio de Janeiro. A organização do curso disponibilizou um ônibus com ar condicionado, água, lanche e até água de coco no local. O professor do curso, engenheiro agrônomo Ênio Fraga da Silva sorteou ainda chapéus da Embrapa / Sinpaf aos alunos.

 

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Os alunos participaram ativamente da fases de identificação dos requisitos dos solos mesmo com o sol que se fazia presente no dia.

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Amostras de diferentes camadas e horizontes sendo analisadas

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A prática de campo contou com o auxílio luxuoso do engenheiros agrônomos especialistas em solos Osório, José Ronaldo e Aldoildo.

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Uma pausa para feira: as laranjas seletas de Itaboraí, uma marca da região.

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NA REDE COM EPANET 2.0

Engo. Agro. José Luiz Viana do Couto

joseluiz@cohidro.com.br

Uma das tarefas relativamente mais trabalhosas no dimensionamento de uma rede pressurizada de irrigação, principalmente quando se trata de um sistema em malhas ou anéis, é o cálculo dos diâmetros e das pressões. Melhor dizendo: era. Existe na internet um software norte-americano, para dimensionamento de redes de abastecimento d´água, agora traduzido para o português, o EPANET 2.0 (EPA de Environmental Protection Agency ou Agência de Proteção Ambiental), que pode ser baixado gratuitamente no site do Laboratório de Eficiência Energética e Hidráulica em Saneamento – LENHS da Universidade Federal da Paraíba, UFPB, no endereço abaixo:

http://www.lenhs.ct.ufpb.br/?page_id=32

Depois de configurado (ver roteiro a seguir) e inserida uma imagem de fundo com a planta-baixa dos lotes (Figura abaixo), o traçado da rede e sua alimentação com os dados de projeto, são tão intuitivos que até parecem uma brincadeira de criança.

EXEMPLO DE SINOP-MT

Nossa empresa (COHIDRO, localizada na cidade do Rio de Janeiro) está elaborando o Projeto de Irrigação Mercedes V, em Sinop, ao Norte de Mato Grosso. Dos 4 setores de irrigação, tomamos o mais simples, como exemplo de uma imagem de fundo. Na Figura, os retângulos numerados são lotes familiares de 70 hectares cada, dos quais, apenas dez (10 hectares) serão cultivados com hortaliças, fruteiras e pastagens irrigadas (por aspersão, gotejamento e microaspersão). A motobomba, localizada na extremidade inferior, está representada por um reservatório. A partir dela, a linha vermelha com setas mostra o traçado e o sentido do fluxo dos ramais principais de irrigação. Os pontos coloridos são os nós e as setas pretas, as tomadas d´água para os lotes, com 7,4 L/s cada. Os pequenos números em vermelho são os diâmetros das canalizações em cada trecho.

Por sobre o mapa, com as ferramentas do EPANET, plotamos o reservatório, os nós e depois os unimos com traços, como se estivéssemos rabiscando sobre uma folha em branco. Depois, é só ir clicando em cada nó para digitar sua cota e consumo-base e em cada trecho, para inserir o diâmetro e extensão. Finalizando, arbitramos um nível d´água para o reservatório, rodamos o programa e vemos o resultado.

Segue-se um passo a passo para configurar o programa e executar uma simulação. Vale lembrar que na escolha do diâmetro em cada trecho, pode-se adotar como critério os limites de velocidade do fluxo, que devem ficar entre 0,3 e 3,0 m/s.

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1 – Arquivo > Preferências

         Formatos (número de decimais, etc.)

2 – Visualizar >

  • Dimensões... (Unidades: Metros / OK)
  • Opções... (Nós, trechos, cor do fundo, etc.)
  • Imagem de Fundo > Abrir... (Selecionar diretório e selecionar imagem com extensão .bmp, que pode ser do Google Earth).

3 – Projeto > Configurações Pré-Definidas... (Aba Hidráulica: LPS, Fórmula de Perda de Carga de H-W).

4 – Desenho da Rede.

  • Adicionar RNF (Reservatório)
  • Adicionar Nó
  • Adicionar Trecho
  • Ajustar o traçado (Com a seta preta = Selecionar objeto)
  • Entrar com os parâmetros hidráulicos (Trechos: duplo-clique em cada qual e digitar Comprimento, Diâmetro e Rugosidade; Nós: duplo-clique em cada qual e digitar a cota e o Consumo-Base; e Reservatório: digitar o Nível de Água).

5 – Executar Simulação (Rodar o programa, clicando no ícone do raio).

         Simulação bem sucedida > OK

6 – Apresentação dos Resultados.

  • Relatório > Tabela... / Tipo > Nós da Rede > Colunas (Marcar: Cota, Consumo-Base, Carga Hidráulica e Pressão. Digitar OK).
  • Relatório > Tabela...  /   Tipo > Trechos da Rede > Colunas > OK (Marcar: Comprimento, Diâmetro, Rugosidade, Vazão, Velocidade e Perda de Carga. Digitar OK).

7 – Orientações sobre o traçado e projeto da rede.

a)    Em geral a rede é traçada sobre uma planta-baixa (da cidade), com um traço grosso passando pelo eixo das ruas que serão abastecidas;

b)   Quando se tratar de um projeto de irrigação (como neste caso), a rede deve passar na testada dos lotes (podendo ter uma estrada ou o limite de lotes como referência) para o seu traçado;

c)    Se uma rede tem vários trechos, o ideal é que sejam alimentados, pelo ramal principal por um ponto intermediário estratégico. Na rede de irrigação aqui estudada, isso não pode ser feito por problema de baixa vazão no córrego que serve com fonte de abastecimento;

d)   Todo nó ativo é representado por um ponto grosso de onde parte uma curta seta indicando a saída da água da tubulação;

e)    No EPANET, iniciar a colocação dos nós e o desenho dos trechos, de montante (próximo da tomada d´água) para jusante (final da rede), para que a numeração seja lógica e sequencial;

f)     Os diâmetros alocados são compatíveis com o consumo e vão do maior para o menor, evitando-se saltar os valores tabelados pelo fabricante;

g)   Não esquecer de verificar e anotar, no EPANET, o valor do coeficiente de rugosidade (valor C) da equação de Hazen-Williams, em cada trecho; 

h)   Evitar a colocação de nós que não funcionem como saída(s) d´água, pois eles serão numerados no EPANET;

i)     Quando se substitui  um diâmetro qualquer por outro maior, a velocidade no trecho diminui e a pressão no nó subsequente aumenta, e vice-versa;

j)     Para acompanhar as modificações ao rodar uma rede, deve-se selecionar no Navegador, p.ex., a pressão nos nós e a velocidade ou diâmetro nos trechos;

k)    A motobomba pode ser substituída por um reservatório de nível variável cujo nível d´água (NA), de início, é arbitrado pelo projetista;

l)     A altura manométrica será a diferença entre este valor do NA e a cota do terreno, no ponto em que estiver localizado o reservatório;

m)  Essa altura, como medida prática, não deve superar os cem (100) metros, para evitar conjuntos motobombas de grande potência; e

n)   Quando isso acontecer, redimensionar a rede, aumentando alguns diâmetros e reduzindo o NA no reservatório.

 

Numa rede ramificada (exemplo dado aqui), devemos escolher, com base no seu traçado, o ramal mais longo, com maior vazão ou com o maior número de nós, para começar. Bom proveito.


 

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Curso de Solos um Balanço

O Curso de Atualização em Classificação Brasileira de Solos realizado pela AEARJ, Embrapa Solos e CREA-RJ, terminou neste sábado, 20 de outubro.

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No último dia de aula, a foto dos participantes na entrada da Embrapa Solos. 

Iniciado em 21 de setembro, o curso contou como alunos, profissionais de diferentes formações: engenheiros agrônomos, geólogos, geógrafos e engenheiros civis. Foram quatro finais de semana (sextas e sábados) falando sobre solos, fatores de formação, mineralogia e as diferentes classificações de solos.

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É verdade que a última sexta-feira a motivação da aula foi um tanto dificultada pela Carminha e pela dúvida de quem matou o Max, mas conseguimos enfrentar e superar essas dificuldades não sem algumas abstenções!

 

Aula prática

Durante esse período contamos com aula prática para identificação das características físicas do solos: textura, estrutura, cor. Uma oportunidade para sujar as mãos!

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 Aula prática para identificação das características físicas dos solos

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Lanches

Os intervalos de lanche eram oportunidades de degustação e confraternização. Tem gente com saudades dos caldos e do feijão amigo oferecido às noites de sextas-feiras.

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Aula de Campo

A terceira semana foi marcada pela aula de campo para identificação de perfis de solos.  

10637436500?profile=originalÔnibus de turismo fretado para a aula de campo em Tanguá - RJ

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A identificação do primeiro perfil em área de baixada 

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O Segundo perfil em área de encosta 

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Na pausa para almoço uma foto da turma

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O terceiro perfil do dia, após parada do almoço!

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No quarto perfil, um neossolo litólico

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Completando o dia com um latossolo em encosta

Balanço Final

A avaliação da turma foi a melhor possível tanto em relação aos conteúdos, como às instalações, infraestrutura, organização e o clima descontraído de amizade e alegria que reinou em todas ocasiões. 

Gosto de quero mais, os integrantes já estão se organizando para novas edições e, quem sabe, novas excursões em campo de solos que não foram vistos na aula de campo.

 

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Homenagem da AEARJ ao Engenheiro Agrônomo Enio Fraga da Silva, professor do curso de Atualização em Classificação Brasileira de Solos. Uma merecida lembrança pelo tempo que passou conosco transmitindo generosamente seus conhecimentos.

 

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O presidente da AEARJ Leonel Rocha Lima também foi agraciado pela turma, com uma lembrança pelo esforço e dedicação ao curso. O colega Constantino representou a turma nessa homenagem.

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Patricia também foi homenageada pelo seu trabalho secretariando o curso.

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Gilberto Fugimoto foi homenageado pela AEARJ e pela turma, representada pelo colega Vlademir, pela idealização e coordenação do curso.

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A professora Maria Alcina foi convidada a entregar lembrança em nome da turma ao professor Ênio

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Diplomas entregues e trabalho finalizado com sucesso!

Obrigado a todos que contribuiram e participaram para esse sucesso coletivo:

alunos, professor, equipe de campo, organização e instituições parceiras.

Foi um imenso prazer realizar esse projeto!

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Curso de Atualização em Classificação de Solos

Iniciado o Curso de Atualização em Classificação de Solos

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A mesa de abertura com João Araújo, diretor do CREA-RJ, Leonel Rocha Lima, presidente da AEARJ, Maria de Lourdes, Chefe da Embrapa Solos e Jorge Antonio do SENGE-RJ.

A palestra de abertura foi transmitida ao vivo pela Rede Agronomia e encontra-se disponível aqui: http://www.ustream.tv/recorded/25586002

 

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Os alunos do curso: profissionais de agronomia, geologia, geografia e engenharia.

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Intervalo do curso: pausa para um coffe-break

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Confraternização no café

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A explanação do instrutor do curso: Enio Fraga Filho, pesquisador da Embrapa Solos

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O curso conta como material didático, apostila com orientações sobre o Sistema de Classificação de Solos.

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Aula inaugural 21 de setembro: transmissão ao vivo

Sexta-feira, 21 de setembro, transmitiremos ao vivo na Rede Agronomia, via USTREAM, a aula inaugural do Curso de Atualização em Classificação Brasileira de Solos. A partir de 18h30 estaremos transmitindo a abertura do Curso com engenheira agrônoma Maria de Lourdes Mendonça Santos, Chefe Geral da Embrapa Solos, engenheiro agrônomo Agostinho Guerreiro, Presidente do CREA-RJ e o engenheiro agrônomo José Leonel da Rocha Lima, presidente da AEARJ.

Após abertura, o engenheiro agrônomo Enio Fraga da Silva, Doutor em Ciência do Solo e pesquisador da Embrapa Solos dará a aula introdutória com uma panorama do Sistema de Classificação Brasileira dos Solos e a sua importância como ferramenta de planejamento do uso de solos.

O curso, que será realizado na Embrapa Solos, terá duração de 40 horas e é uma iniciativa da AEARJ que divide a realização com a Embrapa Solos e o CREA-RJ; conta ainda com a parceria do Clube de Engenharia e o SENGE-RJ. Apenas a primeira aula será transmitida ao vivo para toda a Rede Agronomia.

10637432293?profile=originalhttps://agronomos.ning.com/page/curso-solos

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A variedade de solos no Brasil

Em um país de dimensões continentais como o Brasil, não é de se estranhar a quantidade de solos diferentes existentes no país.

Além de já possuírem atributos específicos, as variações climáticas, geológicas, geomorfológicas e de flora e fauna brasileiras são também responsáveis por essa diversidade de solos.

Os solos da região Amazônica, por exemplo, são em sua maioria pobres de nutrientes, apesar de as florestas possuírem um número expressivo deles. Em outras regiões pode ser diferente, e geralmente é.

Segundo Igo Lepsch, autor do livro 19 Lições de Pedologia (clique AQUI para comprar), com o que se conhece a respeito da Amazônia é possível afirmar que lá existem algumas áreas em condições para a implantação de uma agricultura produtiva e sustentável, sem grandes danos ao ambiente, mas com o uso de uma tecnologia apropriada, certamente.

Quer saber mais? Deseja aprofundar seus estudos na àrea? A Oficina de Textos indica dois livros:

Formação e Conservação dos Solos - 2ª edição, a obra ensina como os solos se formam e como seu uso pode se tornar sustentável, a fim de que esse recurso natural seja conservado, apesar das muitas centenas de anos em que o homem o degradou: ou porque não o conhecia ou porque não sabia utilizá-lo adequadamente.
 

19 Lições de Pedologia, um livro-texto introdutório à ciência do Solo, especialmente desenvolvido para as condições brasileiras. Iniciando desde as rochas e minérios que dão origem aos solos, passa pelos processos de intemperismo, aborda sua biologia, física e química, fundamenta e apresenta o Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos. Preenche uma lacuna existente nos cursos de graduação em Agronomia, Florestas, Ecologia, Zootecnia, Geografia e Biologia entre outros. Veja mais informações AQUI.

 

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Bom dia caros agrônomos!


Nós da Editora Oficina de Textos, temos alguns livros na área e gostaríamos de compartilhar com vocês uma promoção  de 15% na obra "Formação e Conservação dos Solos", que rolará sábado em nosso site. Mais informações podem ser encontradas clicando aqui.

Sobre o livro:

capona_internet_Formacao-Solos-2ED.jpgSolos: um dos mais importantes recursos naturais de nosso planeta, tanto para as necessidades humanas, como para a conservação dos ecossistemas. Além de sustentarem os campos de cultivo e pastagens de onde vêm nossos alimentos, ainda comportam campos, cerrados e florestas, integrando a biodiversidade e acolhendo a água das chuvas que depois emerge nas nascentes e mananciais. Neles também assentamos as residências, as estradas e depositamos os resíduos urbanos.
Formação e Conservação dos Solos ensina como os solos se formam e como seu uso pode se tornar sustentável, a fim de que esse recurso natural seja conservado, apesar das muitas centenas de anos em que o homem o degradou: ou porque não o conhecia ou porque não sabia utilizá-lo adequadamente.
O livro é dirigido a profissionais e estudantes de várias áreas, como Agronomia, Biologia, Geologia, Geografia e Engenharias, e, por que não, a todas as pessoas que se interessam em conhecer e preservar a natureza. A iniciação ao conhecimento da Ciência do Solo é realizada por este magnífico livro com uma linguagem simples e precisa, complementado por inúmeras ilustrações em cores.
Formação e Conservação dos Solos em sua 2ª edição, atualizada e ampliada, traz o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos.

Sobre o Autor:
Igo F. Lepsch é renomado especialista em Solos, com Mestrado e PhD pela North Carolina State University, EUA, e pós-doutorado na Commonwealth Scientific Industrial Research Organization, Austrália. É autor de inúmeros artigos científicos e de divulgação publicados em 45 anos de atividade profissional. Depois de exercer a função de pesquisador no Instituto Agronômico de Campinas, vem atuando como professor visitante e consultor em empresas. É também autor do lançamento 19 Lições de Pedologia.

Aproveitando o post, gostaria de apresentar nosso Portal Comunitexto, onde colocamos matérias sobre nossos livros, sobre temas científicos e notícias do Brasil e do Mundo. Entre, leia, deixe a sua opinião.

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I Seminário Programa Produtor de Água no Rio de Janeiro
23 de fevereiro de 2010
Local: Auditório Embrapa Solos
Rua Jardim Botânico, 1024, Jardim Botânico, Rio de Janeiro

INSCRIÇÕES:
Enviar nome e instituição para o endereço eventos@cnps.embrapa.br

PROGRAMAÇÃO:

Dia 23/02
09:00 - Abertura
09:15 - Panorama do Programa Produtor de Água - Devanir Garcia dos Santos/ ANA
10:15 - Experiências do Programa Produtor de Água no Brasil - TNC
11:15 - Perspectivas do Programa Produtor de Água para o Rio de Janeiro - Rosa Formiga Johnsson/ INEA
Haverá 15 minutos reservados para questões em cada apresentação da manhã.
12:00 Almoço
13:30 - Incentivos ao Manejo Sustentável de Recursos Naturais do Programa Microbacias RJ - Nelson Teixeira/ SEAPPA
14:20 - Monitoramento ambiental em bacias hidrográficas do Rio de Janeiro - Rachel Bardy Prado / Embrapa Solos
14:50 - Experiência do Comitê da Bacia Lagos São João - Denise Spiller Pena e Natália V. Ribeiro / FUNBOAS
15:40 - Coffee-Break
16:00 - Experiência do Projeto Produtor de Águas e Florestas da Bacia do Rio Guandu - Gilberto Pereira/ Instituto Terra
16:50 - Mesa redonda: debates.
17:30 - Encerramento
Haverá 10 minutos reservados para questões em cada apresentação da tarde.

CONTEXTUALIZAÇÃO

O Programa Produtor de Água foi concebido pela Agência Nacional de Águas – ANA tendo como propósito a
redução da erosão e do assoreamento de mananciais no meio rural, propiciando a melhoria da qualidade da água e o aumento das vazões médias dos rios em bacias hidrográficas de importância estratégica para o País.

É um programa de adesão voluntária de produtores rurais que se proponham a adotar práticas e manejos
conservacionistas em suas terras com vistas à conservação do solo e da água. Como os benefícios advindos dessas práticas ultrapassam as fronteiras das propriedades rurais e chegam aos demais usuários da bacia, o Programa prevê a remuneração dos produtores participantes. De acordo com a Agência, o Programa está alinhado à tendência mundial de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), baseada no princípio do provedor recebedor, que prevê bonificação aos usuários que geram externalidades positivas em bacias hidrográficas (http://www2.ana.gov.br/Paginas/projetos/ProgramaProdutorAgua.aspx).
No Estado do Rio de Janeiro, se destacam iniciativas de gestão integrada dos recursos hídricos em bacias e
microbacias hidrográficas por agricultores, como o Programa Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas RIO RURAL, o Fundo de Boas Praticas Ambientais do Comitê Lagos São João, e o Produtor Águas e Florestas do Comitê Guandu, que contribuem para o aprimoramento e consolidação da estratégia fluminense de pagamento por serviços ambientais.

Neste sentido, o I Seminário Produtor de Água no Estado do Rio de Janeiro reunirá representantes de organizações governamentais e da sociedade civil atuantes na gestão e preservação dos recursos hídricos -
Agência Nacional de Águas, The Nature Conservancy, Secretarias Estaduais de Agricultura e do Ambiente, Comitês de Bacias Hidrográficas e Embrapa Solos - para a consolidação do Programa no Estado do Rio de Janeiro.

OBJETIVO
Discutir estratégias e diretrizes para a disseminação do Programa Produtor de Água no Estado do Rio de Janeiro, a fim de aprimorar a gestão integrada dos recursos hídricos e florestas, envolvendo órgãos públicos, sociedade civil e iniciativa privada.

Organização:
Azeneth Schuler (Embrapa Solos - RJ)
Rachel Bardy Prado (Embrapa Solos - RJ)
Helga Restum Hissa (SEAPPA - RJ)
Fátima Casarin (DIGAT/ INEA - RJ)
Rosa Formiga Johnsson (DIGAT/ INEA - RJ)


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